Os franceses responderam à chamada, e ocuparam as praças principais em toda a França, para defender os valores da democracia e da liberdade de expressão.
Uma manifestante manifestou tristeza pelo assassínio do professor e economista, Bernard Maris, colaborador do Charlie Hebdo:
- Estou muito triste porque Bernard Maris era um bom amigo. Cada vez que lhe telefonávamos, reagia imediatamente. O que nos entristeceu mais foi, quando se deu o primeiro atentado, telefonámos-lhe, e ele não respondeu.
Uma jovem do Canadá, participa o orgulho em estar presente:
- É um privilégio estar aqui hoje, espero que toda a gente se mantenha unida, sou canadiana, de família muçulmana.
Mas todas, ao lado, intervêm com a mesma veemência:
- Eu estou aqui hoje apenas para dizer que o islão não é isto, o islão é amor e tolerância” – diz uma.
E uma outra, logo conclui:
- A religião, que nos foi ensinada, não é assim.
Um dos manifestantes salienta o ambiente que se vive:
- Muitas pessoas,