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  • há 1 ano
ODONTOLOGIA GERAL - Todas as Aulas Organizadas de forma Didática na Playlists.

Transcrição
00:00Entramos no segundo tema dessa aula, que é o manejo clínico e avaliação pré-operatória do paciente.
00:15Todo mundo está esperando de cirurgia, o que é? Sangue, né?
00:18Ver, pô, trauma, dente incluso, sangue espirrando.
00:22Mas antes disso acontecer, que vai ser nos próximos módulos, né?
00:26A gente tem que falar um pouco sobre gente doente, sobre doença.
00:31Pra quê? Pra gente atuar de forma adequada no nosso paciente.
00:35Então, um dos principais pontos da avaliação é o estado físico geral do nosso paciente.
00:45A Associação Americana de Anestesiologista, ela categoriza os pacientes em estágios que variam de 1 a 6,
00:53de acordo com algumas morbidades que o nosso paciente possa apresentar.
01:01Eu já adianto pra vocês que a maioria dos pacientes que a gente atende em ambulatórios
01:04são categoria ASA 1, ASA 2, eventualmente ASA 3.
01:09Acho que vale a pena perder 10 minutos pra ler esse quadro.
01:13ASA 1 e ASA 2, ASA 1 paciente saudável, ASA 2 doença sistêmica leve sem limitação funcional
01:20e ASA 3 doença sistêmica grave com limitação funcional.
01:25Esses pacientes são aqueles que vão eventualmente nos procurar e são os pacientes que a gente vai tratar.
01:30E se fosse pra apostar em alguma coisa nesse sentido na prova, seriam essas três categorias.
01:36Dentro desse tópico de doenças, nós vamos ter as doenças cardíacas.
01:42A gente vai ter doença da artéria coronária, os pacientes com síndromes coronarianas agudas.
01:48Esses não devem ser submetidos à cirurgia não cardíaca.
01:51Esses pacientes devem ser encaminhados ao seu médico pra obter um parecer médico
01:55que vai orientar a atuação em ambulatório ou em nível hospitalar como monitorização.
02:00A doença da artéria coronária pode resultar em angina estável ou em uma das síndromes coronarianas agudas.
02:08A angina estável é aquela que se caracteriza por quê?
02:12Dor pré-cordial, dor no peito, ao esforço e se irradia pro braço esquerdo.
02:18Pescoço e mandíbula é aliviada pelo repouso ou pelo uso de nitroglicerina sublingual.
02:25Então essa é a angina estável.
02:27A síndrome coronariana aguda, angina instável e infarto no miocárdio
02:33são tratadas da seguinte forma.
02:37A urgência, a administração concomitante de oxigênio por máscara, nitrato sublingual ou intravenoso,
02:45morfina pra dor, é uma síndrome dolorosa e reduz também o débito simpático
02:51e o AAS via sublingual na dose de 325 miligramas, ou a aspirina infantil.
02:59Nos últimos anos o tratamento tem sido radicalmente modificado.
03:05Nos últimos anos que eu digo é do final da década de 90 pra cá.
03:09Antigamente se preconizava que tinha que esperar pelo menos meio ano
03:13pra tratar um paciente que tivesse tido um infarto agudo do miocárdio.
03:17Hoje em dia esse tempo pode ser reduzido pra até 6 semanas, tá pessoal?
03:216 semanas.
03:23Essa é uma alteração importante, sublinhem isso, tá?
03:26Trouxe porque é uma alteração dos protocolos aí.
03:30Claro que sempre a gente vai entrar em contato com o médico do nosso paciente
03:34e vai obter um parecer.
03:38A insuficiência cardíaca congestiva é outra condição cardíaca
03:42que cursa com um débito cardíaco inadequado.
03:45A insuficiência cardíaca compensada, ela seria uma contraindicação
03:51pra intervenções cirúrgicas eletivas, de acordo com a estratificação
03:54por classe funcional.
03:56Então seria uma contraindicação relativa, tá pessoal?
04:00Porque se a insuficiência cardíaca for leve e ela estiver compensada
04:05eventualmente você pode atender o paciente ambulatorialmente
04:07normal sob anestesia local, tá?
04:09Os objetivos primários do tratamento são reduzir a pós-carga
04:12e aumentar a contratilidade cardíaca.
04:16Os tratamentos geralmente envolvem inibidores da enzima conversora de angiotensina,
04:19captopril, lisinopril, ramipril, diuréticos, pode ser furosemida ou hidroclorotiazida,
04:25e beta-bloqueadores metoprolol, carvidilol, atenolol e digitálicos
04:29pra aumentar a contratilidade, tá?
04:32Nesses casos, nos casos dos pacientes com insuficiência cardíaca congestiva,
04:36eles devem manter os seus medicamentos habituais.
04:39Então a gente não suspende nenhuma droga, muito menos drogas que atuam em doenças cardíacas
04:45por conta própria, tá pessoal?
04:47Não se suspende nada.
04:50A valvopatia cardíaca, ela pode ser por uma regurgitação aórtica ou insuficiência aórtica,
04:56que podem ser secundárias a uma cardiopatia reumática, uma válvula bicúspide, protética,
05:02endocardite ou doença de raiz da aorta.
05:04Se manifesta por edema pulmonar, hipotensão e insuficiência cardíaca congestiva.
05:10O objetivo é reduzir a resistência vascular periférica pelo uso de beta-bloqueadores,
05:15pelo uso de bloqueadores dos canais de cálcio ou inibidores de enzima conversora de angiotensina, tá pessoal?
05:22Então, os pacientes portadores de valvopatia vão apresentar geralmente estenose, insuficiência ou regurgitação.
05:27E a endocardite infecciosa é a principal causa de deformidade das válvulas cardíacas,
05:34eventualmente requerendo a substituição dessas válvulas por válvulas protéticas.
05:42As indicações para profilaxia antibiótica da endocardite.
05:47Isso aqui é importante, isso vem caindo.
05:49Houve uma mudança nos protocolos em 2007.
05:55Então, hoje em dia, muitas das condições que antigamente se fazia, profilaxia,
06:00hoje em dia já não são mais indicadas.
06:02E elas se resumem hoje a isso aqui, ó.
06:05Válvula cardíaca protética,
06:07pacientes transplantados que desenvolveram valvopatia,
06:11a endocardite prévia e doença cardíaca congênita.
06:15Não sendo esses casos, a profilaxia não é mais recomendada
06:21para outras doenças congênitas cardíacas.
06:24E são essas aqui.
06:26Doença cianótica não corrigida, incluindo chantes e condutos paliativos,
06:30condutos temporários.
06:33Defeito cardíaco completamente reparado com material protético
06:37ou qualquer tipo de aparato que tenha sido colocado
06:39durante seis meses após o procedimento.
06:42Por que seis meses?
06:43Porque seis meses é o tempo que geralmente ocorre a endotelização do dispositivo,
06:48tornando esse dispositivo mais resistente à infecção.
06:53E na doença cardíaca congênita reparada,
06:56se o defeito remanescente ainda não tenha sido endotelizado.
07:02Houve o reparo da doença, mas não houve a endotelização adequada.
07:07Aí está indicada a profilaxia.
07:08Não?
07:13Pô, então anota.
07:17Então anota isso aí, porque isso aí é importante, tá?
07:21Aqui, ó.
07:22As condições.
07:23Isso aí está no livro do professor Eduardo Dias de Andrade, tá?
07:26De terapêutica também.
07:28Mas tem lá.
07:29Eu acho que tem um quadro, pessoal.
07:31Não tem um quadro aí?
07:32Peraí, Natasha, não fotografa não.
07:34Vou passar o quadro.
07:35Acho que tem um quadro aqui.
07:35Aqui é só pra ilustrar como é que acontece as vegetações nas válvulas cardíacas
07:42e como é que elas ficam suscetíveis à adesão bacteriana, tá?
07:47O fluxo alterado faz com que haja a exposição subendotelial.
07:52Essa exposição tem carga negativa em que se aderem plaquetas
07:56e nessas vegetações se aderem as bactérias.
08:00Não tem isso também?
08:07Falha.
08:09Tem um quadro.
08:10Depois fotografa o quadro que o quadro resolve tudo, tá?
08:14Procedimentos odontológicos.
08:15Profilaxia está recomendada naqueles procedimentos que envolvam manipulação de tecido
08:20ou região perapical ou perfuração da mucosa.
08:23Os que dispensam a profilaxia, ó, onde não precisa usar antibiótico.
08:27Aplicação de anestesia em área não contaminada, tomadas radiográficas, parece meio óbvio, mas dispensado, tá?
08:35Próteses removíveis ou aparelhos ortodônticos, o ajuste do aparelho ortodôntico,
08:39a remoção simples dos dentes tecidos e o sangramento por trauma do lábio e da mucosa oral.
08:44Óbvio.
08:45Uma vez que traumatizou, você não faz mais profilaxia.
08:47Já cortou, já houve disposição.
08:53E uma observação importante, a colocação de piercing na boca ou lábio é considerada de risco para a endocardite infecciosa.
09:01Agora, eu quero ver você ir lá no cara da tatuagem e perguntar pra ele se ele faz profilaxia com a homoxicidina
09:06uma hora antes de colocar o piercing no lábio, né?
09:10Difícil.
09:11Aí, ó. Fotografa esse quadro aí que...
09:15Esse quadro ajuda bastante.
09:17Qual?
09:19Essa?
09:20Esse aqui é o primeiro.
09:24Essa foi?
09:25Aí.
09:34Essa.
09:38Aí.
09:40Deu, pessoal?
09:45Aí.
09:46Só que eu não vou perder tempo com vocês, porque isso aqui já tá mais do que falado, vai ser falado de novo na farmácia, tá?
09:55Mas, assim, profilaxia padrão, tá?
09:58A homoxicidina 2 gramas, ou 50 miligramas por quilograma, se o paciente for pediátrico.
10:04Uma hora antes por via oral.
10:06Isso aí tem ninguém, sim.
10:07Pode ser muito melhor.
10:08Tem?
10:10Colocando aqui, ó.
10:11Assim, na página 7.
10:14Mas não é o quadro, né?
10:15É só a textual.
10:16Tá, tudo bem.
10:17Tem problema.
10:19Isso.
10:20Mas o quadro...
10:21O quadro é bom.
10:23Aí nem...
10:24Tive essa primeira escolha, né?
10:26Só prestem atenção nesse quadro, que esse quadro tá certinho.
10:30Eu tirei do artigo original da American Heart Association, tá?
10:33No livro, se não me engano, tem alguma coisa errada quanto à dosagem de azitromicina aqui, tá?
10:3915 miligramas por quilograma para o paciente pediátrico.
10:43Tá bom, pessoal?
10:46Então, aí, resumindo.
10:47Profilaxia indicada apenas em pacientes de alto risco.
10:50Aqueles que têm risco para lesões malvares.
10:53E em procedimentos que causam bacteremia transitória.
10:56Aqueles procedimentos que não têm sangramento, que não causam bacteremia, não é necessário.
11:01Tá bom?
11:01Então, sobre próteses valvares cardíacas ainda, as próteses mecânicas sempre exigem anticoagulante.
11:10Isso é importante, tá?
11:11E nas biológicas, a anticoagulação é utilizada apenas durante 3 meses, tá?
11:16Essas próteses são suscetíveis a endocardite, falha, destruição eletrocitária e formação de tromboêmbolos.
11:23Se houver necessidade de suspender o anticoagulante, que geralmente é a varfarina,
11:30isso tem que ser conversado com o médico, mas só vai ser feito naqueles casos em que o risco de sangramento for maior.
11:37Por exemplo, extrações múltiplas.
11:39Exodontia simples.
11:40Dependendo do INR, hoje em dia, a gente não suspende mais a varfarina.
11:45Procedimentos limitados, exodontias unitárias, a gente não faz mais suspensão.
11:51As arritmias cardíacas comprometem o débito cardíaco.
11:55E as intervenções eletivas devem ser adiadas sempre que os pacientes apresentarem arritmias ventriculares.
12:01Existem algumas arritmias que são contraindicações absolutas aos vasoconstrutores adrenérgicos,
12:07a adrenalina principalmente.
12:09Uma delas é a síndrome de Wolf-Parkinson-White,
12:13que é um tipo de arritmia para a qual está contraindicado o uso de adrenalina.
12:20Hipertensão arterial é um capítulo à parte e ultimamente mudaram os parâmetros diagnósticos para a hipertensão.
12:26Eu estou trazendo o que está na bibliografia, isso não é atualizado,
12:30isso mudou o ano passado, se não me engano,
12:34mas eu estou trazendo para vocês o que está no livro.
12:37Então, como é que a gente diagnostica a hipertensão arterial?
12:42São duas ocasiões distintas em que a aferição na pressão sistólica,
12:46ela dá superior a 140 miligramas milímetros de mercúrio,
12:50ou a pressão diastólica, repara, ou pressão diastólica superior a 90 milímetros de mercúrio.
12:55Ela é um dos motivos mais frequentes de adiamento de cirurgias eletivas.
13:01E quando a etiologia não é conhecida, o que é a maioria dos casos,
13:06se chama de hipertensão arterial essencial.
13:10Hipertensão essencial, a gente não conhece a etiologia e é a maioria dos casos.
13:16A hipertensão arterial secundária, ela resulta de uma doença, de uma patologia conhecida.
13:22Por exemplo, doença renal, síndrome de Cushing, a gente vai ver mais pra frente o que é síndrome de Cushing.
13:28Síndrome de Kohn, que é hiperaldosteronismo, não é doença de Crohn, tá pessoal?
13:34É diferente, é síndrome de Kohn.
13:36Feocromocitoma, que é um tumor de suprarenal.
13:39Hipertireoidismo, regurgitação aórtica e uso de determinados medicamentos.
13:44Então a gente tem aqui as classes de pressão arterial, as classes de pressão e os estágios de hipertensão.
13:57Normal seria o paciente de pressão sistólica menor que 120 e diastólica menor do que 80.
14:06Entre 120 e 139 e 80 e 89 de diastólica seria o estágio de pré-hipertensão.
14:15E hipertensão a partir de 140 e 159 de sistólica, 90 a 99 de diastólica.
14:24Os outros dois estágios são hipertensão arterial no estágio 2 e a urgência hipertensiva,
14:34que é caracterizada por um aumento acima de 180 milímetros de pressão sistólica ou 110 da pressão diastólica.
14:43Ou.
14:46Urgência hipertensiva, então, exige um encaminhamento para um médico o mais cedo possível.
14:51Por quê? Para a gente evitar o potencial de emergência hipertensiva e lesão de órgãos alvo,
14:57lesão de órgãos terminais, por exemplo, AVC, insuficiência renal aguda e isquemia miocárdica.
15:04A urgência hipertensiva, ela não tem manifestação de sintomas.
15:12A gente vai atender nosso paciente e a fere a pressão, a sistólica está acima de 180.
15:18Só que ele está tranquilão, está numa boa.
15:20Não está tendo ainda lesão em órgão terminal, mas pode haver.
15:25Então, esse paciente tem que ser encaminhado ao médico.
15:28Diferente de emergência hipertensiva.
15:31Emergência hipertensiva é a elevação da PA acima daqueles limiares de 180 para sistólica e 110 para diastólica,
15:40associada já à lesão de órgão terminal, com encefalopatia, insuficiência cardíaca, edema pulmonar e insuficiência renal.
15:46Esse paciente tem que ser transportado imediatamente ao pronto-socorro para controle dos níveis extencionais.
15:53Cirurgias eletivas devem ser adiadas quando ocorrem urgências ou emergências hipertensivas.
15:58Se houver necessidade de intervenção imediata, paciente ou está com dor, ou está com infecção, tem risco de vida,
16:04isso vai ser feito em ambiente hospitalar, com monitorização, com sedação venosa ou anestesia geral,
16:11com o médico assistindo o procedimento o tempo todo.
16:17Tratamento dos estágios 1 e 2 de hipertensão.
16:20Existem uma infinidade de medicamentos.
16:23Então, o tratamento é individualizado para cada paciente
16:27e a gente tem que conhecer os medicamentos que são utilizados.
16:31Existem inúmeras interações farmacológicas.
16:34Não é o objetivo desse módulo, mas é trazer para vocês que existem interações.
16:39E, importante, o controle inadequado da dor durante a intervenção
16:43é muitas vezes responsável por picos de hipertensão.
16:48O paciente sente uma dor súbita e inesperada.
16:52Imediatamente existe um aumento do nível pressórico.
16:56Nesses casos, a melhor solução é o quê?
16:58Aumentar a analgesia.
16:59Uma anestesia eficaz e bem aplicada é a melhor solução para esses casos.
17:06E, para isso, a gente precisa utilizar uma solução anestésica adequada,
17:11de preferência associada a um vasoconstritor.
17:17Questão 3, então.
17:18Segundo Sonis, Fasio e Feng, em 1996,
17:23a hiperplasia gengival é considerada um efeito colateral comum
17:26de quais medicamentos anti-hipertensivos?
17:28A gente está falando em hipertensão.
17:30Essa questão é uma questão antiga.
17:33E a gente sabe que existem alguns medicamentos que causam hiperplasia gengival.
17:40Medicamentos usados para hipertensão.
17:42E a gente tem aí, na alternativa A, diuréticos da tiazida,
17:48bloqueadores beta-adrenérgicos, bloqueadores alfa-adrenérgicos,
17:53inibidores da enzima conversora.
17:55Aqui viria conversora de quê, né?
17:58De anjutencina.
17:59Todas as questões que eu trago para vocês são copiadas
18:02ípsis literis das fontes em que foram tiradas.
18:06Então, aqui faltou enzima conversora de quê, né?
18:11Talvez de anjutencina.
18:12E bloqueadores dos canais de cálcio.
18:14A resposta correta não está no material de vocês,
18:18mas a resposta correta é a letra E.
18:20Bloqueadores dos canais de cálcio.
18:22Nifedipina, anlodipina.
18:24Esses medicamentos que causam hiperplasia gengival.
18:27Eu acho que a pele fala um pouco sobre isso também, né?
18:35Fala, bloqueador de canal de cálcio, anticonvulsivante, ciclosporina, essas coisas, né?
18:43Outro grupo de pacientes que tem procurado cada vez mais o cirurgião dentista
18:48são as pessoas que têm marca-passo cardíaco ou desfibrilador cardioversônico implantado.
18:53São equipamentos que mantêm a pessoa viva.
18:56Mas tem algumas complicações.
18:58E as complicações são mais voltadas à cirurgia hospitalar.
19:03Nesses pacientes, o eletrocautério monopolar, ele é contraindicado.
19:09Bisturia elétrico, tá?
19:10E o bipolar pode afetar o desfibrilador cardioversônico, mas em uma menor proporção.
19:15Então, talvez ele possa ser utilizado com cautela.
19:19Para todos os pacientes, tem que ter disponível, ao lado da mesa cirúrgica,
19:25um desfibrilador automático ou um desfibrilador externo
19:28para que, para qualquer eventualidade, possa ser feita a cardioversão desse paciente.
19:33Tá?
19:34Tá?
19:34É?
19:34Vamos lá.

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