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  • há 4 meses
Terceiro episódio do videocast Tá na Mesa em parceria com A Gazeta da agremiação, que vai desfilar pelo Grupo A

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Transcrição
00:04Abra um alas que o Tá Na Mesa Carnaval 2025 já começou e nós estamos aqui batendo um papo com
00:11as escolas de samba
00:12pra conhecer a história que elas vão levar pra Avenida, não é isso Marcos?
00:15É isso aí, agora a gente tá com o prazer de receber a mocidade da praia, eu tô aqui com
00:20a Cleve Júnior e com o Luciano de Paula
00:21que vão contar um pouquinho pra gente o que a escola tá trazendo esse ano pra Avenida, sejam muito bem
00:26-vindos.
00:28Presidente, as honras.
00:30Obrigado pelo convite, mocidade da praia, escola de gente feliz, vai ser um prazer poder contar um pouco da nossa
00:36história e a história do nosso Carnaval 2025.
00:40Eu feliz demais por ter o privilégio de poder fazer mais um enredo nessa escola bicampeã do Carnaval, a gente
00:49sempre fala pro Luciano que isso é importante
00:53e com o enredo dessa magnitude pro Espírito Santo.
00:58E o que a mocidade da praia vai levar pra Avenida esse ano?
01:06Que história ela vai levar?
01:07Muita emoção, muito sentimento, muita capixabice, muito Espírito Santo, muita cultura local, então a gente começou com esse planejamento de
01:24enredo tem mais ou menos cinco anos, né?
01:28E a coisa não acontecia de fomentar e a história é falar do nosso amigo, o Alexandre Lima, né?
01:38Que esse ano nos deixou.
01:40E a gente vinha tentando trabalhar isso e a coisa não...
01:44Mas aí quando apareceu a oportunidade que ele fez a passagem, aquela coisa toda, pensando, cara, agora a gente não
01:50pode deixar passar, porque senão daqui a pouco esfria, vamos dizer assim, né?
01:57É o momento.
01:58E aí surgiu essa possibilidade de falar do amigo Alexandre e foi contagiando a todos e...
02:09E aí chegamos no Anclébio, né? Vamos dizer assim. Um belo dia.
02:13Um belo dia.
02:14Ele gosta de contar essa história.
02:16É, um belo dia. A gente já tinha trabalhado na mocidade há dois carnavais passados, né?
02:23Contando a história da Praia do Canto, né? Num samba antológico pra escola, muito bacana.
02:31E a gente muito feliz de poder fazer esse enredo.
02:35E aí o Luciano, eu já tinha me comprometido, porque como os amigos sabem, o ano passado eu completei 20
02:46anos de avenida, 20 anos de carnaval, né?
02:51Efetivamente trabalhando e fazendo e construindo enredos.
02:55E a comemoração foi quase fazendo 20 escolas.
02:59Acho que só não fiz porque foi loucura.
03:03Porque não tem 20, tem 19 escolas.
03:04Não, são 19, pois é.
03:06Mas aí a gente fez alguns enredos.
03:08Eu trabalhei pra construir as histórias de algumas escolas.
03:14E fico muito grato da credibilidade que a gente tem, né?
03:18Porque você escreve o enredo aí, ah, não pode ver segredo, não sei o quê.
03:22E eu tinha o privilégio de estar transitando de forma muito ética em todas as escolas.
03:33E esse ano eu tinha falado, não, vamos diminuir porque, né?
03:38Então a gente já tinha construído dois enredos.
03:40Quando o Luciano me liga num terça-feira de intenso sol em Cachoeira Itapimirim, onde eu moro, e fala, ó,
03:51o enredo é Alexandre Lima.
03:54Não, não, não, não, não, não, não.
03:56Eu te pedi a oportunidade de você escrever mais um enredo pra Cidade da Praia.
04:03Aí você regojitou e falou assim, não, cara, tô muito ocupado, tenho um monte de coisa, né?
04:12Foi verdade, foi verdade.
04:14Aliás, eu contei isso pra ele, eu falei, Luciano, ano passado eu fiquei com muitas escolas.
04:19E me deu um trabalho, porque você tem que fazer caderno de jurado, você tem que, algumas você tem que
04:23fazer a defesa junto aos jurados, né?
04:26E o trabalho é muito intenso e a gente procura fazer o mais justo e correto com todas as escolas
04:34na mesma medida.
04:35Aí ele falou, tá, tudo bem, então, tipo assim, vou te falar que o enredo é Alexandre Lima.
04:42Aí eu falei um palavrão e disse assim, Luciano, é muito difícil saber que a escola vai contar a história
04:55do Alex
04:58e eu não vou ter oportunidade de escrever isso, então você pode contar comigo, você pode fazer.
05:04Ele falou, não, eu sabia que o caminho natural seria esse, você ia falar que tava com muita coisa, etc,
05:11etc,
05:11e depois quando eu te falasse qual era o tema, você ia pensar duas vezes.
05:18Talvez tenha sido um dos enredos mais difíceis de escrever, apesar do tema ser extremamente fácil de discorrer,
05:26porque o Alexandre era uma figura ímpar, era uma figura, uma estrela que brilhava muito sempre,
05:35no cenário capixaba cultural há muitos anos.
05:38E, ah, vai ser fácil escrever, não foi fácil escrever, achar o tom foi muito difícil.
05:48Talvez tenha sido nesses anos todos, se não o mais difícil, um dos três mais difíceis de eu colocar.
05:54Porque, na verdade, eu gosto de dizer o seguinte, enredo é história, é contar uma história,
06:01é você construir, tecer uma história, e eu gosto muito disso.
06:09Você pegar as referências aonde quer que seja, lendo um livro, ou indo na internet,
06:21e pegar isso e levar lá pra dentro não é o bastante.
06:24Você precisa construir um fio, você precisa construir uma história, uma narrativa,
06:29porque isso é o que faz o diferencial.
06:32No caso do Alexandre, acho que eu já posso falar isso, foi uma coisa muito complicada.
06:38Porque, ah, vou pegar a história dele, vou fazer isso, nasceu, sabe?
06:43Não é assim, não é dessa maneira.
06:47E eu tive muita dificuldade, porque a passagem dele estava muito recente,
06:55todo mundo, apesar de toda a história...
06:58Como isso vai ser contado?
06:59É, e de toda essa história...
07:00Para não ser apelativo.
07:01É, de toda essa história dele...
07:03Para trazer a alegria do carnaval, né?
07:05Exatamente.
07:06Mas eu já tinha feito uma história com o Alexandre no enredo de 2020 da Boa Vista, né?
07:12Mas lá a narrativa não era ele, era também ele.
07:17Era também, estava no contexto, e lá eu criei uma rádio, né?
07:23Que tocava a música capixaba, né?
07:25Me inspirei na boa e velha rádio universitária.
07:30E esse programa capixaba tocava as músicas.
07:34Então ele tocava desde Roberto Carlos, né?
07:40E aí passava pelos artistas capixabas.
07:45E naquela época o Chumerega já colocou no refrão isso aí.
07:51E foi muito bacana, porque a gente já tinha conseguido.
07:53Na Jucutuquara também a gente já tinha conseguido levar alguma coisa no enredo sobre vitória.
07:59Mas dessa vez era diferente.
08:01Então, assim, eu não tive outra alternativa.
08:06Eu busquei entrevistas, depoimentos de amigos próximos.
08:11Não só agora, mais recente, mas coisas mais antigas.
08:16E principalmente as palavras do próprio Alexandre.
08:19Eu acho que falar dele, ele mesmo contando a história, foi o caminho que a gente utilizou.
08:29Então, assim, aí eu dei uma relaxada.
08:34Então, porque, por exemplo, no primeiro setor da escola, a gente tem a vida em família dele.
08:42O início disso tudo, que é comumente, não no nascimento, mas o início para a música.
08:47Então, tem um trecho de uma entrevista que ele conta.
08:49Ele falava, olha, o meu quarto, ele falava que tinha, ele não sabia quantos vinis tinha no quarto dele.
08:57Foi a primeira inspiração musical, porque o pai dele, como DJ, envolvido com música,
09:06tinha praticamente uma discoteca em casa.
09:09E o Alexandre era o quarto dele, onde ele dormia.
09:12E ele dormia lá.
09:13Então, assim, a inspiração e, assim, ele falava, eu ouço de Sérgio Sampaio a Tchaikovsky aqui.
09:21Tem de tudo.
09:22Roberto Carlos a, sabe, Rolling Stones.
09:27Então, assim, toda essa bagagem, eu falei, isso precisava estar.
09:32Tanto é que a gente já começa fazendo as homenagens.
09:36E o Alexandre nasceu num dia muito inspirador.
09:42Alexandre nasceu num dia de São Jorge.
09:45E aí a gente já começa a contar essa história a partir dali, a partir dessas referências do nascimento dele.
09:51É a única referência mais próxima que a gente faz.
09:54Aí, no enredo, a gente já coloca a mãe, a Vera, o Marcão, que é o DJ.
10:00E aí, nesse setor, a gente conta sobre família.
10:03A gente fala sobre família.
10:05A gente tenta mostrar esse quarto dele, que é esse universo.
10:10E depois eu começo a pegar trechos de entrevista dele com relação ao desenvolvimento musical.
10:17Os Gangsters, né?
10:21A primeira banda, o Combatente da Cidade.
10:24Os Gangsters, inclusive, é a inspiração para a fantasia da bateria.
10:31É uma coisa meio, meio...
10:34E é rock and roll puro.
10:35É, numa época que...
10:37Década de 80.
10:39Uma coisa meio punk.
10:40Onde a cena cultural da cidade era muito forte.
10:43Isso aí.
10:44E nesse momento, quando foi...
10:49Vamos falar do Alexandre.
10:51Começou a contar a história dele.
10:54Primeiro, foi uma satisfação, né?
10:58Só que foi se tornando uma responsabilidade.
11:01A coisa foi fluindo todo canto.
11:05Gente que gosta dele.
11:06Gente que se envolveu com...
11:09Em algum momento, porque...
11:12Além de um músico excelente, ele era um produtor fantástico.
11:15Então, com carisma e generosidade imensa.
11:22Então, muita gente bateu e falou assim, ele já me ajudou em tal lugar, ele me ajudou ali,
11:26me ajudou ali.
11:27Musicalmente, né?
11:29E a gente começou a buscar nesse enredo, não somente uma história, mas um legado.
11:40Que hoje eu tenho, depois de aprofundar mais, né?
11:46Eu acredito que tenha sido a maior cena cultural com a identidade capixaba que nós já tivemos.
11:52Não estou falando de carnaval de tamanho.
11:54Estou falando de identidade, que tem um legado que até hoje você vê as bandas que tocam alguma coisa.
12:00Foi nessa época que a galera estava ali, todo canto tinha uma banda de garagem,
12:05todo canto tinha alguém fazendo alguma coisa musicalmente falando.
12:09E é isso que a gente aproveitou.
12:12É, e assim, você pegar esses depoimentos dele, essas coisas que ele falou sobre a trajetória, né?
12:21Depois, e principalmente num momento muito especial, que é o nosso segundo setor,
12:27está muito focado nisso, que é exatamente o Manimal.
12:32Uma banda que é fantástica, referência.
12:39Inspirou muito a gente.
12:41E que levava essa marca que o Luciano acabou de falar, assim, a identidade cultural e a marca do Alexandre
12:50enquanto produtor.
12:51Então, isso a gente está procurando levar.
12:52Então, a história do Manimal, na verdade, não só dessa influência do Congo e das manifestações populares,
13:04das quais ele era muito fã, a gente procura levar a história do Manimal pelo mundo também.
13:13Onde o Espírito Santo chegou, né?
13:16Onde o Congo chegou, né?
13:17Onde o Congo chegou.
13:18Naquele momento.
13:19Então, a gente tem a trajetória dele.
13:22E, assim, aí vem a parte...
13:26Depois disso tudo, vem a parte mais complicada de fazer o encerramento do desfile.
13:31Mas, quando eu li algumas entrevistas no período da passagem dele, me ficou muito claro.
13:43Essa referência precisava ter...
13:46E a gente pegou algumas músicas também, tá?
13:49Algumas não.
13:50Alguns trechos.
13:50Alguns trechos de músicas a gente pontuou na sinopse.
13:53E a gente vai encerrar o desfile, a ideia é encerrar, com uma das músicas que a gente mais cantou
14:04dele nesses últimos tempos.
14:06Vou dar uma palhinha, Luciano.
14:08Só o amor pode nos salvar.
14:13O Barco do Amor é uma mensagem que a gente vai deixar no final.
14:18É onde a gente vai estar convidando os amigos para estar participando do desfile.
14:22Então, vocês veem...
14:23Já tem o envolvimento legal da galera da cena, assim.
14:27E a bacana...
14:29Para não faltar nome, mandar um abraço para essa galera toda que está ajudando a gente.
14:32Verdade.
14:33E aí você vê que a gente tem pontuado no desfile três momentos importantíssimos, né?
14:39A família, quarto, a família, a referência do irmão Amaro, da irmã Gabi, né?
14:48Que são artistas e...
14:49Estão participando, a família está participando.
14:52Os amigos estão envolvidos no projeto.
14:55É um momento de celebração, mas também de importância para mostrar para muita gente
15:08que não conheceu esse momento cultural no maior palco cultural do Estado.
15:14Então, assim, é uma responsabilidade, mas ao mesmo tempo a gente está muito focado de fazer uma coisa muito bacana.
15:23Estamos trabalhando muito para isso e tenho certeza que vai dar certo.
15:29É, e assim, esses três momentos pontuados no desfile.
15:42Os amigos estão presentes, principalmente porque a gente também faz uma referência, a gente junta um...
15:50Carnaval é isso, é por isso que eu gosto do Carnaval.
15:53A gente pode fazer essa mistura.
15:56A gente mistura o dia D, o palco do dia D, com o barco do amor e com todo mundo
16:01que estava ali.
16:02Então, a gente tem, como dizer assim, pontuado nos carros e pontuado nos setores, o principal.
16:11Duas coisas.
16:13Uma, a gente termina o desfile com o grande sonho dele.
16:19Atrás do carro, a gente tem um negócio...
16:21Nossa, surpresa!
16:23Não, a gente tem que falar para a gente entender.
16:25A gente termina o desfile.
16:27Vamos dar esse spoiler logo.
16:28Vai, vai!
16:29Fico doido.
16:29A pessoa vai gostar de saber.
16:30Vamos lá.
16:31A gente termina isso com as manifestações culturais, porque o grande sonho do Alexandre,
16:38enquanto gestor, bom gestor de cultura que era,
16:40era fazer a integração cultural da região metropolitana naquilo que ele chamava de
16:47a grande vitória da cultura.
16:51Então, assim, ele aproveita...
16:54Eu sou um homem de palavras, que eu adoro palavras, nomes e palavras.
17:00E a grande vitória da cultura é um negócio muito... preenche tudo, né?
17:05A grande vitória, a cultura, a grande...
17:07Enfim, tudo está dito ali.
17:10A gente tem aquela mente ali para achar uma frase tão simples e tão forte.
17:15Isso, e a gente, com essa completa, a gente entrega o nosso desfile.
17:23Detalhe, o Luciano teve vários momentos de emoção nessa trajetória e eu tive um muito especial.
17:33Assim que eu terminei a sinopse, acho que no mês de julho, agosto,
17:40eu fui convidado para receber uma homenagem pelos serviços prestados ao carnaval na Câmara de Vitória.
17:52E como eu moro em Cachoeira e às vezes eu tenho que voltar,
17:55e eu tenho que voltar à noite, nesse dia foi um dia que eu tive que voltar,
17:58porque no outro dia eu tinha um compromisso cedo lá,
18:00eu fui um dos primeiros a receber essa homenagem, apesar de que a Anklebe é um dos primeiros nomes e
18:05veio tudo por ordem alfabética.
18:06Mas quem veio a homenagem que veio antes da minha?
18:10Exatamente, Alexandre Lima.
18:12Quem estava na plateia para receber?
18:15Dona Vera e Gabi, mãe e filha de Alexandre.
18:18Então assim, mãe e irmã, perdão.
18:20Mas as filhas também estavam nesse dia, né?
18:24E elas duas subiram para receber a homenagem.
18:27E quando eu subi, eu falei, gente, ó, eu sei que não dá para falar muito, mas eu precisava falar
18:33isso.
18:34A gente vai ter uma grande homenagem a essa pessoa que acabou de receber aqui.
18:39Dona Vera, Gabi, peço licença para entregar a sinopse, para falar do filho, do irmão.
18:46E aí eu já comecei a chorar, na hora que eu olhei para Dona Vera, ela já estava em prantos,
18:50Gabi já estava chorando.
18:51E foi um momento muito emocionante, porque as pessoas aplaudiram de pé.
18:54E é importante aí a gente, que às vezes é tão criticado no carnaval por tantas coisas, né?
19:01Por tantas pessoas que dizem coisas que a gente não entende por que elas são ditas ainda, né?
19:09Porque o carnaval é essa manifestação maravilhosa.
19:11E foi muito importante, naquele momento, dizer que a gente estava fazendo uma grande homenagem a um grande artista capixaba.
19:18E isso, para nós, é cultura, é manter vivo o legado, é manter vivo, né?
19:25Viva Alex, viva, como diria o grande refrão utilizado nesses anos todos passados.
19:35E é interessante...
19:36E no samba ele se intitulou Alex do Espírito Santo, né?
19:41Alex do Espírito Santo, isso.
19:46Nem complementando, né?
19:49A gente falou da história, mas a excelência de que o Anklebe escreve e nos entregou
19:59foi fundamental de que o enredo não partisse para o princípio de ser a questão apelativa nesse sentido.
20:09E muito simples.
20:10Duas folhas e mil histórias ali, vamos dizer assim.
20:17E que deu a possibilidade de fazer um grande samba-enredo.
20:20Não sei se vocês já tiveram oportunidade de ouvir, mas a gente acredita sim, e comentários e aquela coisa toda,
20:29que ficou uma grande obra.
20:31E parabenizar também o pessoal do samba, que eu faço parte também, né?
20:37E olha só que interessante, a história, tudo que vocês trouxeram,
20:42vocês passearam por todos os campos que a gente aborda nessas conversas com as escolas.
20:50Vocês trouxeram a questão da valorização da cultura, do legado, do envolvimento da comunidade, das pessoas e tudo.
20:58E assim, a gente só tem a agradecer por trazerem e darem vida,
21:05fazer conhecida essa história para quem ainda não conhece,
21:08e para quem já conhece, reviver essa história e relembrar com muita alegria e com muito carinho.
21:14Então assim, a gente agradece de coração essa participação de vocês aqui.
21:19E queremos também agradecer ao Estúdio Fonte, que nos recebe aqui sempre tão bem,
21:22Fornada da Casa, que nos mandou as esfirras.
21:25Deliciosa.
21:25Deliciosas.
21:26As meninas Carolina Zambon e Natália Lorencini, que idealizaram esse estúdio.
21:35É um momento de muita gratidão a vocês, e a gente deseja que vocês façam um desfile magnífico,
21:42que valorize a vida de Alex, do Espírito Santo, que traga alegria para o Sambon e todo mundo.
21:49Que quem não conhece, fique interessado em conhecer.
21:51E para a gente fechar, quem quiser desfilar com vocês, ainda consegue comprar fantasia?
21:56Consegue.
21:56Entra na nossa rede social, Mocidade da Praia Oficial, que tem as informações.
22:02As fantasias estão bem legais.
22:03Mostramos hoje para o nosso amigo aí.
22:06E está bem legal.
22:09E nesse momento de gratidão, eu quero agradecer o nosso time.
22:18Toda a galera da Mocidade da Praia, que já vem trabalhando desde quando acabou o carnaval.
22:27Direção de carnaval, departamentos, colaboradores, galera do Barracão Pesado, que está pegando pesado.
22:35A galera dos ateliês.
22:38Enfim, todos gratidão e juntos para o dia 21 fazer um lindo desfile.
22:44Parabéns.
22:44E emocionante.
22:45Sucesso e que vocês consigam, de fato, transmitir toda essa emoção, todo esse trabalho aí na avenida.
22:50E que eu sempre falo, que vença o melhor.
22:53É isso aí.
22:53Que vocês consigam fazer, apresentar tudo isso para a gente presentear as pessoas que vão estar lá assistindo.
22:58Eu costumo dizer que o título é você concluir o seu projeto.
23:03Vencer ali é consequência.
23:07Mas quando a gente fala de ganhar, é falar de concluir o projeto.
23:12E tenho certeza que concluindo a gente vai estar competindo bem.
23:16Isso aí.
23:16E é isso aí, gente.
23:17Muito obrigado.
23:18É um desfile que promete emocionar.
23:22Terceira escola da sexta-feira.
23:24Um horário bacana.
23:26E eu queria, além de agradecer o convite por estar aqui, podendo falar sobre isso.
23:33Parabenizar vocês porque é muito importante, gente do Carnaval, fazer coisas assim.
23:44Essa participação aqui é muito legal porque vocês sabem do que é a construção do Carnaval.
23:50E é muito importante que isso aconteça.
23:52A gente fica muito feliz de saber e parabenizar vocês.
23:56Obrigado demais.
23:57Obrigado demais.
23:57E você?
23:59Envolver envolvidos.
24:00É isso aí.
24:01E para quem ficou interessado e quiser desfilar, já sabe.
24:03Procura as redes sociais da escola.
24:05As informações certinhas vão estar lá.
24:08A gente colocou aqui embaixo também na tela o arroba.
24:11Faça seu contato.
24:13Desfile, se divirta e valorize a nossa cultura.
24:17Os nossos ensaios às sextas-feiras.
24:18Eu não sei quando vai passar o programa, mas toda sexta-feira o nosso ensaio é ali no Triângulo das
24:24Bermudas.
24:25Próximo ao embrasado.
24:27No finalzinho ali da rua.
24:28Num projeto bem bacana de revitalização e humanização daquele espaço.
24:33E é isso.
24:34Trabalhando, colaborando, socializando, incluindo.
24:37Escola de Gente Feliz.
24:38Maravilha.
24:39Show de bola.
24:39Obrigado.
24:40Você fica ligado que tem muito mais conversa sobre as outras escolas.
24:43Vem com a gente.
24:44Tchau, tchau.
24:45Tchau, tchau.
24:50Tchau, tchau.
24:53Legenda por Sônia Ruberti

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