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A defesa de Nicolás Maduro tenta barrar na Justiça americana o processo criminal contra o ex-presidente venezuelano, alegando que ele tinha imunidade como chefe de Estado quando as acusações foram apresentadas. Preso nos Estados Unidos desde a operação que o retirou do poder na Venezuela, Maduro responde por crimes como narcoterrorismo, e o julgamento está previsto para começar em junho de 2027.

Imagens: AFP

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#maduro #venezuela #justiça

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Transcrição
00:01O presidente venezuelano deposto, Nicolás Maduro, pediu à justiça dos Estados Unidos
00:06que rejeite as acusações de tráfico de drogas contra ele, invocando sua imunidade como chefe
00:11de Estado.
00:13Ele e a esposa Cília Flores estão presos há oito meses em território americano, depois
00:18da operação militar que capturou o casal em 3 de janeiro, em Caracas, capital da Venezuela.
00:24Maduro, acusado de quatro crimes, incluindo o narcoterrorismo, argumenta que o Tribunal
00:29de Nova York, responsável pelo seu caso, carece de jurisdição para julgar os dois.
00:34Sua defesa destacou que nenhum tribunal americano jamais presidiu o julgamento criminal de um
00:39líder estrangeiro que era reconhecido por seu próprio país como chefe de Estado em exercício
00:44no momento em que as acusações foram apresentadas.
00:47Os advogados do líder chavista argumentaram ainda que a imunidade de chefes de Estado
00:51soberanos é um princípio fundamental do direito internacional e que as acusações apresentadas
00:56nos Estados Unidos abrangem o período em que ele serviu como presidente da Venezuela.
01:01Em sua primeira aparição perante o juiz responsável pelo caso, em 6 de janeiro, Maduro
01:06proclamou sua inocência e se declarou um prisioneiro de guerra.
01:10O julgamento está marcado para começar em 1º de junho de 2027.

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