00:00Aumentando um pouco disso, e aí se a gente começa já a bordo da aeronave, ou seja, dentro do voo,
00:05se um passageiro, por exemplo, agredir um tripulante, e esse tripulante, ele não puder mais, ele não tem mais condições
00:17de poder trabalhar ali durante aquele voo.
00:20Então, esse passageiro, além da multa, ele vai ser colocado numa lista com impedimento de voar por até 12 meses.
00:30Na lista dos gravíssimos, entraria esse caso que o senhor citou ali de uma brincadeira, dizendo que tem uma bomba
00:37dentro do avião? Entraria na classificação gravíssima?
00:41Não, não. A bomba, o caso de ameaça falsa de bomba, ele é caso grave. Ele estaria só sujeito à
00:47multa.
00:49Só gravíssimo impede a pessoa de embarcar em aeronaves no futuro, é isso?
00:55Perfeito. Por quê? Porque está lá no comando do Código Brasileiro de Aeronáutica que ele definiu, apenas casos gravíssimos.
01:02E aí nós buscamos o quê? Definir quais são esses casos gravíssimos.
01:06Eu vou te citar mais um ou dois casos aqui.
01:09Por exemplo, adulterar ou danificar um dispositivo de segurança.
01:14Então, o passageiro vai lá no banheiro da aeronave e comete ou altera alguma coisa que comprometa, que possa comprometer
01:21o funcionamento da aeronave.
01:23Então, esse vai para a lista de impedimento de voar.
01:27Se ele tentar invadir a cabine da aeronave, por exemplo, a cabine do tripulante, lá onde tem o piloto, já
01:35aconteceu também casos como esse.
01:38Ou se ele, por exemplo, manusear algum armamento dentro que por algum acaso ele teve acesso, também ele vai ser
01:49impedido de voar.
01:50Então, esses casos, na verdade, dos impedimentos de voar, eles são bastante específicos e tem um rol bastante taxativo na
01:58nossa regra.
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