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  • há 12 minutos
Levantamento mostra que 99,61% dos detentos liberados no DF em 2026 retornaram às prisões. Apesar do baixo percentual de evasão, crimes graves cometidos durante as saídas temporárias reacenderam a pressão pelo fim do benefício. Especialistas ressaltam que o debate precisa ir além e encarar falhas estruturais na ressocialização e a baixa escolaridade no sistema prisional.

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📽️ Darcianne Diogo/CB/DA Press

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Notícias
Transcrição
00:00Na edição de hoje do Correio Brasiliense, nós mostramos como funciona a saída temporária de presos no Distrito Federal
00:06e o que os números revelam sobre o benefício.
00:09Em 2026, 7.517 detentos foram liberados nas cinco saídas temporárias realizadas no DF.
00:17Desse total, 29 não retornaram às unidades, o equivalente a 0,39%.
00:24A reportagem também mostra casos de crimes cometidos durante o período de liberdade,
00:31como o assassinato de uma mulher de 70 anos e estupros atribuídos a um detento que havia deixado a papuda
00:38em agosto.
00:39O episódio reacendeu a pressão de políticos e setores da sociedade pelo fim do chamado saidão.
00:46Mas especialistas ouvidos pelo Correio afirmam que a discussão não pode se limitar à saída temporária.
00:53Eles apontam problemas estruturais do sistema prisional, como a falta de acesso a trabalho, educação,
01:00qualificação profissional e políticas para quem deixa a cadeia.
01:03No Distrito Federal, apenas 25% dos presos concluíram o ensino médio.
01:09Mais de 7 mil não terminaram o ensino fundamental.
01:13A reportagem mostra os números, acompanha a saída dos detentos
01:17e explica o que está por trás do debate sobre a ressocialização e reincidência.
01:23Para ler a matéria completa, acesse o nosso site.
01:26Daciane Diogo para o Correio Brasiliense.
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