00:00O medo de se identificar é por ter tido na manhã desta segunda-feira um revólver apontado para o rosto.
00:07A funcionária de uma unidade de saúde de São Diogo, na Serra, diz que estava com outras duas colegas de
00:14trabalho quando foi vítima de um assalto.
00:17Uma das vítimas contou pra gente como foi a ação dos criminosos.
00:21Ela disse que ela e as duas colegas que trabalham no posto de saúde aqui do bairro São Diogo foram
00:28fazer uma visita a um paciente,
00:29mas na volta elas foram surpreendidas por dois homens, que deixaram o carro do outro lado da rua e vieram
00:36em direção a elas a pé, já anunciando o assalto.
00:40Ela disse que eles foram muito agressivos e que uma das vítimas chegou a ser agredida.
00:45Apontando a arma na cabeça, bem nervoso, todos eles bem violentos, entendeu?
00:51E aí eu pedi que eles não fizessem aquilo, eles vieram pra cima de mim, já também pedindo o celular.
00:57E eu peguei a minha bolsa, que estava com o meu celular e os meus documentos, entreguei pra ele.
01:03E minha amiga também entregou, a outra que também estava com a gente, estava com a mochila.
01:08Eles puxaram, jogaram no chão, estavam muito nervosas.
01:12Segundo a agente de saúde, os criminosos têm se aproveitado do momento de fragilidade da população para cometerem assaltos.
01:20A pandemia e as pessoas se aproveitando disso pra fazer tamanha violência.
01:25As funcionárias registraram um boletim de ocorrência, mas agora fica o trauma de, além de ter que enfrentar a tensão
01:32da pandemia,
01:34ter que continuar enfrentando a violência nas ruas.
01:37A gente sai das nossas casas pra fazer algo assim que a gente vê que é importante pra comunidade, pra
01:43população, entendeu?
01:45Não é só o trabalho em si, mas a gente tá fazendo um trabalho de orientação pra essas pessoas.
01:50Então, quer dizer, hoje a gente não teve clima nenhum pra continuar trabalhando.
01:54E aí
01:55E aí