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  • há 14 minutos
Câmaras térmicas ajudam cientistas a medir quantas aves morrem em turbinas eólicas no mar

Um estudo de um ano acompanhou a migração de milhões de aves através do mar do Norte para avaliar o impacto potencial dos parques eólicos offshore.

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Transcrição
00:00Será que o caminho da Europa para um futuro sem combustíveis fósseis está a colocar em risco as aves que
00:06já se encontram em declínio devido às alterações climáticas causadas pelo homem?
00:10É difícil detectar colisões no mar. Está escuro e as turbinas estão longe da costa.
00:15Mas um novo estudo piloto com a duração de um ano pode ter mudado esta situação.
00:20De acordo com o estudo da Vattenfall, da Wildlife Imaging Systems e da Universidade de Wageningen, que abrangeu as épocas
00:27de migração da primavera e do outono, foram identificadas 22 possíveis colisões de aves.
00:33Duas foram confirmadas e mais uma foi considerada altamente provável.
00:37Os investigadores combinaram câmaras térmicas com inteligência artificial para detectar pequenas aves e morcegos à noite e aves de maior
00:45porte durante o dia, mesmo com nevoeiro ou chuva.
00:48Este último estudo surge num momento em que crescem as preocupações com a perturbação ecológica cumulativa causada pelas turbinas nos
00:56habitats marinhos a nível global.
00:58A Europa é líder mundial em energia eólica offshore com mais de 30 gigawatts instalados, o suficiente para abastecer mais
01:06de 26 milhões de residências.
01:08No início deste ano, 10 países, incluindo a Bélgica, a Alemanha, os Países Baixos e o Reino Unido, comprometeram-se
01:16a atingir 100 gigawatts de energia eólica offshore conjunta no Mar do Norte até 2050.

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