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  • há 2 semanas
O Estado tem mais de 4 mil pessoas fazendo tratamento. Veja a importância de pedir ajuda.

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Transcrição
00:00As fotografias eternizam o que a memória insiste em querer apagar.
00:06Você, essa aqui? Essa bonitona?
00:09É, rindo ainda.
00:11Não é Rosilene, não?
00:13É Rosilene.
00:15Em alguns casos, informações simples nem sempre são fáceis de lembrar.
00:22Quantos anos a senhora tem?
00:24Ih, meu filho, eu tenho quase 90.
00:27Eu tenho 83.
00:2970?
00:30Ainda.
00:31E seis.
00:32Dona Maria de Lourdes foi diagnosticada com Alzheimer há sete anos.
00:37De lá pra cá faz tratamento.
00:40Cercada de cuidados, ela sempre conta com alguém da família por perto.
00:45A gente sempre tá com ela, observa, deixa ela fazer o que ela sempre fez.
00:51E a gente sempre observando.
00:53Cozinhar, quem cozinha é minha irmã ou eu, mas ela esquenta uma comida, ela faz um café.
00:58É, mas mais isso.
01:01Sair de casa.
01:02Sair, ela só sai com a gente, ela não sai sozinha.
01:05Medicamentos ajudam a amenizar os efeitos dos sintomas.
01:09A doença foi descoberta há 115 anos e desafia os cientistas.
01:15Não há cura.
01:17De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, apenas no ano passado, 800 pessoas morreram por causa do Alzheimer.
01:26O sistema público de saúde oferece tratamento gratuito.
01:31Só no Espírito Santo, mais de 4.100 pessoas são atendidas.
01:37Há opções de tratamento medicamentoso.
01:41Há um tratamento também multiprofissional de reabilitação que na fase precoce, ele tem benefício, né?
01:49Criar estratégias para recuperar a memória, para criar estratégias para lembrar.
01:54Tem várias coisas que pode se fazer dentro do espelho da reabilitação cognitiva, exercício, né?
02:01Então a equipe multiprofissional é muito importante no decorrer da doença.
02:06Para a Rosilene, cuidar da mãe é apenas retribuir um pouco de todo o amor que recebeu.
02:14Ela deu a vida pela gente, então agora é a nossa vez de contribuir.
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