00:00E agora vamos ver um videoclipe muito mais recente deste seu novo álbum, a Dalsa dos Detetivos,
00:05são as impressões digitais. Parte desse videoclipe, algumas fotografias foram aqui tiradas na Casa dos Bicos.
00:11Vamos então para as impressões digitais e olhem para a Casa dos Bicos.
00:40Faz impressão o trabalho, que se tem ser superficial, faz-me impressão e baralho, o vulgário intelectual.
01:03Sinto depressão conforme, perco o tempo essencial, sofro uma pressão enorme, para gostar do que é normal.
01:18Deixo tudo para mais logo, não sou analógico, sou criatura digital, tempo para mais logo, não sou metológico.
01:30Como um papel de estado, papel de estado.
01:33E agora vamos ver um vídeo.
02:03Faz-me impressão ser seguido, imitado por gente banal, faz-me um favor, estou perdido, indica-me algo de fundamental.
02:18Acho que gosto em mim, o que me motiva, é uma cerveza transcendental.
02:25E em que me torna a fim, o que me cativa, esse sorriso vertical.
02:32Acho que gosto em mim, o que me motiva, é uma cerveza transcendental.
02:40E em que me torna a fim, o que me cativa, esse sorriso vertical.
02:46Fiz o vertical, como uma expressão digital.
02:58Sinto-te uma fotocópia, prefiro o original.
03:04E diz ao revista, e aumenta-la, bordão umbilical.
03:13Exclusivo a morder a página, em papel jornal.
03:19Faz-me impressão, trabalhou.
03:23A inércia faz-me mal.
03:27Faz-me impressão, trabalhou.
03:30A inércia faz-me mal.
03:34Faz-me impressão, trabalhou.
03:38A inércia faz-me mal.
03:42A inércia faz-me mal.
03:43Faz-me impressão, trabalhou.
03:45A inércia faz-me mal.
03:49A inércia faz-me mal.
03:49Oh-oh, oh-oh.
03:53Yeah, whoa, whoa
03:57Yeah, whoa, whoa
04:02Yeah, whoa, whoa
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