00:00Nós, enquanto conselho, a gente sempre tenta apoiar todas essas ações,
00:05essa melhora no atendimento, na capacitação,
00:09porque esse protocolo vai servir para que toda a rede tenha capacidade de atender as nossas crianças.
00:17Principalmente a criança vítima de violência ou que ela presenciou uma violência.
00:21Nós vamos ter na educação, na saúde, profissionais que vão estar capacitados,
00:27que eles vão saber para onde direcionar essa criança, o que fazer com essa criança.
00:32Então ela não vai ficar sofrendo além do necessário.
00:36Da violência que ela já passou, ela vai ser acolhida e direcionada.
00:41A presidente do conselho explicou quais são as portas de entrada para atendimento a crianças e adolescentes.
00:49Nós temos várias portas. Ela pode começar na escola, ela pode começar na saúde,
00:54ela pode começar no serviço de convivência.
00:57É aonde essa criança, através de uma revelação espontânea, ela manifestar.
01:03Ou, por exemplo, se a escola perceber alterações nessa criança,
01:07a escola pode fazer uma escuta e também descobrir e encaminhar.
01:12Então nós queremos isso, que todos estejam capacitados para ou receber,
01:18que a criança vai espontaneamente contar, ou colher os sinais e identificar e encaminhar.
01:27Quem tiver alguma denúncia, pode procurar ou a polícia civil diretamente,
01:33pode procurar a escola, pode ir na assistência e procurar uma assistente social,
01:40alguém ali que vai saber direcionar.
01:42Silvia destacou a importância da elaboração do documento.
01:46É importantíssimo. Agora a gente sabe qual o caminho a seguir, né?
01:50Que antes chegava na escola e ficava,
01:52ah, vamos chamar o conselho tutelar. Não, vamos chamar a polícia.
01:56Agora cada setor tem o seu protocolo ali.
01:59Se chegar na escola, o que a escola vai fazer?
02:02Se chegar na saúde, o que a saúde vai fazer?
02:04Cada um vai saber o que fazer.