00:00Me senti muito constrangido porque não tinha necessidade de fazer aquilo.
00:04Ele deu a voz para todo mundo ir embora, todo mundo foi, mas o que acontece é,
00:08eu estava esperando a minha vez ser atendido, não precisava fazer aquilo.
00:13Todo mundo foi atendido, quando chegou a minha vez, ele falou para o papai fechar lá com isso aí.
00:17O papai fechou a porta, não me atendeu e fez o que fez.
00:22E é um negócio muito chato, né? Ficar acontecendo esse negócio,
00:25por mais que a pessoa pode estar na madrugada, não importa.
00:27É o momento da pessoa, entendeu? A pessoa trabalha, né?
00:31Porque está naquele ali que a pessoa pode estar fazendo coisa errada.
00:34Estava todo mundo lá, tinha gente, não tinha som alto, não tinha som de baile, não tinha.
00:39Estava tendo um atendimento normal, como qualquer distribuidora tem.
00:42Tinha um fluxo de gente, todo mundo esperando para ser atendido, né?
00:45Que os rapazes acorriam dentro para atender eles, nós cá fora.
00:50Eles chegaram, botaram todo mundo para correr, falaram assim, vou contar até 5.
00:53Contou até 5, 1, 2, 3, 4, tomou sal correndo.
00:56E os que estavam caindo na distribuidora, o rapazes acorriam, continuaram esperando, permaneceu.
01:00Foi lá que eles vieram para o lado da gente e falaram,
01:04vocês têm ciclo para atender eles aí, entendeu?
01:07Aí o rapaz estava atendendo todo mundo, quando atendeu o último,
01:10que chegou a minha vez, o rapaz não deu para atender.
01:14Entendeu? Aí aconteceu aquilo lá.
01:16Para que não aconteça com mais ninguém, que isso venha a ser corrigido, né?
01:22Entendeu? Da melhor forma possível, né?
01:25E que não venha a acontecer de novo, porque isso aí não se faz de forma alguma, entendeu?
01:30Uma abordagem do policial não pode ser dessa forma.
01:32Se ele é profissional, ele tem que saber fazer o trabalho dele, entendeu?
01:36E eu estava no meu direito, não fiz nada com ele.