- há 3 semanas
Você já teve zumbido no ouvido? Esse problema é mais comum do que a gente imagina, principalmente na terceira idade. Nosso quadro "E aí, Doutor?" vamos conversar com a médica Gabriela Pilon e a cabeleireira Lucymar Pimentel sobre o que pode causar desse incômodo.
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NotíciasTranscrição
00:00Você já teve zumbido no ouvido?
00:03Esse problema é mais comum do que a gente imagina, viu?
00:08A apresentadora Mariana Rios revelou que sofre com isso, gente.
00:13Em uma entrevista, ela disse que foi diagnosticada com a síndrome de Menier,
00:19uma doença autoimune.
00:20No caso da artista, a doença foi provocada pelo estresse.
00:24Ela alegou que seu corpo entrou em colapso e por conta da síndrome,
00:29perdeu 30% da audição do ouvido esquerdo.
00:33E agora, para controlar, ela toma medicamento todos os dias.
00:38E esse vai ser o assunto do nosso quadro E aí, doutor?
00:41Conhece alguém que sofre com zumbido?
00:44É o seu caso?
00:45Manda para a gente suas dúvidas, suas perguntas aqui pelo nosso Facebook,
00:48porque o estudo de uma revista americana mostrou que o zumbido afeta mais de 740 milhões de pessoas em todo
00:56o mundo,
00:57principalmente na terceira idade.
00:59O problema pode ser causado por vários fatores.
01:02Então, vamos bater um papo sobre esse assunto.
01:05Aqui a gente recebe a doutora médica Gabriela Pilon.
01:09Muito obrigada pela sua participação.
01:12E também a Lucimar Pimentel, que tem 5 anos para cá, você sofre com zumbido, Lucimar?
01:20Sim, 5 anos. Começou também.
01:23Me interessou quando eu assisti a reportagem que vocês fizeram, né, do zumbido, da Mariana Rios.
01:31E eu me senti assim, que era o mesmo problema que ela tinha, praticamente era o meu também.
01:37E foi, tem 5 anos, foi no dia também de muito estresse, de barulho de secador.
01:43E foi no final da tarde que deu uma coceira e daí veio um estalo forte no meu ouvido, no
01:48meu ouvido direito.
01:50E fiquei até na segunda-feira para procurar especialistas, né?
01:54E começou a minha corrida atrás de especialistas.
01:58Cada um falava uma coisa, aí fazia exames e nada, não tem cura, não tem cura.
02:03E eu perdi também 30% da audição, do meu ouvido direito.
02:08E esse zumbido fica comigo o tempo todinho, sem parar uns segundos sequer.
02:15Qual o barulho que você ouve?
02:17Às vezes, agora, por exemplo, é de um apito, às vezes é de uma cigarra.
02:23E no meu pico de estresse, quando às vezes estou muito ansiosa, ele tende a aumentar mais.
02:29Ele fica mais forte, entendeu?
02:32E às vezes me dá tonteira, é muito ruim.
02:36À noite mesmo, assim, para mim, não perceber tanto o barulho, eu ligo a TV, deixo a TV ligada, programo.
02:46E ali eu pego no sono, mas é um sono meio turbulento, né?
02:51Não é aquele sono bom mesmo.
02:52Com aquela qualidade que a gente tem na mente.
02:54Com aquela qualidade boa, né?
02:55Imagina você aí de casa, está tudo bem, aí da noite para o dia, do dia para a noite,
02:58uma hora para a outra, começa a ouvir um zumbido.
03:02O que que explica isso, doutora?
03:04Então, o zumbido, ele tem várias causas, né?
03:07Quando a gente está falando de zumbido associado à perda auditiva, como eles estão falando,
03:10eu vou fazer uma explicação que eu gosto de fazer no consultório, para facilitar a explicação.
03:16Não sei se vocês já ouviram falar, quando o paciente amputa uma perna, por exemplo,
03:19e continua sentindo dor naquele membro fantasma.
03:24Eu uso muito essa analogia do ouvido.
03:26Quando você perde a audição, você pode ficar ouvindo, porque o nervo está mandando o estímulo,
03:33vamos simplificando, e continuar ouvindo um barulho pela ausência daquele som.
03:40Então, a perda auditiva é uma das maiores causas de zumbido.
03:44E ela é o primeiro ponto que a gente tem que investigar em qualquer zumbido, perda auditiva.
03:49E aí começa essa investigação que ela falou.
03:52Audiometria, impedanciometria, são exames que a gente vai complementando para saber, tem perda?
03:57Não tem perda?
03:58E também é importante avaliar outros fatores.
04:01Parte metabólica, então, distúrbios do colesterol, do triglicerídeo, da tireoide,
04:07distúrbios do sangue, outros distúrbios da parte emocional também tem que ser avaliados,
04:15igual ele falou, a ansiedade.
04:16Por quê?
04:17Porque a interpretação do zumbido, ela é no cérebro, né?
04:21Então, esse som, ele ganha proporções maiores ou menores de acordo com a parte emocional do paciente.
04:28Então, o zumbido está sempre associado a algo, é isso?
04:31Sempre, não, ele pode vir sem ter perda, mas ele está...
04:36Mas tem sempre algo por trás, tem sempre uma causa por trás disso, ou seja, o estresse, o caso dela...
04:41Nem sempre você consegue ter o diagnóstico exato, por exemplo, mas quando você tem uma perda auditiva,
04:46você sabe que ela é um fator importante para esse zumbido.
04:50Mas na medicina, assim, sempre e nunca é uma palavra difícil de ser usada, né?
04:54Mas, em geral, a gente consegue, a gente tenta achar possíveis causas ou possíveis fatores agravantes daquele zumbido.
05:05No caso dela, que a cabeleireira atua no salão, aquele barulho do secador...
05:09Sim.
05:10A exposição ao ruído pode dar um tipo de perda auditiva específica, exatamente porque ficou exposto vários anos.
05:17E esse tipo de perda específica também é uma causa de zumbido.
05:21Porque perde frequências, né? Em frequências específicas, que a gente chama de paíra, doença, por exposição, repetidas aos ruídos.
05:29E pode dar zumbido, sim.
05:31Por isso que motor, motorista, motorista, gente que trabalha em área industrial, que usa protetor, que usa fone,
05:39que tira o protetor para falar com coleguinha.
05:42Só, mas doutora, só tira um pouquinho.
05:45Aí daqui a pouco começa, doutor.
05:46Eu tiro só um pouquinho, mas eu estou ouvindo um zumbido de vez em quando, que eu estou lá na
05:49minha casa no silêncio.
05:51Então, tem que ter cuidado.
05:52O protetor, ele exige, ele existe porque ele é necessário naquela área.
05:57Isso é uma coisa muito importante para se atentar quando a gente fala de zumbido, né?
06:01Agora, a Mariana Rios também veio destacar o estresse, a ansiedade.
06:07Você também se identifica com isso?
06:08Sim.
06:09Por quê?
06:11Porque eu sou muito ansiosa, né?
06:13Eu sou muito preocupada com o trabalho, com...
06:18Eu estava falando com ela, eu se preocupo com as pessoas.
06:21E isso me faz mal.
06:24Eu sei que ela estava até falando que eu tenho que fazer um tratamento também, né?
06:27Com o terapeuta, que isso é muito importante.
06:30E eu fiz o tratamento, Roberto, durante um ano.
06:33Tomei medicamentos, bastante medicamentos, fiz vários exames.
06:38E no final...
06:38Reduziu?
06:39Hã?
06:39Reduziu o zumbido?
06:41Não.
06:41Não reduziu?
06:42Não.
06:42No final, a doutora que estava me acompanhando falou assim, infelizmente você não tem cura.
06:50Não para de tomar remédio.
06:52E foi o que eu fiz.
06:53E isso tem três anos que eu não vou mais nenhum especialista para dar uma olhada, né?
06:59Para ver como que está meu andamento de perda.
07:04Não sei se eu tive mais perda de auditiva.
07:07Isso eu não sei.
07:08Ó, daqui a pouquinho então, a doutora Gabriela vai dizer se tem cura ou não.
07:12Como é que é o tratamento.
07:13Ou se a pessoa precisa aprender a conviver com esse zumbido.
07:17E como minimizar esse impacto na vida, né?
07:20No dia a dia.
07:21Mas você disse, vocês duas disseram que é uma palavra importante, né?
07:24Buscar ajuda psicológica.
07:26Então, a gente também entrou em contato com o psicólogo, o Juliano Coimbra, que ele
07:31vai falar para a gente agora sobre os problemas que isso pode trazer, né?
07:35De que forma, Juliano, que a nossa saúde mental pode também atrapalhar, né?
07:42Assim, impactar no zumbido.
07:45Boa tarde.
07:46Boa tarde.
07:48Primeiro, o nosso corpo, ele está interligado às nossas emoções.
07:53E as nossas emoções, elas estão interligadas ao nosso corpo.
07:56O grandioso problema é que as pessoas, elas tendem a fazer uma distinção entre o que
08:00está aqui, na saúde mental, e o que está na saúde física.
08:03Mas um, Roberto, está ligado ao outro.
08:06Quando as minhas emoções são boas, o meu corpo também não vai bem.
08:11Assim como o meu corpo também não vai bem, as minhas emoções também não vão estar
08:14boas.
08:15O que isso quer dizer?
08:17Por exemplo, uma ansiedade.
08:18O indivíduo, quando ele tem algum sintoma de ansiedade, ele pode parar para observar
08:24o corpo dele, em um dado momento, vai ter alguma agitação, vai ter taquicardia, vai...
08:30O corpo, ele vai responder de acordo com as emoções.
08:35Da mesma forma, no processo depressivo.
08:38Estou falando da depressão e do processo depressivo, são as duas maiores situações tais que nós
08:43estamos vendo na atualidade e que tem um número muito maior de pessoas sofrendo com tais
08:48danos, com tais adoecimentos.
08:50No processo depressivo, por exemplo, o indivíduo vai ter uma tristeza recorrente, o indivíduo
09:05O indivíduo, ele nada mais é, nada mais é, menos, quando a gente descarta as causas
09:10orgânicas, as causas biológicas, como resultado dessas emoções que foram tratadas, que não
09:16foram mexidas.
09:17Quando a nossa boca não fala, o nosso corpo, ele vai trazer algumas reações para a gente
09:24parar para observar para esse corpo que não está com funcionamento.
09:28E é isso que acontece quando nós não olhamos para as nossas emoções, quando nós não
09:33olhamos para o nosso corpo, automaticamente esse corpo vai dar sinais, seja os aspectos
09:39psíquicos, seja os aspectos físicos.
09:42E deixa eu trazer então essa pergunta aqui para a doutora Gabriela, chegam muitos casos
09:46assim no seu consultório que está associado com uma ansiedade, com uma depressão, doutora?
09:51Chegam muitos casos assim.
09:52Inclusive, assim, não só isolado, como não tem perda auditiva, paciente não tem perda
09:56auditiva e tem zumbido associado à ansiedade e depressão, como também tem paciente que
10:01tem perda auditiva, mas que está com uma ansiedade, uma depressão descontrolada, não
10:06tratada e isso piora a potência, o tanto de incômodo que o paciente tem com aquele zumbido.
10:13Então, não apenas ele pode ser como causa exclusiva, mas como ele pode ser junto, igual
10:19ele está explicando, uma causa em um todo, em um paciente como um todo.
10:23Olha só, aqui no nosso Facebook tem muita gente desabafando sobre esse assunto.
10:29A Maricida Borges fala, inclusive, aqui que ela acha que ela tem diabetes, que ela fala
10:32que é um dos problemas que dá zumbido no ouvido.
10:34É isso mesmo, doutora?
10:35A diabetes também pode...
10:36Causas metabólicas, né?
10:38Então, glicose, colesterol, triglicerídeo, tireoide, tudo isso influencia muito no ouvido
10:43interno.
10:44Então, podem piorar e serem causas de zumbido.
10:46A Onofra Martins fala, eu sofro muito com esse zumbido, tenho 67 anos e não sei mais
10:54o que fazer.
10:55A doutora Gabriela vai responder agora pra gente, viu?
10:57A Isa Loiola fala, Roberto, eu tenho hipotiroidismo, olha aí, doutora, e tenho zumbido todos os
11:03dias e também tontura, gente.
11:07Gilberto Marcelino fala, estou com esse zumbido no ouvido esquerdo.
11:11Falou que, inclusive, está com o médico marcado pra essa semana.
11:14Isso aí, a gente tem que buscar ajuda.
11:16Você buscou ajuda.
11:17Busquei ajuda.
11:18Mas, até agora, ainda está em busca dessa resposta, né?
11:22Isso, eu até estava falando com a doutora que ontem mesmo eu estava falando, vou procurar
11:26novamente o otorrino pra fazer novos exames, porque é aquilo que o doutor também falou,
11:33né?
11:34Quando eu estou muito ansiosa, eu sinto que o zumbido tende a piorar, aumentar, assim, o volume
11:42dele é mais alto.
11:43Quando eu estou mais tranquila, eu sinto que ele diminui, mas não para.
11:48É constante.
11:49E aí, doutora, qual é o tratamento?
11:51Tem solução?
11:52Então, a primeira coisa é determinar se existe uma causa pra esse zumbido.
11:57É o primeiro ponto.
11:57Porque eu posso ter cera no ouvido como causa de perda auditiva e, consequentemente, de zumbido.
12:03Então, a primeira coisa é pra procurar um otorrino pra fazer o exame físico desse
12:07ouvido, olhar esse ouvido por dentro e fazer exames complementares, principalmente, gente,
12:12se o zumbido for unilateral.
12:14Se o zumbido for de um lado só, então eu tenho zumbido de um lado, esse zumbido, ele
12:19precisa mais de investigação, de complementar, tá?
12:25Então, descobrir a causa, descobrir fatores metabólicos ou perdas auditivas.
12:30Então, fazer toda essa investigação de sangue e toda essa investigação de audiometria
12:33pra gente, a partir daí, atuar.
12:36Ou na perda auditiva, se ela tiver solução, que algumas têm, ou se ela não tiver solução,
12:42a gente vai atuar em outras coisas que podem piorar.
12:45Na ansiedade, na depressão ou em causas metabólicas que podem piorar.
12:49Então, assim, tem vezes que não tem um remédio, não é aquele tipo de doença que
12:53você dá um remedinho e você vai curar esse paciente, normalmente.
12:57Normalmente, você vai precisar da atuação de vários profissionais.
13:00É do psicólogo, é do nutricionista, é do otorrino.
13:04Você vai precisar de muita gente atuando junto pra esse zumbido amenizar ou conviver com ele.
13:11E a pessoa que não dá aquela devida importância logo no início, achando que vai passar, vai
13:15passar e nunca passa, pode vir a piorar, igual ela contou aqui, tá aumentando a intensidade
13:20do dela.
13:21Sim.
13:21É importante quando o zumbido for súbito, você sempre procurar o otorrino.
13:26Por quê?
13:26Existe perda auditiva súbita, que ela acabou de acontecer.
13:30Quando ela acabou de acontecer, tem mais medicamentos que a gente consegue entrar naquelas 48 horas,
13:3672 horas da perda auditiva, pra poder reverter essa perda.
13:42Então, por isso que é importante, se o zumbido e a tontura forem súbitas, procurar sempre
13:46a avaliação do otorrino.
13:48A Adriana fala, estou com esse zumbido de cigarra no ouvido desde ontem, tomo medicação
13:54pra ansiedade, mas o da noite acabou, por isso ela está sem dormir, com crise de ansiedade,
13:59tendo, inclusive, espasmos muscular nos braços, nas pernas.
14:02Ou seja, mostra muito bem o que o Juliano acabou de falar, né?
14:06Está tudo interligado, o nosso corpo vai se expressar de alguma forma.
14:10Vai.
14:11Né, doutora?
14:11Sim, a ansiedade é uma dos...
14:14E a gente vive um período, igual ele mesmo falou, né?
14:16É uma doença muito frequente, que vem aumentando muito a ansiedade, né?
14:20Depressão e ansiedade.
14:22Então, tem aumentado, tem que ter controle.
14:24E, às vezes, também as pessoas pensam assim, eu tomo um remedinho pra dormir e isso
14:29vai me ajudar a curar a minha ansiedade.
14:31Não, ansiedade não se trata com um remedinho pra dormir.
14:34Ansiedade se trata com psicólogo, com psiquiatra, com acompanhamento semanal ou de 15 em 15
14:42dias, de acordo com a necessidade de cada profissional.
14:45Então, ansiedade é uma doença séria que tem que ser tratada da maneira como ela merece,
14:52né?
14:52Deixa eu voltar a falar com o Juliano, só pra gente, então, encerrar o assunto pra cima,
14:55ele dando uma dica.
14:57Como que a gente pode começar agora, Juliano, tratando essa ansiedade?
15:02O primeiro passo é a gente reconhecer quais são essas causas, né?
15:07Tratar, às vezes, como a doutora acabou de falar aí, às vezes não vai tratar esse
15:12zumbido.
15:13Às vezes nós vamos tratar a maneira como nós lidamos com esse zumbido é importante
15:17pra diminuir os aspectos de ansiedade, os aspectos depressivos e pra essa pessoa ela
15:22poder seguir a vida de uma maneira mais prazerosa, menos danosa.
15:27Eu acho que a gente perdeu um pouquinho da conexão ali com o Juliano, o áudio ficou
15:40ruim, mas só pra gente finalizar, eu acho que ele deixou um recado muito bem dado, né?
15:45A gente precisa reconhecer e ver a forma que a gente lida com isso, é muito importante.
15:51E você já deu esse primeiro passo, esse reconhecimento, né, Lucimar?
15:55Sim, com certeza.
15:56E eu falei até com a doutora também, dia hoje, que eu procurei até tratamento ortodôntico.
16:03Faz sentido.
16:04Pra, pra, por quê?
16:05Mordida cruzada, é uma, assim, eu vou fazer até uma cirurgia ortognástica pra me ver
16:14se eu consigo também diminuir um pouco desse zumbido, entendeu?
16:18Aí, procurar o odonto faz sentido na medida que algumas patologias do dente também podem
16:25contribuir, e musculares também, tá?
16:28Então, dores cervicais e dores de articulação temporomandibular e alterações da arcada podem
16:36contribuir pro zumbido.
16:37Então, tudo isso tem que ser avaliado.
16:38Tem que investigar.
16:40Procura um autorrino, aí depois você vai fazendo também um processo multidisciplinar,
16:45né?
16:45Exatamente.
16:45Isso, ou associado também com o psicólogo.
16:46Se possível, é claro, né?
16:49Que nem todo mundo tem essa realidade, aí vai pra fila do SUS e fica lá esperando, esperando,
16:52esperando, mas não desista, viu, gente?
16:54E aqui tá o nosso papel, de levar essa informação pra você aí de casa mostrar qual é o caminho,
17:00por onde que você começa.
17:02Obrigada pela participação de vocês.
17:04Muito obrigada.
17:04Um beijo também pro Juliano, que participou com a gente, contribuindo com esse assunto tão
17:08importante.