00:00Eu estava lá na UPA Tancreda, a gente estava de plantão, e aí a moça estava com dor lá, tinha
00:04sido medicada no ambulatório,
00:06foi lá para a enfermaria para ficar internada com a gente, depois de alguns minutos que ela estava no leito,
00:10ela levantou, chegou na enfermaria e falou que estava com dor.
00:12O médico pegou o prontuário e falou para ela que ia rever novamente a medicação para fazer para ela,
00:18e aí ela continuou gritando no corredor, e eu pedi para ela voltar e aguardar no leito que ela seria
00:23medicada.
00:23A mesma saiu brava, chutando a parede, me ameaçando de morte, quebrou um bebedor, chutou a parede,
00:29aí saiu do local por conta, se evadiu, e aí segundo os populares lá fora, ela já tinha voltado com
00:35a faca,
00:35falando que ia me matar. Aí o pessoal segurou ela lá fora e tomou a faca dela.
00:39Aí a guarda municipal chegou e deu apoio.
00:41A insegurança, a insegurança de você estar prestando um trabalho para a população,
00:45e você passar por uma situação de alguém falar que vai te matar no seu local de trabalho.
00:49Espero que a pessoa seja punida e que isso volte a acontecer, que a gente está ali para prestar o
00:53apoio à população
00:54e dar o melhor, né? Então, prestar, cuidar da saúde, não ser ameaçado de morte.
01:00Ah, é humilhante, né? Você nunca sai de casa para trabalhar para passar por isso, né?