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  • há 2 dias
A Justiça concedeu liberdade provisória à proprietária de uma fábrica de alimentos investigada após um consumidor encontrar um rato morto dentro de um bolo em Porto Alegre.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira, em audiência de custódia, quando a prisão em flagrante foi homologada. A juíza Fabiana Pagel da Silva, do Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), determinou o cumprimento de medidas cautelares. A prisão preventiva não foi decretada porque não houve pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul nem representação da autoridade policial.

De acordo com a decisão, imagens analisadas no caso indicariam a presença de fezes de animais e alimentos com mofo. O nome da investigada e do estabelecimento não foram divulgados.

Operação Expurgo encontrou fezes e urina de roedores

A proprietária havia sido presa em flagrante na quarta-feira, durante a Operação Expurgo, realizada pela Delegacia de Polícia de Proteção aos Direitos do Consumidor (Decon), em conjunto com a Vigilância Sanitária e a 13ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre.

A fiscalização ocorreu em unidades da fábrica na zona Sul e no Centro Histórico da Capital, após um consumidor relatar ter encontrado um rato morto dentro de um bolo parcialmente consumido.

Durante a inspeção, os agentes encontraram fezes e urina de roedores, produtos vencidos e condições inadequadas de higiene. O estabelecimento foi interditado.

A decisão judicial não representa julgamento do mérito da investigação, que segue em andamento. Entre as medidas impostas estão manter endereço e telefone atualizados, comparecer em juízo quando intimada, adequar os demais estabelecimentos sob sua responsabilidade às normas sanitárias e não se envolver em novos delitos.

As condições serão reavaliadas pelo juízo de origem em 90 dias. O descumprimento poderá levar à revogação da liberdade provisória e à decretação da prisão preventiva.
Acesse o nosso site: https://www.rsnoticias.top/2026/10/caso-do-bolo-com-rato-em-porto-alegre.html

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Transcrição
00:03A proprietária de uma fábrica de alimentos investigada em Porto Alegre conseguiu liberdade
00:08provisória após a prisão em flagrante.
00:11A investigação começou quando um consumidor encontrou um rato morto dentro de um bolo
00:16parcialmente consumido.
00:18Durante a Operação Expurgo, agentes localizaram fezes e urina de roedores, produtos vencidos
00:24e sinais de mofo.
00:26A fábrica foi interditada.
00:28A decisão foi tomada em audiência de custódia, sem pedido de prisão preventiva pelo Ministério
00:34Público ou pela Polícia.
00:36A liberdade veio acompanhada de medidas cautelares, como manter endereço atualizado, comparecer
00:44à Justiça quando intimada e adequar os demais estabelecimentos às normas sanitárias.
00:50O caso continua em investigação e as condições serão reavaliadas em 90 dias.
00:58A CIDADE NO BRASIL
01:00Obrigado.

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