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  • há 14 anos
O pontificado de Bento XVI foi marcado por uma grave crise da Igreja contemporânea, pelo descrédito provocado por abusos sexuais e pelo escândalo do vazamento de documentos do Vaticano. O alemão Joseph Ratzinger foi o primeiro Papa a expressar vergonha e a se reunir com vítimas de abusos. Ele também foi o primeiro pontífice a admitir o uso de preservativo em casos limitados para evitar a Aids. Ainda assim, permaneceu inflexível quanto às questões morais. Em nome da vida, manteve a condenação do aborto, das manipulações genéticas, da eutanásia e do casamento gay.

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