- há 1 ano
ODONTOLOGIA GERAL - Todas as Aulas Organizadas de forma Didática na Playlists.
Categoria
📚
AprendizadoTranscrição
00:00Então, vamos lá.
00:09Olhando essas fotos assim, daqui,
00:11qual que vocês acham que é a mais grave?
00:18É.
00:24Por quê?
00:27Aí, cabora. Por quê? Porque está feio.
00:30A C também está chegando.
00:38Vamos lá.
00:40Vamos começar pela C que você falou.
00:42Agora, vamos mudar.
00:44A pergunta foi qual é a mais grave,
00:45depois eu vou responder para vocês.
00:46Mas, qual dessas é uma obsessão?
00:50Quais são os obsessos?
00:51Quais são os seolites?
00:52C é obsessão.
00:55F é a seolite.
00:57Não sei.
01:02É porque está escuro mesmo.
01:04Eu acho que eu fico olhando assim.
01:06Vamos lá.
01:07Vamos pela C.
01:08A C é um obsessão.
01:10Bem circunscrito.
01:13Macia a palpação.
01:14Vocês não estão sentindo, mas dá para sentir.
01:16Macia a palpação.
01:16Mas bem circunscrito.
01:19Essa é a característica que melhor define o obsessão.
01:21Ele é bem circunscrito.
01:23Eu consigo delimitar onde é que está a infecção.
01:26Aí é a mesma coisa.
01:27O obsessão.
01:27Olha só.
01:28Bem delimitado.
01:32A e D.
01:33A e D são exemplos do que eu falei para vocês do espaço canino.
01:37Sim.
01:38Tá?
01:38Por quê?
01:39Só não tiveram a oclusão da palpa.
01:42Mas olha só o suco nasogeniano.
01:44Tem um pouquinho.
01:45O aumento mínimo ali na palpa desse canino.
01:48É.
01:48Mas assim.
01:49Tem um mínimo, mas não consegue.
01:50Porque geralmente o paciente é assim para você.
01:52Ah.
01:52Fechado.
01:53Fechado.
01:54Mas olha só o suco.
01:55De um lado está bem preeminente.
01:57Ela já não tem desse lado.
01:59Então esses dois casos aqui são celulites com invasão do espaço canino.
02:05Ou espaço inforbitário.
02:07O D e o F são os casos de celulite graves.
02:12Por quê?
02:13O B é uma angina de Ludwin.
02:16Por quê?
02:16Olha onde é que está a língua da paciente.
02:19Ah, sim.
02:19Não dá para...
02:20Não, não.
02:21Mas assim.
02:22Não, não.
02:23Não dá para ver em si.
02:24Não.
02:25Porque aqui embaixo você vê que está a corretiva ali submandibular.
02:30Você está toda essa região.
02:31Não, não.
02:32Mas a F aqui é só...
02:33Não.
02:34Unilateral.
02:34É só submandibular.
02:37Só que qual é o grande problema aqui?
02:39A gente não consegue definir aonde está esse aumento de volume.
02:43Nesse aqui, qual é o risco?
02:45O paciente submandibular, submentoneano sublingual, bilateralmente.
02:51O que acontece na infecção?
02:52O paciente não morre porque a infecção está aqui.
02:54Ele morre porque a infecção vai aumentando.
02:56Ele vai projetando a língua para cima e o paciente morre para asfixia.
03:01No caso de angina lúdia, a primeira coisa é vias aéreas pérvias.
03:06A gente vai falar um pouquinho disso na aula de trauma, que é o A.
03:09Aquele ABCDE de vida, o ABC de vida é o vias aéreas pérvias.
03:13Nesse caso aqui, a paciente com angina lúdia, uma das coisas é realizar tachostomia.
03:18Porque o paciente vai a óbito por dificuldade respiratória.
03:24Então assim, quando a gente fala de microbiota das infecções,
03:28são as mesmas que a gente está no nosso dia a dia de consultório.
03:33Ah, mas é um abscesso pequeno.
03:35É a mesma coisa do abscesso grave.
03:37Por que ocorre isso?
03:39Pela tríade, hospedeiro, micro-organismo e meio ambiente.
03:44Gente, a cavidade bucal é a cavidade extremamente contaminada.
03:48Aí você tem um triângulo.
03:49Se esses fatores aqui estiverem em acordo, a gente não vai ter nada.
03:55O problema é, se a sua hospedeira aqui ficar doente,
03:59baixa a imunidade dele.
04:02Ele tem micro-organismos que estão...
04:09Uma violência alta, mas assim, e às vezes em grande quantidade,
04:12você vai ter uma infecção metogênica.
04:14Pô, exemplo clássico do nosso dia a dia.
04:16Quantas vezes a gente atende um paciente,
04:18aí você vê aquela raiz residual ali,
04:21que já está há mil anos,
04:22esse cara você atende há dez anos,
04:24há dez anos você fala para ele assim,
04:25olha só,
04:26seu João, você tem que tirar essa raiz aí.
04:29Não, dá para saber.
04:30Aí ele vai, faz limpeza, faz restauração, faz clareamento.
04:33Seu João, tem que tirar essa raiz.
04:36Dez anos, aquela raiz impacta na vida dele.
04:39Aí vocês atendem o paciente com uma cárie minúscula na oclusal do siso inferior,
04:47aí daqui a pouco esse cara está com uma angina de lúdia.
04:50Cara, qual é o fator?
04:54Porque às vezes o seu João se alimenta direito,
04:56ele não tem estresse,
04:57o sistema imune dele está normal,
04:59e o paciente de 18 anos,
05:01ele faz karate, judô, futebol,
05:04estuda, está fazendo vestibular,
05:05a sistêmica dele está comprometida.
05:09Então, por causa disso,
05:11a gente vai ter uma infecção,
05:12porque as bactérias são as mesmas que a gente,
05:14no dia a dia do nosso consultório.
05:18E aí você tem um cálculo,
05:20sim, um cálculo que é muito no papel,
05:22porque você não consegue fazer esse cálculo na hora,
05:24que é a infecção é igual ao número de bactérias
05:26vezes violência dessas bactérias,
05:28dividido pela resistência do hospedeiro.
05:30Isso é um cálculo virtual,
05:32mas é o que acontece,
05:32qualquer modificação que a gente tenha,
05:36a gente vai ter infecção.
05:38E assim,
05:39é utópico achar que uma bactéria
05:42é o causador de todo aquele problema.
05:45Geralmente, a gente vai ter de 5 a 8 espécies,
05:48raramente uma,
05:49ou quase que impossível,
05:50uma bactéria causando isso.
05:52Essa referência é do Topaz de 97,
05:56e a gente tem uma nova versão do Topaz,
05:58que é de...
06:00deixa eu me interromper,
06:01de 2002 a 2005,
06:05que é a última versão,
06:07mas eu nem lembro se tem em português,
06:08a versão que eu tenho é em inglês,
06:10que é a versão mais atual do Topaz,
06:12que ele fala isso,
06:12de 5 a 8 bactérias diferentes.
06:14E se a gente pegar os livros de cirurgia,
06:17de infecção,
06:18todos,
06:19todos, sem exceção,
06:20vão citar o Topaz,
06:21porque é o livro de infecção mais completo que a gente tem.
06:23E as características aeróbias e anaeróbias das infecções.
06:30De um modo geral,
06:31a gente vai ter 5% aeróbias,
06:3435 anaeróbias e 60% mistas.
06:38A cada...
06:39Se o paciente tiver um abscesso,
06:40ele vai ter mais de um tipo de bactéria,
06:43na ceolite ele vai ter mais de outro tipo de bactéria.
06:47Isso vai depender do estágio e do tempo de duração,
06:51o tempo de evolução dessa infecção.
06:53As três mais comuns,
06:57isso é importante a gente saber,
06:58isso aí também está em todos os livros da parte de infecção,
07:03cocos aeróbios ganhos positivos,
07:05cocos anaeróbios ganhos negativos
07:08e bastonetes anaeróbios ganhos negativos.
07:13Geralmente, a pergunta,
07:14já foi questão da Marinha isso também,
07:16a pergunta, ele fala assim,
07:17quais são as bactérias mais comuns
07:19numa infecção ontogênica?
07:21Pô, Ligo, mas você falou que já mudou,
07:22mas assim, nos livros, nos estudos que existem,
07:25são as três mais comuns.
07:27A gente pode ter uma quarta,
07:28que geralmente é que você tem que mudar o antibiótico.
07:31Ou que esse paciente,
07:33no antibiograma,
07:36ele é resistente àquele antibiótico,
07:38ou por causa de uma cultura,
07:39que você vê mais de uma bactéria naquela região,
07:41mais do que essas três bactérias na região.
07:45Ou...
07:45Você vai ter essas três em quase que...
07:57Mesma quantidade,
08:01porém variando,
08:02dependendo se você estiver no abcesso
08:03ou passando na ceulite,
08:05no abcesso ou na ceulite.
08:07Porque, tecnicamente,
08:07você começa com uma osteite,
08:10epical,
08:10depois uma ceulite,
08:11aquilo que unifica e vira um abcesso.
08:13Não, mas são as mesmas bactérias.
08:17Você não vai ter.
08:18Você vai ter predominância de aeróbias e anaeróbias.
08:21Mas é difícil você saber em qual está.
08:23O cara tem que falar para você
08:24se é um abcesso ou se é uma ceulite.
08:26Tá?
08:29A gente vai falar.
08:32O quadrinho clássico de prova.
08:38A etiologia,
08:40ela não muda.
08:41Ela tem essas três aqui,
08:43são as mais comuns
08:44no nosso dia a dia,
08:45que é o quê?
08:46Cárie,
08:47doença periodontal
08:47e pereclonarite.
08:50Sendo que alguns livros
08:51ainda colocam a facial.
08:52São infecções faciais.
08:54Tá?
08:55Exemplo.
08:59Foliculite.
09:00O homem tem muito isso.
09:01Às vezes você está raspando aqui os pelos,
09:04acaba tendo um pelo em cavalo,
09:05tudo dá uma infecção,
09:07você tem um aumento da infecção aqui.
09:09Uma foliculite,
09:09que é o nome daquilo.
09:10Tá?
09:11Aí é um tipo de infecção facial.
09:14Tratamento.
09:15Brenagem.
09:17Em alguns casos, antibiótico.
09:18O antibiótico muda.
09:20Porque se a gente está falando
09:21de boca,
09:23qual é a bactéria mais comum
09:24da cavidade bucal?
09:29Estreptococcus mutuos.
09:31Quando a gente está falando
09:32de pele,
09:33é de estafilococcus.
09:35Então, assim,
09:35quando a gente tem infecção
09:37intraoral,
09:37a amoxilina é a primeira indicação.
09:39Quando a gente está falando de pele,
09:41a cefalexina é a primeira indicação.
09:45Cipro infecção urinária.
09:47Então, assim,
09:48a gente pega muita gente assim,
09:50isso eu já peguei no hospital,
09:51o médico dando alta
09:52para um paciente odontológico,
09:54passando cipro.
09:56Esse cara daqui a pouco está de volta.
09:57porque a cipro não vai pegar aquilo.
10:02A cipro é um prospecto,
10:03mas ela não é indicada
10:04para infecções orais.
10:07Aí, que tal ganho de perigo?
10:08Porque ela não pega todas,
10:09ela pega algumas,
10:09pega, mas não pega todas.
10:11Aí o paciente vai e volta
10:12com a mesma infecção.
10:13Se você não conseguir remover a causa.
10:16Então, assim,
10:16por que é importante
10:17a gente saber a origem
10:18dessa infecção?
10:19Microrganismos diferentes,
10:21você vai ter a maior quantidade de um,
10:23eles são quase que os mesmos.
10:24Se a gente estiver falando
10:25de infecção oral.
10:26Mas, em fases diferentes.
10:28Na infecção de foliculite de pele,
10:30aí é completamente diferente.
10:31A gente está falando de estafilococos.
10:34Potencial de violência diferente
10:36e o antibiótico a dose
10:37em doses diferentes.
10:43Tipos de terapia
10:44das infecções ontogênicas.
10:46Os princípios, né?
10:47Quais são os princípios
10:48que a gente seguir?
10:49O primeiro,
10:50determinar a gravidade da infecção.
10:52Essa infecção é grave,
10:53ela é moderada ou ela é branda?
10:57Segundo princípio,
10:58avaliar o estado
10:59do mecanismo
11:00de defesa do hospedeiro.
11:02Esse paciente,
11:02ele é saudável
11:03ou ele é sistemicamente comprometido?
11:07Decidir se o paciente
11:09deve ser tratado
11:09por um dentista clínico
11:11ou por um especialista.
11:12A gente vai falar disso
11:13um pouquinho mais à frente.
11:14Quando você indica um paciente
11:16para um especialista
11:18ou quando você indica
11:19esse paciente
11:19para tratamento
11:20a nível hospitalar
11:21e não ambulatorial?
11:22tratamento cirúrgico
11:25da infecção,
11:26suporte médico
11:28para paciente.
11:30O suporte médico
11:31para paciente,
11:32isso aqui depende
11:33da resposta
11:34do seu segundo princípio.
11:36Se esse paciente
11:37for um paciente diabético,
11:39o médico assistente,
11:40ele tem que o quê?
11:41Ele não vai tratar
11:42muitas vezes
11:42a infecção.
11:43A infecção é a nossa função.
11:45Ele vai tratar o quê?
11:46Ele vai regular
11:47esse paciente.
11:47porque esse paciente
11:49ele pode estar o quê?
11:50Ele pode estar
11:51completamente alterado,
11:53não adianta nada
11:53a gente tratar a infecção
11:55porque esse cara
11:56ele vai a óbito
11:58porque a condição
11:59sistêmica dele
12:00está comprometida.
12:04Escolha e prescrever
12:05antibióticos apropriados.
12:07A gente vê hoje em dia
12:08muito a odontologia
12:10hoje para lá
12:10entrando nisso.
12:12O médico pedindo
12:13o auxílio
12:14para o cirurgião dentista
12:15muitas vezes
12:16para você falar assim
12:16qual antibiótico
12:17é mais indicado
12:18para isso?
12:19Porque se não
12:19entra no princípio
12:20que ela falou
12:20cipro.
12:21Cipro não está indicado
12:22para o nosso tratamento.
12:23Só que muita gente
12:24passa por quê?
12:25Na medicina hoje em dia
12:26ele tem assim
12:26qual é a grande vantagem
12:28da cipro?
12:29A posologia dela.
12:31A moxilene é de 8 e 8.
12:32Cipro a gente
12:32prescreve de 12 em 12.
12:36Ele é amplo aspecto.
12:39Administrar o antibiótico
12:40apropriado
12:40e avaliar
12:42frequentemente
12:42o paciente.
12:43Aí responde
12:44a sua pergunta.
12:45Se o paciente
12:46não quiser tirar o dente
12:47e eu não vou anestesiar
12:49esse paciente
12:50ele tem que ser acompanhado
12:51de 24 em 24 horas
12:53ou no máximo
12:54de 48 em 48 horas
12:55para você ver
12:56a evolução do caso.
12:58Se ele estiver evoluindo
12:59legal
13:00mantém
13:01o acompanhamento dele
13:02e quando melhorar
13:03você faz a remoção
13:04da causa.
13:05Agora se esse paciente
13:06está piorando
13:07já se indica
13:09tratamento
13:09a nível hospitalar.
13:11Então a questão
13:11geralmente vem
13:12falando assim
13:13paciente sistemicamente
13:16comprometido
13:17com comprometimento
13:19de vias aéreas
13:20paciente não se alimenta
13:22corretamente
13:23adequadamente
13:24paciente com dificuldade
13:25respiratória
13:26isso tudo
13:27indica
13:28para onde?
13:29Acompanhamento
13:30hospitalar
13:30e para um especialista.
13:32Deixa eu falar
13:33um pouquinho mais disso.
13:35Avaliação do paciente
13:36com infecção
13:36autogênica
13:37história clínica
13:38e evolução
13:38da infecção
13:39e aí foi a primeira
13:40coisa que eu perguntei
13:41para vocês
13:41o que vocês fazem
13:42em um caso de infecção?
13:43Qual é a primeira coisa?
13:44Anamnese.
13:45Anamnese
13:46para a gente
13:46determinar
13:47para onde
13:48esse paciente vai
13:49e como eu vou
13:50dar a escada.
13:52Presença de sinais
13:53sistêmicos
13:54da infecção
13:55avaliação
13:55dos sinais vitais
13:56quais são
13:58os sinais vitais
13:59que a gente deve checar?
14:02Pressão
14:02de agredir
14:04principal
14:06mas
14:06pressão
14:07de agredir
14:08agulso
14:08pressão
14:10temperatura
14:11frequência cardíaca
14:12mais uma
14:16frequência respiratória
14:19pergunta que eu fiz
14:21com vocês
14:21na última aula
14:22qual desses
14:23quatro sinais
14:24não se altera
14:25numa infecção
14:26autogênica greve?
14:29Qual desses
14:30quatro sinais vitais
14:31não se alteram
14:32numa infecção
14:33autogênica greve?
14:36Falo isso
14:36na outra aula
14:37que é uma questão
14:37do RUP
14:38pressão arterial
14:41a pressão arterial
14:42foi questão
14:43da prefeitura do Rio
14:44de 2008
14:44qual dos quatro
14:46sinais vitais
14:46tem essa questão
14:47aí no caderno
14:48de vocês
14:48qual desses sinais
14:50vitais
14:50não se altera
14:52numa infecção
14:52autogênica greve?
14:54Pressão arterial
14:55se o paciente
14:56não está com dor
14:57não
15:00não
15:00não
15:01não
15:01mas na infecção
15:02grave
15:03dificilmente
15:04o problema
15:05não é a dor ali
15:05a dor vai estar
15:06no processo inicial
15:07depois
15:09você não vai ter
15:10o grande problema
15:11para ele é o que?
15:12primeiro
15:12se ele tiver
15:12uma angina
15:13frequência respiratória
15:16tá
15:18pulso acelerado
15:18a infecção faz isso
15:19e a temperatura
15:20temperatura é o parâmetro
15:22porque a gente não
15:22prescribe de pirona regular
15:24você perde o parâmetro
15:27de temperatura
15:28tá
15:29avaliar o estágio
15:31dessa infecção
15:32história médica
15:34do paciente
15:34se esse paciente
15:35ele está sistemicamente
15:36saudável
15:37ou sistemicamente
15:37no mínimo controlado
15:38né
15:39se ele estiver descompensado
15:40você tem que tratar
15:41o porquê
15:42ele está descompensado
15:43fatores que influenciam
15:45a instalação
15:46e disseminação
15:46da infecção
15:47e avaliar
15:48a gravidade
15:49dessa infecção
15:50às vezes
15:51essa infecção
15:52está em espaço primário
15:53ainda se indica
15:55clínico a tratar
15:56passou por um estado
15:58secundário
15:59depende assim
16:01o estado primário
16:02dependendo desse
16:02exemplo
16:03o canino
16:04o clínico
16:04consegue tratar
16:05agora se já está
16:06num espaço
16:07infratemporal
16:09que é mais posterior
16:10ou um submandibular
16:11se indica um especialista
16:12mas espaço
16:14facial secundário
16:15aí não tem jeito
16:16espaço secundário
16:17é especialista
16:18e dentro de alimentos
16:19para lá
16:19porque esse cara
16:20vai ter que ser tratado
16:21agressivamente
16:22remoção da causa
16:23drenagens
16:24bem maiores
16:25fatores que indicam
16:28a gravidade
16:28os critérios
16:29do encaminhamento
16:30especialista
16:30uma rápida progressão
16:32uma infecção
16:33de rápida progressão
16:35você pergunta
16:35o paciente
16:36há quanto tempo
16:36começou isso?
16:37tem um dia
16:37tem dois dias
16:38tinha alguma coisa
16:40um aumento de volume
16:40nada
16:41já acordei
16:42com o rosto inchado
16:42dificuldade respiratória
16:45dificuldade de redução
16:47se esse cara
16:47não se alimenta
16:49esse cara
16:49não consegue combater
16:50a infecção
16:51se ele não consegue
16:52combater a infecção
16:53cada vez ela fica pior
16:54dificuldade respiratória
16:56nem se fala
16:57se ele não consegue
16:58respirar corretamente
16:59às vezes já se indica
17:00uma tracostomia nele
17:01envolvimento
17:03dos espaços
17:03faciais
17:04para as secundárias
17:05aumento da temperatura
17:06acima de 39 graus
17:08trismo acentuado
17:10toxemia
17:10que a gente vai falar
17:12um pouquinho mais
17:12à frente disso
17:13e pacientes
17:13sistemicamente comprometidos
17:15tem uma questão
17:16que foi
17:17do município do Rio
17:20e tem uma muito parecida
17:21de uma prefeitura também
17:24que ele coloca
17:26essas características
17:27e pergunta assim
17:28quando você indicaria
17:29para um especialista
17:31até porque isso é uma tabelinha
17:33do livro do RUP
17:33então assim
17:35tem que decorar
17:36mas às vezes é muito mais
17:37para o entendimento
17:38se a gente pensar
17:40numa infecção grave
17:41a gente vai pensar
17:42nesses fatores
17:42quando você indica
17:44para o especialista
17:45ou quando você
17:45consegue tratar
17:46em ambiente ambulatorial
17:48o trismo
17:50o trismo na verdade
17:51a gente já falou disso
17:52na última aula
17:52de anestesia
17:53porque ocorre o trismo
17:56trismo antálgico
17:58é por dor
17:58é uma limitação
18:00de abertura de boca
18:01e aí nesses casos
18:02a gente vai ter que recorrer
18:03da anestesia
18:04de equinose
18:05para conseguir fazer
18:06o procedimento
18:06do paciente
18:07toxemia
18:09ou face tóxica
18:11na verdade
18:11é uma resposta
18:12do hospedeiro
18:13frente ao processo
18:14infeccioso
18:15a toxemia
18:16a uma das definições
18:18dela
18:19é quando o paciente
18:20ele não consegue
18:21combater
18:23essa infecção
18:24sistemicamente
18:25e aí se indica
18:27o encaminhamento
18:28para o especialista
18:29e esse paciente
18:30ele precisa de antibiótico
18:31porque
18:31ele entra
18:33nesse outro grupo aqui
18:34que eu acabei de olhar
18:36e não escrevi para vocês
18:37no abscesso
18:38paciente saudável
18:39é remoção da causa
18:41e danagem
18:41não precisa de antibiótico
18:43paciente com doença sistêmica
18:45frente ao abscesso
18:47ele é remoção da causa
18:49danagem
18:49e antibiótico terapia
18:51paciente saudável
18:53com celulite
18:54remoção da causa
18:57mais danagem
18:59mais antibiótico
19:01terapia
19:03paciente com doença sistêmica
19:05com celulite
19:06remoção da causa
19:08danagem
19:10antibiótico terapia
19:13tá
19:14então o único
19:15que a gente vai alterar
19:17é isso aqui
19:17ó
19:17abscesso paciente saudável
19:21onde a gente
19:22não indica antibiótico
19:23nos outros casos
19:25a gente vai estar
19:26indicando antibiótico
19:27porque tem um livro
19:32lendo
19:32que é em caso
19:33de abscesso
19:34esteroral
19:35ele fala
19:36que você faz
19:37esses ciclos
19:38de quente
19:39com frio
19:40pra jogar
19:41o abscesso
19:42esteroral
19:43pra dentro
19:44pra virar
19:45o meio esteroral
19:46e aí você
19:48abrir o dente
19:49ou abrir o dente
19:49com dentro
19:50não
19:50não dá pra fazer isso
19:52porque se ele der no esteroral
19:53ele tá onde?
19:54não
19:54ele não vira não
19:55não, não
19:56se essa infecção
19:57já foi
19:59você não vai conseguir
20:00não tem reversão
20:01aí acontece isso
20:04assim
20:04a única coisa
20:09a gente vai falar de mocheche com água quente
20:16ou esteroral
20:17por quê?
20:18qual é o objetivo disso?
20:21a gente faz isso numa celulite
20:21a gente não faz isso no abscesso
20:22a gente faz isso na celulite
20:24pra você o quê?
20:26tentar minimizar
20:27deixar aquela coisa mais endurecida
20:29mas
20:30porque se você tá botando quente frio
20:33o que você vai fazer?
20:35é tipo
20:35você tá anulando
20:37um ao outro
20:38não, eu tô vindo quente
20:40quente ali não
20:40mas aí
20:41assim
20:41não, não dá pra fazer isso
20:49porque na verdade
20:50ele tem que
20:51passar por fora do músculo
20:53cair enteral
20:54aí é muita mágica
20:56tá?
20:57mas assim
20:57qual é o risco da gente fazer
20:58o calor esteral?
21:00você ter uma drenagem
21:01espontânea ali
21:03e aí fica aquela
21:04fístula feia mesmo
21:05o ideal é que você incise
21:07pra aquela cicatização
21:08ficar melhor
21:08tá?
21:11e aí
21:11as três
21:12as três divisões
21:14que a gente fala
21:15é uma coisa
21:16são os diferentes estágios
21:18porém
21:19didaticamente
21:20a gente não leva isso aqui
21:21ao pedaleta
21:23quando a gente está tratando
21:24clinicamente
21:24mas didaticamente
21:25é importante
21:26primeiro
21:27osteite peripical
21:28celulite
21:30ou fleimão
21:31o que que modifica?
21:32celulite são os livros americanos
21:33fleimão
21:34livros ingleses
21:35como a gente usa
21:36a literatura americana
21:37no nosso livro
21:38só vem celulite
21:39tá?
21:40e o abscesso
21:41tá?
21:42clinicamente
21:43o que que acontece
21:44nesses estágios?
21:46a osteite peripical
21:47a infecção ainda está restrita
21:49dentro do osso
21:50tá?
21:51na verdade
21:51ela está restrita
21:53ao osso medular
21:54ela não saiu
21:56das corticais
21:56qual é a característica
21:58disso aqui?
22:00o paciente relata pra gente
22:01toda vez que eu mordo
22:02eu sinto dor
22:03por quê?
22:04houve o que?
22:05uma extrusão dentária
22:06a extrusão dentária
22:08toda vez que ele encosta
22:09acontece
22:09dor
22:10tá?
22:11então nesse caso
22:12ao osteite peripical
22:13a infecção está restrita
22:15ao osso
22:16tem uma questão disso
22:17aí na proxila
22:18o que que define
22:19a osteite peripical?
22:20uma infecção restrita
22:21ao osso medular
22:22que não saiu
22:23das corticais ainda
22:24no abscesso
22:26você já tem
22:28na celulite
22:28desculpa
22:29você já tem saída
22:30do osso medular
22:32e o osso cortical
22:34e você tem
22:35a invasão
22:36dos tecidos moles
22:37tá?
22:38e no abscesso
22:39a mesma coisa
22:40você saiu
22:41da medular
22:44cortical
22:45e você já tem
22:46a invasão
22:47dos tecidos moles
22:48questão 6
22:51foi da PM
22:51de 2010
22:52no diagnóstico
22:53das infecções
22:54antogênicas
22:55assinale aquela
22:56na qual a infecção
22:58ainda está
22:58confinada ao osso
23:00não tendo ainda
23:01ultrapassado
23:01as barreiras
23:02do periódico
23:03da cortical
23:03osteite peripical
23:07se não saiu
23:08das corticais
23:09se não saiu
23:10da cortical
23:10chegou ao tecido
23:11mole periódico
23:12a gente ainda
23:13chama
23:13de osteite peripical
23:15e aí
23:17o quadro
23:18que não tem jeito
23:18que vocês vão
23:19precisar decorar
23:20tá?
23:21que é
23:21o do Peterson
23:23de 2004
23:24o do Peterson
23:25das três primeiras edições
23:27tem no RUP
23:29agora de 2005
23:30e 2015
23:31que é a diferenciação
23:33de um abscesso
23:34com uma ceulite
23:35primeira coisa
23:37a duração
23:38das duas
23:39a ceulite
23:40é aguda
23:41o abscesso
23:41é crônico
23:42a dor
23:44na ceulite
23:45ela é intenso
23:46generalizada
23:46nos primeiros dias
23:47depois
23:48aquilo vai melhorando
23:49localizada
23:51no abscesso
23:52na ceulite
23:53a gente tem
23:54grandes volumes
23:55tá?
23:56no abscesso
23:56são volumes pequenos
23:57na ceulite
23:59a gente tem
24:00limites difusos
24:01a gente não consegue
24:02saber
24:03definir
24:04aonde está
24:04lembra das fotos
24:06naquele senhor
24:06a gente não consegue
24:07definir onde é que está
24:08já no abscesso
24:10a gente tem aquilo
24:11bem delimitado
24:12bem circunscrito
24:13a ceulite
24:15não tem pus
24:16no abscesso
24:17a gente tem pus
24:18mas não necessariamente
24:18drenar
24:19a gente vai drenar os dois
24:20na palpação
24:24na ceulite
24:24ela é mais endurecida
24:26no abscesso
24:27ele é flutuante
24:28gravidade
24:29na ceulite
24:30é alto
24:30no abscesso
24:31é baixo
24:31e aí é só
24:32pergunta das bactérias
24:33na ceulite
24:34a gente vai ter
24:35muito mais
24:36aeróbias
24:37bactérias aeróbias
24:38no abscesso
24:39anaeróbias
24:40é a única diferenciação
24:42a gente
24:42você não consegue
24:43mensurar a porcentagem
24:44porque em média
24:46elas vão alterando aquilo
24:47mas é a ganha de quantidade
24:49não
24:51não
24:52que mais
24:53você não vai ter
24:55depende do
24:56os estudos mostram
24:58qual
24:58qual
24:59qual que tem
25:00em maioria dos casos
25:01mas eles não falam
25:02em qual que vai ter
25:03o abscesso
25:03qual que vai ter
25:04na ceulite
25:04porque depende
25:05de vários fatores
25:07ali naquela região
25:07é uma coisa
25:09muito importante
25:10que eu falei
25:10não esqueci
25:11da drenagem
25:11os livros falam
25:13quando é
25:13porque drenar a ceulite
25:15se a gente aprendeu
25:15que a gente não drena isso
25:16porque na verdade
25:17na ceulite
25:18aquilo
25:18se você fizer uma tomografia
25:20ali
25:21a gente vai ver
25:22que a gente tem
25:23a compressão
25:23por ar
25:25naqueles espaços
25:26a compressão
25:26tecidual
25:27não só para a infecção
25:28mas você tem
25:29espaços
25:30naquela região
25:31que estão livres
25:31quando você drena aquilo
25:33você está diminuindo
25:35a quantidade
25:36desses espaços
25:37que estavam cheios
25:38não de pus
25:39tá
25:40e o antibiótico
25:41consegue penetrar
25:41mais facilmente
25:42questão da marinha
25:45de 2003
25:46classifique as características
25:48do processo
25:49patológico
25:50em abcesso
25:51e celulite
25:51lembrando
25:53que na primeira
25:54na primeira edição
25:55do livro do Roberto Prado
25:56de 2003
25:57a primeira edição
25:59mesmo
25:59isso aqui está trocado
26:01de crônica
26:04para agudo
26:06mas na verdade
26:07foi um erro
26:07de digitação só
26:08na segunda reedição
26:10já acertaram
26:11já
26:11corpo de saúde
26:15da marinha de 2003
26:16classifique as características
26:17dos processos patológicos
26:19em abscesso
26:19e celulite
26:20vamos sem
26:22sem olhar lá
26:24no quadrinho
26:26dor localizada
26:27celulite
26:28ou abscesso
26:28abscesso
26:31abscesso
26:35abscesso é bem pequenininho
26:37bem fechadinho ali
26:39localização
26:41circunscrita
26:42abscesso
26:44ausência de plus
26:46pequeno potencial
26:49de gravidade
26:50abscesso
26:52não
26:52pequeno
26:52abscesso
26:54abscesso
26:55metabolismo bacteriano
26:57aeróbico
26:58a gente tem no acordo
27:01galera
27:02celulite
27:03celulite
27:06tá
27:07então assim
27:08a gente tem que decorar
27:09essas características
27:10não tem jeito
27:11isso
27:13a gente vai passar
27:14até igual também
27:14quando a gente fala
27:16de barreira
27:17a primeira barreira
27:18é o osso
27:18é o osso cortical
27:19a segunda barreira
27:22é o periósseo
27:23só que assim gente
27:24passou
27:24do osso cortical
27:26o periósseo é uma fina camada
27:29ele não é uma barreira
27:31que vai segurar
27:32aquela infecção
27:32já passou de uma osteite
27:34está indo para o abscesso
27:35ao celulite
27:36e a terceira barreira
27:38a gente fala
27:39que são as fáceis musculares
27:40só que são virtuais
27:41tá
27:42então na verdade
27:43as duas barreiras
27:44da infecção
27:45é o osso
27:46e o periósseo
27:47tá
27:47progressão das infecções
27:51foi o que a gente já conversou
27:52aqui no quadro
27:53depende de que
27:54a progressão das infecções
27:55inclinação da raiz
27:58inserção muscular
28:00tá
28:01isso é bem importante
28:02para a gente saber
28:03se a drenagem
28:03vai ser
28:04intraoral
28:05ou
28:06extraoral
28:07tá
28:08os espaços faciais
28:11eles não são vazios
28:13nos tecidos
28:13né
28:13a gente consegue secar
28:15eles podem ser tomados
28:17por sangue
28:18por pus
28:19tá
28:19eles existem
28:20em pacientes
28:21comprometidos
28:22pacientes com a infecção
28:23sintoma ou um trauma
28:24maxilofacial
28:26tá
28:27o que a gente tem que saber
28:28são os espaços primários
28:30e secundários
28:31algumas questões que estão aí
28:33vocês vão ver que é o seguinte
28:34ele pergunta assim
28:35é
28:36quais são
28:38dentre os espaços abaixo
28:39qual é o único secundário
28:41ou
28:42dos espaços abaixo
28:43qual é o único primário
28:45tá
28:46quando a gente está falando
28:48de espaços primários
28:49a gente vai ter
28:50na maxila
28:51o espaço camino
28:52o espaço bucal
28:53e o espaço infratemporal
28:56tá
28:56na mandíbula
28:58a gente tem de novo
28:59o espaço bucal
29:00o espaço submandibular
29:02submentoniano
29:04e sublingual
29:04tá
29:05então na maxila
29:06a gente vai ter
29:07três espaços
29:07na mandíbula
29:08a gente vai ter
29:09quatro espaços primários
29:11secundários
29:13a gente vai ter
29:14eles realmente ficam
29:15numa região mais posterior
29:16e a gente vai ter
29:17o espaço massetérico
29:19espaço pitérico mandibular
29:21espaço temporal
29:22superficial e profundo
29:24espaço laterofaringe
29:26espaço retofaringe
29:28e espaço
29:29pré-vertebral
29:30ou também chamado
29:31espaço de risco
29:33tá
29:33esse espaço aqui
29:34é o último
29:35antes de chegar
29:35no meio dia a China
29:36tá
29:37questão 17
29:40são espaços primários
29:44da mandíbula
29:45é certo
29:46o submentoniano
29:50é o espaço primário
29:51da mandíbula
29:51B
29:53o espaço
29:55pitérico mandibular
29:56é o espaço primário
29:57da mandíbula
29:57C
29:59o espaço submandibular
30:01B
30:03espaço sublingual
30:04tá
30:05então o único
30:06é o pitérico mandibular
30:06que é um espaço o que?
30:08secundário
30:09dentre os espaços primários
30:11que da mandíbula
30:11qual que tá faltando aqui?
30:12falei que tem quatro
30:15bucal
30:17submandibular
30:18submentoniano
30:19e sublingual
30:19se o paciente
30:21tiver submentoniano
30:22sublingual
30:23e submandibular
30:24bilateral
30:25qual é o nome
30:26da infecção
30:26que a gente vai dar o nome?
30:29angiandilúdico
30:29e unilateral?
30:32anginoide
30:33os espaços faciais
30:39da maxila
30:40o canino
30:40bucal
30:41e o infratemporal
30:41porque a gente fala
30:42que o bucal
30:43ele tá tanto na mandíbula
30:44quanto na maxila
30:45olha o que ele pega
30:45o bucinador
30:47define ele
30:48como o bucinador
30:49ele tá cortando
30:50isso aqui tudo
30:50a gente acaba tendo
30:51bucal
30:52tanto em maxila
30:53quanto em mandíbula
30:53o espaço canino
30:55é geralmente o canino
30:57que vai ser o causador
30:57dele
30:58tá
30:59o espaço bucal
31:00de forma geral
31:01os molares
31:01e o espaço infratemporal
31:04geralmente quem causa
31:06é o terceiro molar superior
31:07alguém que faz
31:09exodontia
31:10de terceiros molars superiores?
31:12uma dica pra isso
31:14toda vez que a gente faz
31:15um terceiro molar superior
31:16a gente coloca
31:17o afastador de Minnesota
31:19na distal
31:20do terceiro molar
31:21por quê?
31:22se eu não fizer isso
31:23e jogar o dente
31:24pra posterior
31:25que é o que a gente faz
31:26pra distal
31:26ele vai pro espaço
31:28infratemporal
31:29e gente
31:30é um desespero
31:32porque você
31:33não vê nada
31:34você joga
31:35e você fala assim
31:36cadê o dente?
31:37a primeira coisa
31:38é pensar que ele foi
31:39pro seu maxilar
31:39você fala assim
31:40pô mas eu não fiz
31:41intrusão
31:41se você jogar
31:43pra região mais
31:44pro exterior
31:44o dente pode ir
31:45pro espaço infratemporal
31:46é uma infecção
31:47bem rara
31:48das infecções
31:49da maxila
31:49é a mais rara
31:50canino e bucal
31:52a gente pega mais
31:52você bota
31:54o Minnesota
31:55na distal
31:56do terceiro molar
31:56pra que ele não saia
31:58espaços faciais
32:02primários
32:02da mandíbula
32:03o bucal
32:03de novo
32:04que a gente vai ter
32:05submentoniano
32:06submandibular
32:07e sublingual
32:08tá
32:09o que eu falei
32:10pra vocês aqui
32:11na anagina de Ludwig
32:12geralmente
32:14como você tem
32:14aqui na sublingual
32:15você começa
32:16o que?
32:17como você tem
32:17submentoniano
32:18e sublingual
32:19a língua começa
32:20a ter uma projeção
32:21mais superior
32:21então o paciente
32:22com grande problema
32:23é a morte por asfixia
32:24e aí a indicação
32:25de uma teclastomia
32:26questão 39
32:29clinicamente
32:36a infecção
32:37esterol
32:38oriunda
32:39deste dente
32:39é caracterizada
32:41por uma massa
32:42flutuante
32:43no canto interno
32:44do olho
32:44com o apagamento
32:46do suco
32:46naso labial
32:47o dente
32:48em questão
32:49é qual?
32:50canino
32:51você foi
32:56não
32:56está marcado errado
32:57é a letra B
32:58é o canino
33:00lembra o que acontece
33:01no espaço canino
33:02oclusão do olho
33:06e apagamento
33:07do suco
33:08do suco
33:10não
33:11não
33:13é
33:14o
33:15o
33:16o
33:16o
33:17o
Comentários