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Um estudo inédito com mais de mil idosos de alto risco na América Latina revelou que mudanças intensivas no estilo de vida podem melhorar a função cerebral. Participantes que combinaram exercícios, dieta, treino cognitivo e controle de saúde tiveram um ganho cognitivo 55% maior do que o grupo de controle. A descoberta pode impactar futuras políticas públicas de prevenção à demência.

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📽️ Amanda Feitoza/CB/DA Press
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Transcrição
00:00E se a melhor forma de proteger o cérebro contra a demência
00:03não estivesse em um remédio, mas na mudança de hábitos?
00:07Um estudo inédito feito com mais de mil idosos na América Latina
00:11acaba de trazer uma resposta animadora.
00:14A pesquisa acompanhou pessoas consideradas de alto risco
00:17para desenvolver demência durante dois anos.
00:20Parte dos participantes seguiu um programa intensivo
00:23que combinava exercícios físicos, alimentação voltada à saúde do cérebro,
00:28treino cognitivo e controle de pressão, glicose e colesterol.
00:33O resultado chamou a atenção.
00:35Quem seguiu esse protocolo teve um ganho cognitivo de 55% maior
00:40do que quem recebeu apenas orientações básicas de saúde.
00:44Na prática, isso significa melhora na memória, no raciocínio
00:48e na velocidade de processamento.
00:51Além de confirmar que mudanças no estilo de vida podem fazer diferença,
00:54a pesquisa mostra que esse tipo de estratégia funciona também
00:58em países de média e baixa renda.
01:01Um resultado que pode influenciar futuras políticas públicas
01:05e mudar a forma como a prevenção da demência é encarada.
01:09Amanda Feitosa para o Correio Brasiliense.
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