- há 6 semanas
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00:00Hello, primorosas! Hoje a gente vai falar sobre reinvenção, empreendedorismo e como transformar aquilo que a gente ama em propósito.
00:11A nossa convidada deixou uma carreira de 16 anos em multinacionais e encontrou na confeitaria um novo caminho.
00:19Ela transformou o conhecimento que aprendeu com a sua avó em negócio e inspiração para outras mulheres.
00:27Ela é paraense de coração. Carla Martini também é publicitária, empreendedora, confeiteira e professora.
00:35E recentemente ela levou os sabores e saberes da Amazônia para São Paulo, ministrando aulas na maior feira de confeitaria
00:45e panificação da América Latina.
00:49Vem com a gente para mais um episódio do Dau Delas!
00:58Dau Delas! Mulheres que inspiram a Amazônia que acontece!
01:02Patrocínio Claro! Você merece o novo!
01:07Sebrae Delas! Toda conquista inspira a próxima!
01:12Carla, seja muito bem-vinda ao Dau Delas!
01:15Obrigada, Priscila! É uma alegria te receber aqui!
01:17É uma alegria toda minha! É uma honra estar aqui!
01:19Ai, que bom que a gente pode fazer esse programa para inspirar outras mulheres com a sua história.
01:26E eu já quero saber um pouco mais sobre a tua história, Carla. Conta para a gente!
01:30É, eu saí de uma carreira na indústria farmacêutica, de 16 anos, me dedicando a essa carreira,
01:40quando a maternidade meio que me obrigou a fazer uma escolha, né?
01:46É, a minha filha foi diagnosticada com autismo, né?
01:50Então a gente tinha que se dedicar a terapias, a consultas, né?
01:55Investigações, porque quando você se depara com um diagnóstico,
01:59tu quer fazer o máximo possível para que tudo esteja evoluindo bem.
02:07Nós, como mães, nós já nos cobramos tanto e quando o nosso filho, por exemplo, a sua, que é atípica,
02:15como a gente se cobra ainda mais, né?
02:18Sim, a cobrança, ela é imensa, porque tu tem que se cobrar um ponto de ter a tranquilidade,
02:28de ter aquela consciência de eu estou fazendo o máximo que eu posso.
02:31Eu estou fazendo tudo o que eu posso.
02:33O possível e o impossível.
02:35O possível e o impossível, e foi isso que eu fiz, porque, na realidade, essa escolha, Priscila,
02:40ela não é só minha, ela é de muitas mães, né?
02:43Sim, é isso mesmo.
02:44Porque o trabalho formal, ele cobra da gente uma dedicação exclusiva.
02:50Então é difícil você sair duas horas da tarde para levar um filho na terapia.
02:55Então eu tive que fazer essa escolha, né?
02:57Eu não tive escolha em fazer essa escolha.
03:02Então, aí eu parei e digo, bom, o que eu faço bem, né?
03:08Que eu possa monetizar, porque eu tenho também boleto para pagar, né?
03:14E só quem é mãe atípica sabe que o custo é muito elevado.
03:18Então, apesar de já termos algumas opções de tratamento público,
03:27muita coisa ainda é particular, então é um custo realmente muito elevado.
03:32Então, aí eu digo, bom, eu acho que eu sei cozinhar.
03:37Eu acho que eu sei cozinhar, então eu comecei a estudar e me dedicar a isso.
03:42Então, mas tu foi muito corajosa também, tá, Carlinha?
03:46Então tu teve a coragem de dizer, não, como muitas mães, né?
03:51O meu filho é mais importante do que tudo na minha vida, entendeu?
03:55Do que meu trabalho, então eu vou dar o meu melhor.
03:58E essa maternidade acabou te impulsionando para o empreendedorismo, né?
04:03Exatamente, como tantas mulheres, né?
04:05Tantas mulheres, hoje a gente vê números, né, que mostram que a maioria dessas empreendedoras
04:13queriam justamente isso, né?
04:16Tempo para criar seus filhos com qualidade e também ter o direito de ser bem-sucedida numa carreira.
04:26Então, essas mulheres, o que elas fazem?
04:28Elas criam um emprego para elas.
04:31É verdade.
04:32Elas constroem um emprego para elas.
04:34Então, isso é muito, isso tem que ser muito valorizado, né?
04:39Porque não é todo mundo que cria um emprego para si mesmo.
04:44E é isso.
04:44Que cria essa coragem, né?
04:46E isso é o dia a dia de muitas mulheres, né?
04:49Hoje.
04:50Tu percebe, assim, que quando a gente vira mãe, parece assim que vira uma chavinha na gente?
04:56Parece clichê, né?
04:58Que a gente vira outra pessoa, mas não tem como, né?
05:06Não vira.
05:06É aquilo, é até um exercício de humildade.
05:11Verdade.
05:12Você passa a amar alguém mais do que a si próprio.
05:16É verdade.
05:17Você passa a valorizar o bem-estar do outro mais do que o seu.
05:21Então, é altruísta, né?
05:24É verdade.
05:26Não tem como não transformar a gente.
05:29É, mas aí, Carla, como mãe, tu também aprendeu muita coisa com a tua avó.
05:36Muito.
05:37O que a tua avó deixou para ti?
05:40Ai, chega a falar dela emociona, porque eu brinco que eu aprendi a cozinhar com ela, né?
05:48Eu lembro que eu aprendi a cozinhar com ela porque na minha família todo mundo cozinha muito bem.
05:54Tanto do lado paterno quanto do lado materno.
05:57Os homens cozinham bem, as mulheres cozinham bem.
05:59Ai, que bom.
06:00Todo mundo cozinha muito bem.
06:01É muito bom saber disso, porque geralmente é algo que as mulheres têm que saber cozinhar, né?
06:09E engraçado que isso vem tanto de um lado quanto de outro.
06:13Todos os homens cozinhavam bem.
06:15Mas a minha mãe também cozinha muito bem, mas a minha avó foi com quem eu aprendi.
06:20Mas eu acho que, assim, o que ela me deixou...
06:27Não?
06:28Não.
06:29Acho que foi a personalidade, assim.
06:31A minha avó era uma mulher muito à frente do seu tempo.
06:34Uma mulher vanguardista mesmo, sabe?
06:37Eu acho que essa coragem de fazer e mudar e correr atrás.
06:48Até realmente tudo o que de importante, eu acho, sabe?
06:54Da minha construção como mulher, eu aprendi com ela.
06:58Até que ela corre atrás do teu pra não depender de ninguém financeiramente.
07:04Estuda.
07:05Então, eu realmente fiz tudo o que ela mandou.
07:09Acho que eu fui bem mandada.
07:11Eu fui bem mandada, bem orientada.
07:14E como é importante a gente ter a mãe, a avó que nos oriente dessa maneira,
07:20que estejam à frente do seu tempo,
07:24para que não acabem normalizando coisas que não são para ser mais normal.
07:28Não são para ser normalizadas, né?
07:30Exatamente.
07:31Tu faz, tu vai para a cozinha, tu gosta de cozinhar,
07:33mas é porque tu ama fazer isso.
07:35Exatamente.
07:35E tu transformou isso em propósito.
07:37E está tudo bem as mulheres.
07:39E renda.
07:40Se for para ir para a cozinha, então vamos fazer dinheiro com isso.
07:43Mas não é algo que seja uma obrigação da mulher fazer.
07:48É algo muito disruptivo e a gente, querendo ou não, paga um preço muito alto por isso.
07:54Quando a gente sai do que é normalizado, do que é comum.
08:00Então, ela com certeza pagou um preço por isso.
08:03E a gente também, no nosso dia a dia, tentando fazer diferente, a gente acaba pagando um preço também.
08:11É por isso que eu sempre digo aqui, que é muito bom a gente contar histórias de outras mulheres,
08:16para que elas percebam que não é só elas, que elas não estão sozinhas.
08:21Que é importante elas estarem vendo outras histórias aqui também.
08:25E saber que a sua avó era à frente do seu tempo, que lhe deu todo esse direcionamento para virar
08:34empreendedora.
08:35E aí eu quero saber, quando começou no empreendedorismo, como foi para ti, mulher?
08:40Porque eu sei que não é fácil.
08:42Não é fácil.
08:43Todo mundo acha, ai não, eu vou sair do CLT, eu vou para o empreendedorismo porque é mais fácil,
08:48porque para mim vai ser, eu vou ter mais tempo.
08:51Mas como foi?
08:52Você trabalha muito.
08:54Você trabalha muito.
08:56E assim, a gente tem que entender que a gente vai, geralmente a gente empreende com algo que a gente
09:08sabe fazer bem.
09:09Às vezes é costura, moda, às vezes é culinária, às vezes é o artesanato.
09:16Então a gente foca no que sabe fazer bem.
09:18Mas a partir do momento que você quer empreender, você tem que entender que aquilo é um negócio.
09:25E negócio tem que ser gerido com qualidade.
09:28Verdade.
09:29Então antes de você fazer qualquer coisa, você tem que estudar a gestão, a precificação dos seus produtos para fazer
09:39isso de forma correta.
09:42E aí foi nesse momento que tu viu que a confeitaria viraria esse lado profissional e de negócio.
09:49E de negócio.
09:50Porque hoje o que eu vejo com as minhas alunas no dia a dia, no mercado, é que muitas mulheres
09:58focam apenas na qualidade do produto.
10:02Esse produto tem que ser perfeito, esse produto tem que ser excelente, esse produto tem que ser bem acabado.
10:08E isso é maravilhoso.
10:09Sim.
10:10Mas eu falo para as minhas alunas que é muito mais fácil você ter sucesso no seu negócio com um
10:18produto meia boca, mas com uma gestão excelente do que você ter um produto excelente com uma gestão meia boca.
10:28É verdade.
10:28Então a importância da gestão, de você investir conhecimento, estudo, atenção na gestão do seu negócio é um divisor de
10:41águas.
10:41É o que vai te fazer diferente no mercado.
10:43É Carla, aí tu acaba unindo também nas tuas aulas essa parte da confeitaria, do empreendedorismo com o conhecimento e
10:54a gestão.
10:55Isso.
10:55Como foi assim que deu aquele, eu preciso não só fazer a confeitaria, mas eu também preciso ajudar outras mulheres
11:04a gerirem os seus negócios.
11:07Foi exatamente vendo essa necessidade, porque o que eu entendo, Priscila, é que conhecimento a gente vai somando.
11:18É verdade.
11:18A gente nunca substitui um conhecimento pelo outro, você vai só agregando conhecimento com o passar do tempo.
11:25Então quando eu decidi empreender na confeitaria, participando de grupos de confeiteiras, eu via relatos assim, a pessoa tinha a
11:38capacidade de fazer um bolo lindo, sensacional, super profissional,
11:42chegava para desconhecidos e perguntava, quanto eu cobro nesse bolo?
11:47Meu Deus!
11:48Exatamente.
11:49Exatamente.
11:49Então assim, isso me doía, porque eu sei o quanto é delicado você precificar, o quanto você tem que levar
11:59em consideração.
12:01O tempo de trabalho, o material.
12:02O tempo de trabalho, o material, o mercado que você está inserido, quem é o seu público.
12:09Então tem vários tipos de informação que você precisa levar em consideração para precificar um produto com qualidade.
12:17Sim.
12:18E isso não acontecia.
12:19Então eu comecei a dar aula justamente passando para essas alunas todo esse meu conhecimento que eu tinha de gestão,
12:27de empreendedorismo, de precificação.
12:30Foi quando eu comecei a dar aula, depois que eu passei a ensinar também os produtos.
12:35Então tu acha que isso é o principal desafio que uma mulher enfrenta quando decide começar um negócio do zero?
12:45É o principal.
12:46É o principal desafio.
12:48É a gestão.
12:49É a gestão e principalmente a precificação.
12:52Então ela se sente capaz, porque ela procura um produto conforto para ela, algo que ela tem, uma facilidade de
13:00produzir, né?
13:01E aí a parte da gestão, às vezes ela nem tenta.
13:07Ela já entende, ah, eu não sei fazer isso, eu não consigo.
13:11Então, o que eu, a minha luta diária é dizer assim, você tem que conseguir.
13:19Se você é capaz de fazer um produto com tanta qualidade, você é capaz de digerir.
13:24E uma outra coisa muito importante que a gente tem que levar em consideração no empreendedorismo feminino, são as alianças.
13:34Porque geralmente a pessoa pode ser muito eficaz na produção, mas não ser tão boa na gestão.
13:42Então, se alia a outra pessoa que seja boa na gestão.
13:48Então, assim, a gente às vezes não consegue se aliar.
13:54Então a gente vê hoje no mercado como um todo, os homens eles se aliam muito facilmente.
13:59Sim.
14:00Eles investem em um outro.
14:03Então, se você para para pensar, quem é o homem que investe no negócio da mulher?
14:08É o pai, é o esposo, é um irmão, um familiar, né?
14:13No mercado geral, é muito difícil um homem investir numa mulher.
14:19Ele investe num amigo, ele investe em qualquer um.
14:22Mas ele investe numa mulher e às vezes até essas parcerias femininas, elas são, em muitos casos, é preterida pelos
14:34cônjuges.
14:35Olha, eu tenho certeza que você vai entrar em sociedade com essa mulher.
14:39Então, esse é um desafio que a gente tem que ter de se conscientizar que essas alianças, elas são muito
14:46importantes.
14:47Primordiais.
14:47Elas são primordiais.
14:49Elas são primordiais.
14:49Juntas, nós somos imbatíveis.
14:52A gente precisa se unir.
14:54A gente precisa se unir e precisa se unir no que nós somos de melhor.
14:59Sim.
14:59Então, se você tem um...
15:01Às vezes você quer fazer a publicidade do seu produto e não tem essa facilidade,
15:09mas você chama uma amiga que consegue expor legal.
15:13Então, assim, a união, ela realmente, literalmente faz a força.
15:17É clichê.
15:18Mas ela realmente faz a força.
15:21É porque, de repente, elas estão ali para agregar, né?
15:23Exatamente.
15:23Uma já fica com a parte da produção, outra já fica com a parte da administração e aí é aquele
15:28match que a gente precisa, né?
15:31Exatamente.
15:31Então, a gente precisa abrir os nossos horizontes para essas parcerias.
15:37Essas parcerias são muito importantes.
15:39Verdade.
15:39Tanto dentro do negócio como negócio com negócio.
15:42CNPJ com CNPJ.
15:44Sim.
15:44Se unir para comprar coisas em mais quantidade com desconto.
15:50São vários tipos de união que, na realidade, todas essas uniões, elas vêm para agregar.
15:56Ah, é verdade, isso mesmo.
15:58Mas aí eu já quero saber como nasceu a Sweet Amazon e o que a Amazônia agrega para a tua
16:05marca, né?
16:06Pois é.
16:08Para ver, né?
16:09Como a gente também tem que se adaptar.
16:11A Sweet Amazon, ela não nasceu Sweet Amazon.
16:14Ela nasceu Martini Bakery.
16:16Ah, tá.
16:17Só que eu cheguei à conclusão que a Amazônia, ela é a maior propaganda que nós temos, né?
16:28Então, a COP30 também veio para...
16:32A gente tem que ficar ligado em tudo, né?
16:34Então, a COP30 também me mostrou que nós temos um ativo de propaganda que ninguém no mundo tem.
16:40E nós somos amazônidas, né?
16:44Então, a gente tem que ter orgulho e usar isso a nosso favor.
16:48Sim.
16:48Então, eu fiz um...
16:50Mudei a marca, né?
16:52Fiz um rebrand da marca e agora ela é Sweet Amazon.
16:56Então, a gente está levando a doçura da Amazônia para todo canto.
17:01É, e além disso, você está levando também os saberes da Amazônia e os sabores da Amazônia para todo o
17:08Brasil.
17:08É verdade.
17:09Como foi representar o Pará Amazônia lá na feira, na FIPAM.
17:15É, na FIPAM.
17:16A FIPAM é a maior feira de confeitaria e panificação da América Latina, né?
17:22E eu fui convidada por uma marca de chocolates muito famosa, uma marca profissional de chocolates,
17:29para sair daqui de Belém do Pará e ir para essa feira lá em São Paulo para dar alguns cursos,
17:36né?
17:36Foram cinco cursos ao total e um deles foi dos nossos bombons amazônicos, dos nossos bombons regionais, né?
17:43Então, teve bombom de açaí, bombom de flor de jambu, bombom de cupuaçu e foi um sucesso, foi um sucesso.
17:52Levei o açaí sem ser batido, levei o jambu para elas verem e foi muito, foi muito legal.
18:01Foi muito legal.
18:02Fazer o caminho inverso.
18:04Sim.
18:04Porque muitas vezes nós saímos daqui, vamos para São Paulo fazer cursos para se aprimorar, para aprender.
18:11Então, assim, é realmente uma honra imensa você fazer esse caminho inverso, sair de Belém do Pará e ir para
18:19São Paulo
18:20para levar o que a gente tem de melhor, né?
18:24Que é a nossa cultura, a nossa culinária.
18:27Agora, Carlinha, depois que tu conseguiu conquistar esse espaço, né?
18:31Esse inverso, tu acha que a mulher amazônida, ela está tendo mais visibilidade, ela está sendo mais reconhecida?
18:38Eu acho que sim.
18:39Eu acho que sim.
18:40Não só na culinária, né?
18:42A nossa culinária, aí a gente tem chefes hoje, inclusive chefes mulheres que são reconhecidas
18:51nacionalmente e internacionalmente com a nossa culinária.
18:56A moda também está sendo vista.
18:59A nossa música.
19:00Então, todas as nossas, tudo que compõe a nossa cultura está na moda, né?
19:07Que bom!
19:08E nós estamos, e as mulheres estão nessa produção de cultura, né?
19:14Nós sempre estivemos, né?
19:16Então, a gente tem cantoras maravilhosas, dançarinas maravilhosas, né?
19:22Enfim, estilistas, chefes.
19:24Então, a mulherada está em alta e está sendo reconhecida.
19:27A gente está bombando.
19:29Ai, que bom!
19:30A gente está bombando.
19:31Então, já aproveitando que a gente está bombando, eu queria que tu deixasse um conselho
19:37para uma mulher que sente que já passou da hora de recomeçar.
19:41O que tu fala para essa mulherada?
19:43Eu desejo coragem, né?
19:47Eu desejo muita coragem e eu desejo estudo, né?
19:52A gente precisa parar para estudar.
19:55Procure alguém que tenha suporte técnico, acadêmico, conhecimento para aprender e estude
20:04e aprenda.
20:04Você é capaz.
20:05E se ali com quem vai valorizar o seu trabalho, né?
20:11Estude, estude, estude, estude que você consegue.
20:15Ai, que ótimo!
20:16Muito obrigada, Carla.
20:18Obrigada!
20:19Foi uma honra imensa.
20:20Como é importante a gente poder conversar sobre isso, como eu falei no início.
20:24A gente precisa inspirar essa mulherada que está aí, que precisa de ouvir histórias
20:29como a sua, para que ela também veja o que não é.
20:33Que ela é capaz.
20:34Isso mesmo.
20:35É, nós somos muito capazes.
20:37Por isso que eu digo, juntas nós somos imbatíveis, mulherada.
20:41Então vamos se unir, vamos agregar valor num negócio da amiga, vamos divulgar o negócio
20:46da amiga, como é importante, não é?
20:49Você pode apoiar de várias maneiras.
20:51Então muito obrigada.
20:52Obrigada, Priscila.
20:53Foi uma honra.
20:54Eu que agradeço.
20:56E hoje a gente viu que recomeçar também pode ser uma forma de descobrir novos talentos,
21:02novos caminhos e novos sonhos.
21:05E quando uma mulher acredita no que ela sabe e compartilha isso com outras mulheres,
21:11ela não cresce sozinha.
21:13Ela abre caminho.
21:15Então eu te espero no próximo episódio do Dó Delas, porque juntas nós somos imbatíveis.
21:21Vem!
21:27Dó Delas, mulheres que inspiram a Amazônia que acontece.
21:31Patrocínio, claro, você merece o novo.
21:37Sebrae Delas, toda conquista inspira a próxima.
21:40Tchau, tchau.