00:00Você é a sobrinha da Dona Luzia, você foi a primeira parente a chegar lá, né?
00:05Que situação você encontrou naquela hora?
00:08Olha, ela já estava dentro da ambulância, né, do bombeiro.
00:12O bombeiro já estava tentando reanimar ela.
00:16E daí eu cheguei ali, fui conversar com o pessoal, o que aconteceu,
00:21pra tentar entender, e daí falaram que tinha sido o atropelamento ali,
00:26que a caminhoneta foi fazer o marré, e ela estava atrás.
00:32E ela estava indo, provavelmente, almoçar aqui no restaurante popular, que tem ali pertinho.
00:38E aconteceu essa fatalidade.
00:41Então, quando eu cheguei, ela já estava dentro da ambulância.
00:46E nisso, logo na sequência, o bombeiro me chamou pra falar que ela tinha voltado os batimentos,
00:55e que estavam levando ela pro HU.
01:01Nisso, eu até falei com a filha dela, pra já ir pro HU e esperar ela lá.
01:08Só que, infelizmente, não deu esse tempo.
01:12Pelo que vocês viram ali, a pancada do acidente, foi forte? Como que foi?
01:19Não parece ser forte, porque, bom, era uma caminhoneta, é um carro mais forte, né?
01:24Então, mas não tinha amassado, até procurei amassado na caminhoneta, batida, assim, forte.
01:30Não pareceu ser forte.
01:31Ela tinha marcas de ferimento, alguma coisa assim?
01:34Eu não cheguei a ver ela.
01:35Quando eu cheguei, ela já estava lá dentro da ambulância.
01:39Deixei os profissionais fazerem o trabalho deles, e não quis entrar lá.
01:45Ela tinha uma filha?
01:46Sim.
01:47Unica.
01:48Unica.