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  • há 9 horas
A decisão do ministro Cristiano Zanin de prorrogar o horário de votação e a falta de posicionamento do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) podem abrir espaço para novos questionamentos judiciais sobre o resultado das urnas nas Eleições 2026. Kelly Matos apresenta os bastidores e analisa os possíveis desdobramentos da medida.

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Transcrição
00:00A tradução do que está acontecendo aqui, Andressa, do que a gente ouve dos bastidores,
00:05eu estou conversando com pessoas que têm acesso, ou que frequentam, ou que já frequentaram o Supremo e o TSE,
00:11e a tradução é que vai abrir margem para a judicialização,
00:15que é o que você comentava da coluna do Matheus Su, de um terceiro turno.
00:18Então, tanto a inércia de Cássio Nunes Marques, foi o que me disse uma fonte,
00:24a inércia de Cássio mais Zanin com decisão inexequível, ambas as situações abrem margem para a judicialização,
00:32que é justamente aquilo que a gente dizia que não deveria acontecer.
00:36Depois do resultado da urna, não adianta ficar contestando, entrando com a ação judicial,
00:41o resultado da urna é soberano.
00:42A gente abriu a programação da apuração aqui falando exatamente isso,
00:45que se respeite o resultado das urnas, e aí, pum, vem uma liminar.

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