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  • há 3 minutos

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Transcrição
00:00Representante brasileiro na Libertadores da América de Futsal Feminino, o Stein Cascavel está pronto para buscar mais uma vez a
00:08glória eterna.
00:09Pelo fato de ser muito difícil chegar, a gente tem que passar por algumas etapas, a gente tem que ganhar
00:14duas competições nacionais para estar disputando essa Libertadores,
00:18a gente vai representar o nosso país, então tem essa responsabilidade.
00:22O fato também de ser uma competição que tem toda essa hegemonia brasileira, então deixa tudo um pouquinho mais prazeroso.
00:31Campeão nas duas vezes que disputou a Libertadores, o Stein volta a competição para conquistar o tricampeonato e manter a
00:39hegemonia do país no torneio.
00:42A responsabilidade é grande sim, mas a pressão não.
00:46O grau é altíssimo, participar dessa competição já é grandioso, então a gente vem com uma responsabilidade absurda.
00:53Lógico que a gente sabe o quanto trabalhou, o quanto treinou, o quanto estudou, então a gente sabe o que
00:59tem que fazer.
01:00Jogo é jogo, lá é muito difícil, é uma competição diferente, é muito embate, muito físico, mas creio que a
01:07gente está bem preparado,
01:08a gente treinou tudo isso e a gente sabe o que fazer, agora é só colocar em prática lá.
01:11Ah, acredito que sim, acredito que tem essa pressão, a gente sabe, eu acho que é uma grande responsabilidade, né,
01:17da gente ir lá e fazer de tudo pra deixar o Caner com o Brasil.
01:21De 2013 pra cá foram realizadas 10 edições, o Brasil levou todas.
01:27O Stein Cascavel foi campeão em 2024 e 2025.
01:31A equipe comandada por Márcio Coelho embarca para Buenos Aires, na Argentina, nesta quinta-feira.
01:38A equipe cascavelense está no grupo B, junto com o Hexa Isat do Paraguai, Laneiros da Colômbia, Universidade Chile, do
01:48Chile,
01:49e o Deportivo La Union, do Equador.
01:52O professor já estudou bem as rivais.
01:55A competição vai ser dificílima, a gente em nenhum momento teve a ilusão que não teria que estar no nosso
02:02melhor nível.
02:04A prova é a última, né, que a equipe brasileira estava perdendo 2x0 na final e conseguiu empatar e depois
02:11vencer na prorrogação.
02:12Então, o Universidade Católica, que é o adversário da estreia, está levando três brasileiros como reforço.
02:18É o campeão do Chile há não sei quantos anos, tem a base da seleção chilena.
02:24A equipe da Colômbia que está na nossa chave, tem quatro atletas que estavam na Copa do Mundo pela Colômbia,
02:28ninguém chega numa Copa do Mundo sem ter potencial.
02:31Tem outras que são do time de campo, que o Laneiros é um time tradicional da Colômbia,
02:36que tem atletas da seleção de campo.
02:38Então, tem muitos elementos aqui e a gente sabe disso.
02:43O nosso grupo é muito consciente.
02:44A estreia será sábado contra a Universidade de Chile, às duas e meia da tarde.
02:50Na outra chave, tem Ferro Carril da Argentina, Penharol do Uruguai, Victor Muriel da Bolívia,
02:57Caracas da Venezuela e o Mecatrônica do Peru.
03:01Os dois melhores de cada chave avançam para a semifinal.
03:05Nos últimos dias, o Stein Cascavel treinou com a bola oficial da Libertadores.
03:10Mais pesada, mais seca também, é necessária uma rápida adaptação.
03:17Na parte final do treino, a Marina Loures, além de outras jogadoras,
03:22ficaram batendo bola para se acostumar com o peso da pelota o mais rápido possível.
03:28É importante essa adaptação à bola da competição, que é muito diferente do que a gente vem jogando aqui.
03:34Como você falou, ela é mais seca, o nosso jogo é muito de fundamento, muito de passes rápidos.
03:40E aí, eu acho que com o piso da quadra lá, que a gente também já procurou saber e é
03:44diferente da Neva,
03:46pode ter alguma coisa diferente.
03:48Então, quanto mais rápido a gente se adaptar e sentir a bola da competição, vamos dizer assim,
03:53a gente tem mais chances do êxito.
03:54E é isso que o Mister fez essa semana, passou em tudo que é situação para a gente se adaptar.
04:00A gente ainda tem um último treino na sexta-feira, lá em Buenos Aires, já na quadra da competição.
04:06Então, acho que isso tudo aí ajuda na adaptação à bola.
04:08É uma bola mais dura, mais seca.
04:11Esse ano, aconteceu que a pênalti ficou tanto com o Paranaense quanto com a Liga e com a Supercopa.
04:17Então, foi tudo com a pênalti.
04:18Em outros anos, ano passado, na Liga era a Munit, que não era uma bola muito boa, era uma bola
04:22grande.
04:23E essa bola da Puma aí, ela é bem dura, bem pesada.
04:26Eu acho que era uma coisa a se pensar, sabe?
04:30Tem uma bola mais macia para o futsal feminino.
04:32Eu acho que a pênalti hoje é a melhor que tem, mas é parceira da Comebol, é a bola da
04:39competição.
04:40Muito bom que a gente conseguiu ter, pelo menos dois dias antes aqui, poder experimentar, vivenciar com ela.
04:48É isso que você viu ali.
04:49Não era lúdico, era complemento mesmo, delas se adaptarem, se conectarem o máximo possível para essa bola.
04:56São alguns elementos que a gente vai encontrar lá.
04:58Piso diferente, que é a borracha, deixa o jogo mais lento, que aqui na Neva é o melhor piso.
05:03A bola mais dura e mais seca, mas vai ser dura e seca para todo mundo.
05:08A gente precisa se adaptar e é o que tem.
05:10A gente vai fazer o melhor que puder com a bola que vier.
05:14No fundo, todo mundo aqui sabe que a bola nunca é um problema.
05:19Ela precisa ser bem cuidada para devolver o carinho na mesma proporção,
05:25mas ainda em uma competição tão especial, tão expressiva.

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