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  • há 1 dia
A chamada pele robótica está deixando os laboratórios e começando a ser produzida em escala na China, impulsionada pelo avanço dos robôs humanoides.


Em Changshu, na província de Jiangsu, uma fabricante de equipamentos têxteis recebeu em junho 13 mil pedidos de materiais usados na fabricação de pele para robôs.


O tecido desenvolvido pela empresa pode conduzir calor, evitar eletricidade estática e ajudar a absorver impactos.


Mas a roupa de um robô humanoide não é apenas uma versão da roupa usada por uma pessoa.


O material precisa acompanhar os movimentos das articulações. Também deve oferecer resistência, elasticidade e suporte, sem prejudicar a dissipação de calor.


Em Suzhou, outra empresa desenvolve sensores de pressão em películas flexíveis. Eles permitem que o robô perceba a intensidade da força aplicada por suas mãos.


A tecnologia ajuda a controlar a pressão da pegada. Assim, o robô pode segurar objetos delicados, como ovos, ou realizar tarefas que exigem mais força.


A empresa também desenvolve uma pele eletrônica capaz de gerar calor. O tecido permite que uma pessoa perceba o toque e até a temperatura da mão de um robô.


O setor passa por uma mudança na forma de produção. Empresas estão deixando processos de pequena escala, feitos em laboratório, para criar linhas padronizadas destinadas à produção em massa.


Uma fabricante de materiais já entregou mais de 40 mil unidades. Segundo a empresa, muitos dos pedidos foram feitos nos últimos seis meses.

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00:00A chamada pele robótica está deixando os laboratórios e começando a ser produzida em escala na China,
00:06impulsionada pelo avanço dos robôs humanoides.
00:09Em Changshu, na província de Jiangsu, uma fabricante de equipamentos testes
00:14recebeu em junho 13 mil pedidos de materiais usados na fabricação de pele para robôs.
00:20O tecido desenvolvido pela empresa pode conduzir calor, evitar eletricidade estática e ajudar a absorver impactos.
00:27Mas a roupa de um robô humanoide não é apenas uma versão da roupa usada por uma pessoa.
00:32O material precisa acompanhar os movimentos das articulações,
00:35também deve oferecer resistência, elasticidade e suporte, sem prejudicar a dissipação de calor.
00:42Em Suju, outra empresa desenvolve sensores de pressão em películas flexíveis.
00:47Elas permitem que o robô perceba a intensidade da força aplicada por suas mãos.
00:52A tecnologia ajuda a controlar a pressão da pegada.
00:55Assim, o robô pode segurar objetos delicados, como ovos, ou realizar tarefas que exijam mais força.
01:02A empresa também desenvolve uma pele eletrônica, capaz de gerar calor.
01:07O tecido permite que uma pessoa perceba o toque e até a temperatura da mão de um robô.
01:13O setor passa por uma mudança na forma de produção.
01:16Empresas estão deixando processos de pequena escala,
01:19feitos em laboratório para criar linhas padronizadas destinadas à produção em massa.
01:26Uma fabricante de materiais já entregou mais de 40 mil unidades.
01:30Segundo a empresa, muitos dos pedidos foram feitos nos últimos meses.

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