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  • há 4 semanas
A doença é silenciosa e pode ter consequências graves

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Transcrição
00:00E olha só, você sabia que hoje é o dia mundial de combate ao colesterol alto?
00:05Pois é, 40% da população tem problema de colesterol, segundo as estimativas do Ministério da Saúde.
00:14300 mil pessoas morrem todos os anos por causa de doenças relacionadas ao colesterol ruim.
00:22A gente está falando aí de infarto agudo, do miocárdio, hipertensão arterial, AVC.
00:28E esse vai ser o assunto do nosso quadro.
00:31E aí, doutor, mande pra gente a sua história, o seu caso, você tem colesterol alto, conseguiu controlar.
00:37E aí, você sabe como anda o seu?
00:40Quais exames precisam ser feitos?
00:43Também a gente está falando, é preciso entender também os fatores de risco, viu?
00:46Esse é o nosso assunto de agora aqui no nosso estúdio.
00:49Eu recebo a endocrinologista, a doutora Sabrina França.
00:52Muito obrigada pela sua presença, doutora.
00:55E a gente também recebe aqui, olha, a nutricionista Vanessa, obrigada, viu, pela sua participação.
01:01Doutora, eu queria que você começasse explicando pra gente porque se trata de uma doença silenciosa.
01:08Mas e aí, como que vem então esse diagnóstico?
01:12O colesterol, na verdade, é importantíssimo, né, pra várias funções celulares, pra síntese de várias vitaminas.
01:21Então, é uma... é necessário pro nosso organismo.
01:26O problema é quando ele está elevado.
01:28E o grande problema, quando a gente fala do colesterol, Roberto, a gente está falando do colesterol LDL.
01:33Porque o colesterol, ele pode ser classificado, né, do LDL, que é o colesterol ruim, e o HDL, que é
01:38o colesterol bom.
01:39Então, quando a gente fala de combate ao colesterol, a gente quer combater realmente o colesterol ruim, o LDL, que
01:45ele pode se tornar aterogênico.
01:48Ele pode formar placas, né, de gordura, porque o colesterol, ele é um tipo de gordura.
01:53Então, essas placas, elas podem ficar inflamadas e formar trombos em cima dela, né, e aí fazer uma obstrução nos
02:01vasos sanguíneos, levando a infarto do miocárdio, AVC, né, e outras doenças.
02:07E aí, tem como a gente fazer esse acompanhamento, falar assim, ai, eu acho que eu estou com o colesterol
02:13alto, como que a gente acende esse alerta?
02:15Então, como você disse, né, é assintomático.
02:18Na grande maioria das vezes, o colesterol elevado não causa sintoma.
02:21Ele vai causar sintoma quando ele está muito elevado, e isso ocorre em doenças, geralmente genéticas, onde você tem um
02:29colesterol, o LDL, muito elevado, e aí podem aparecer sintomas na pele, pode ocorrer infarto de uma forma muito precoce,
02:37até mesmo na infância, mas isso é raro.
02:39O normal no nosso dia a dia é o colesterol estar acima do ideal, um pouco elevado e não causar
02:45sintomas.
02:46E aí vem os fatores de risco pra gente poder saber quem que a gente vai, em quem que a
02:51gente vai procurar, quem deve fazer exame mais cedo ou mais tarde, pra tentar descobrir o nível de colesterol e
02:56saber se precisa de intervenção ou não.
02:58Muita gente acredita, né, que de fato tem a ver com a alimentação, com o seu estilo de vida, mas
03:06nem sempre, né, como você disse aí, doutora, tem também os fatores genéticos, os fatores de risco.
03:12Mas, Vanessa, o que na alimentação, eu queria que já já você vai pontuar pra gente o que que pode
03:18ajudar, mas de que forma que a gente acaba também contribuindo pra que esse colesterol, essa taxa, aumente?
03:26Boa tarde, Roberta.
03:27Boa tarde.
03:28Uma das maiores preocupações hoje na saúde é o colesterol elevado, né?
03:32E a gente tem que ver que o problema é a medicação pra baixar os níveis de colesterol, os efeitos
03:37colaterais que elas trazem.
03:38Muita dor no corpo, perda de memória, a parte de raciocínio fica mais lenta, baixa do libido.
03:45Então, nem sempre o indivíduo precisa da medicação.
03:48A gente tem outras maneiras dentro da nutrição, né, a mudança de estilo de vida é a primeira, que a
03:53gente consegue baixar esses níveis de colesterol.
03:55Como a doutora falou, as pessoas têm muita preocupação em ler colesterol total.
04:00E o problema não é o colesterol total.
04:01A gente tem que ver que tem o fator genético, como a doutora falou, e não é olhar o nível
04:06de colesterol pelo total que eu vou diagnosticar um colesterol.
04:10Nós, dentro do consultório, como nutricionista, nós temos cálculos que fazemos de relações entre o HDL e o triglicerídeo, por
04:16exemplo,
04:17que nos dá um valor se realmente aquela pessoa tá com aquele colesterol oxidável a trazer problemas cardiovasculares e placas
04:25de ateroma, né?
04:26Então, nem todo mundo precisa necessariamente apresentar um colesterol total acima de 200 e fazer o uso da medicação.
04:33A gente tem que entender que o colesterol, ele é fundamental à vida.
04:36Ele faz formação, o nosso cérebro, por exemplo, ele tem muito colesterol.
04:41Então, a gente precisa trabalhar a perda de memória quando a gente faz esses usos dessas medicações.
04:46A gente tem que pensar na perda do libido quando a gente olha para a produção dos hormônios, estrogênio, testosterona,
04:51que são produzidos a partir do colesterol.
04:55Nossa vitamina D também, gente, ela é produzida a partir do colesterol.
04:59Então, antes de eu intervir com uma medicação, eu tenho que pensar em todo esse contexto.
05:04Se realmente aquela pessoa precisa da medicação, nós temos indivíduos, por exemplo, que têm um exame de colesterol baixo,
05:11porém, são pessoas que estão correndo grande risco de doenças cardiovasculares porque estão com colesterol alto
05:16quando você faz uma avaliação correta daquele exame laboratorial.
05:20E essa taxa aí, doutora, a gente sabe com o exame de sangue.
05:24Com o exame de sangue.
05:25E olha só o comentário aqui da Rosemar Oliveira.
05:27Ela diz, boa tarde, Robertinho.
05:29Estou com pedido de exames há mais de três meses.
05:32Mais de três meses.
05:33O posto de saúde é aqui perto da minha casa.
05:36Ela não consegue marcar.
05:38Inclusive, ela fala que ela é moradora de Rio Marinho.
05:40Como é que faz para fazer esse acompanhamento, doutora?
05:43Fica difícil.
05:44Essa é a realidade de muitas pessoas, né?
05:46É, assim, Roberto, para mim é até uma surpresa porque os exames laboratoriais, assim, de colesterol, de glicose,
05:55até então eu não sabia que estava tendo dificuldade para ser realizado.
05:59Geralmente, são os próprios postos de saúde, não precisa nem recorrer à rede estadual, né?
06:05E em cada posto realmente tem marcação.
06:08Às vezes, deve ser demora para marcar.
06:11Enfim, eu não sei te responder essa questão da dificuldade em fazer o exame.
06:14Mas eu sei que é importante fazer, né?
06:18Principalmente, dependendo da idade, todos têm indicação de fazer.
06:22Pacientes que estão acima do peso ou que têm histórico familiar ou que têm hábitos de vida
06:27que não são muito saudáveis, tabagistas, pessoas que bebem muito, sedentários.
06:33E quais são os riscos de não conseguir fazer esse acompanhamento?
06:37É, aí não tem como saber, né?
06:38O nível de colesterol e até que ponto você vai precisar de intervenção.
06:42Porque, eu penso um pouquinho diferente, eu acho que a questão da intervenção medicamentosa,
06:50ela é muito necessária, na grande maioria das vezes,
06:52porque a dieta, ela vai conseguir um resultado de 30% às vezes na redução do colesterol.
07:00Porque a maior parte da produção do colesterol é endógena.
07:04Então, muitas vezes, você faz uma mudança na alimentação, consegue reduzir um pouco,
07:10mas aqueles pacientes de risco, você não consegue chegar na meta de LDL.
07:14Então, tem que ser uma associação, isso é o mais indicado.
07:17Tem que sempre, sempre tem que ter mudança do estilo de vida.
07:20E quando a gente fala mudança do estilo de vida, não é só dieta.
07:23A gente está falando também mudança no hábito geral.
07:28Exercício, sono, estresse, tabagismo, abuso de substâncias, né?
07:35Então, isso tudo precisa ser considerado, porque tudo está relacionado com a elevação do colesterol
07:40e aumento do risco cardiovascular.
07:41Daqui a pouco você vai falar pra gente se é fácil ou se é difícil também conseguir esse remédio.
07:44A gente sabe que o SUS oferece.
07:46E aí, como é que é a sua realidade em casa?
07:48Manda pra gente também no nosso Facebook, tá?
07:50Mas vamos fazer o seguinte, vamos conversar com o Paulo Roberto.
07:53Ele vai participar com a gente agora por ligação de vídeo.
07:56Ele tem colesterol alto e vai contar pra gente como que você tem feito esse controle, Paulo Roberto.
08:02Boa tarde, obrigada, viu, pela sua participação.
08:06Boa tarde, Roberto.
08:07É um prazer falar com vocês aí.
08:12Realmente eu tenho, eu tenho um colesterol alto, né, acima de 200.
08:16E o controle que eu faço, né, é através de medicação.
08:20E eu tenho praticado, né, exercícios regulares, caminhadas, né.
08:26Ultimamente até eu parei que eu tive um problema com a perna, mas estou retornando.
08:31E mudei meus hábitos alimentares também pra melhorar a minha condição do colesterol, tá?
08:38E uma medicação adequada pra isso.
08:41É assim que eu tô tentando controlar o meu colesterol, mas ele continua alto a si mesmo.
08:46Entendeu?
08:46Mas conseguiu reduzir um pouco, pelo menos?
08:51Perfeito, perfeito.
08:53A redução foi muito boa, por sinal, né, que ele estava muito, muito alto.
08:58Estava acima de 300 o meu colesterol.
09:00Hoje ele tá acima de 200.
09:02Foi uma redução que eu senti, inclusive, no corpo, né, no meu dia a dia, né, no meu caminhar.
09:11A minha melhora física foi muito boa, tá?
09:14Você trouxe até mais qualidade de vida, Paulo Roberto?
09:19Repete, Roberto, eu não entendi.
09:21Te trouxe, te deu até mais qualidade de vida, essa melhora?
09:24Sim, perfeito.
09:26Com certeza, com certeza.
09:28Eu senti fisicamente uma melhora, né, em função dessas atitudes que eu tomei, com relação ao colesterol, principalmente.
09:37Agora, como que você descobriu?
09:41Através de exames, né?
09:43Eu costumo fazer exames anuais, né, de aquelas check-ups, né, que eu costumo fazer.
09:51E num desses check-ups, há anos atrás, eu descobri que estava um colesterol acima do normal, né?
09:58E comecei a tratar, mas também não levei muito em consideração.
10:04E ele foi subindo, subindo, subindo, até que chegou um momento que eu falei, não, peraí.
10:08Eu tenho que mudar a minha forma de ver, o meu corpo, a minha vida, né?
10:14E foi o que eu fiz.
10:16E graças a Deus, essas coisas estão melhorando, bastante.
10:18Tá certo, Paulo.
10:19Roberto, continua com a gente, daqui a pouco eu volto a falar com você, mas você trouxe um detalhe muito
10:23importante.
10:24Doutora, já reduziu, mas ainda não atingiu o objetivo, né?
10:28Como é que faz para conseguir chegar lá?
10:31É isso que a gente precisa deixar bem claro, Roberto.
10:34Porque existe um certo pré-conceito com as medicações para colesterol, né?
10:40E a gente tem que colocar na balança o risco-benefício e muitas vezes a medicação supera todos os riscos.
10:46Porque o que mais tem são estudos mostrando que quanto mais controlado o LDL,
10:51menor a chance desse paciente vir a ter algum evento cardiovascular.
10:55Então, precisa colocar o LDL dentro da meta.
10:58Óbvio que a gente vai colocar ele no score de risco e vai ver qual é a meta que ele
11:02precisa de LDL.
11:03Enquanto ele não atingir essa meta, a gente vai precisar otimizar o tratamento.
11:07Então, no caso do Paulo, de repente ele está usando uma estatina que tem uma potência não tão alta como
11:14uma outra estatina, né?
11:16Que tem uma potência maior e que pode ser mais efetiva.
11:19Às vezes a dose da medicação que ele está usando não está ideal.
11:23Ele já falou aí que mudou o estilo de vida, que mudou a alimentação.
11:26Então, a gente tem que ver essa questão da medicação.
11:29Hoje a gente tem alguns medicamentos novos.
11:32Até assim, agora saiu a liberação de um medicamento mais novo ainda,
11:37que é uma injeção que você faz a cada seis meses.
11:39Obviamente, esse é um medicamento de muito alto custo.
11:42Não são todas as pessoas, os pacientes que vão precisar, mas existe essa possibilidade.
11:48Você perguntou até da questão de como, né?
11:51De como que as pessoas vão conseguir posto de saúde, as prefeituras fornecem.
11:56O Estado do Espírito Santo consegue fornecer também medicamentos de mais alto custo,
12:00inclusive esses injetáveis que conseguem reduções drásticas do colesterol.
12:04O Estado também aí tem que preencher, tem que entrar no protocolo, né?
12:09Tem que preencher critério para poder justificar o uso dessas medicações.
12:13Ó, a Francisca faz um desabafo aqui com a gente no Facebook.
12:16Tem um mês que eu estou com um pedido de exame de sangue e não consigo fazer.
12:21Ela fala até no posto de São Francisco, em Cariacica.
12:25Viu? Desabafo aqui.
12:26A Laíde Evangelista fala, é difícil controlar o colesterol.
12:30O posto só passa a simvastatina.
12:33Eu não posso fazer academia, tenho fibromialgia e osteoporose.
12:38E aí vem a preocupação, igual o Paulo Roberto disse, né?
12:41Que não está controlado, né?
12:42É, ele estava com dificuldade de fazer atividade física, agora que ele está retomando.
12:45Então, como é que a gente faz para tentar juntar todas as ferramentas?
12:50Aí que a alimentação tem um papel muito importante.
12:53Por favor, Vanessa, você pode me acompanhar aqui?
12:56Vem cá, porque ela vai apresentar para a gente alguns alimentos que podem ajudar a reduzir.
13:03E vamos lá, começando por onde?
13:06Vamos lá. Se eu vou pegar o gancho da doutora, quando a gente fala de medicação, a doutora
13:11falou uma coisa muito importante.
13:12Perdão, Carla.
13:13Carla, eu estou chamando ela de Vanessa o tempo inteiro, gente.
13:15Carla, ó.
13:16É um ponto muito importante.
13:17A medicação, sim, é bem-vinda.
13:19Nós, como nutricionistas, precisamos sempre respeitar a prescrição médica.
13:23Mas a gente orienta o paciente a fazer o acompanhamento com o hidroconodista justamente pelo ponto
13:28que a doutora falou.
13:29Quando a gente fala sobre o cuidado da medicação, que as pessoas se automedicam.
13:32E aí chega um determinado momento que aquela medicação não vai fazer efeito, com o caso
13:36que a doutora falou, que tem a quantidade certa de miligrama que vai ajudar a questão
13:41da oxidação daquele LDL.
13:43Então, gente, acompanhou com o nutricionista, faça o acompanhamento com o hidroconodista.
13:47Tenha o acompanhamento da sua nutricionista, não deixe de ir, porque é fundamental fazer
13:51esse acompanhamento nutrólogo com o hidroconodista ou com o nutricionista.
13:56A gente não pode deixar, são vias que tem que andar juntas, que é estilo de vida.
14:01Olhando aqui para as frutas, a gente tem o abacate, uma das frutas principais quando
14:06a gente fala em saúde cardiovascular.
14:08O abacate hoje também é muito usado para o emagrecimento.
14:11Pacientes que apresentam perfil de colesterol muitas das vezes acompanham a obesidade junto.
14:15Então, a gente tem um nível de saciedade muito grande.
14:18A gente tem aqui fontes de vitamina A, que são importantíssimas para ajudar na saúde
14:22de colesterol.
14:23A gente tem fontes de gordura boa, ômega 3.
14:26Então, a gente vai conseguir trabalhar aí a melhora do HDL, que é considerado colesterol bom,
14:30e a diminuição do LDL.
14:30E algum horário específico do dia para fazer o consumo do abacate?
14:33Qualquer horário.
14:34A gente só precisa se atentar sempre à quantidade, né?
14:37Os alimentos, a gente sabe que de forma isolada não trazem prejuízo em sobrepeso, mas a gente
14:41precisa ter o controle.
14:42E a gente gosta muito de trazer o abacate no período da noite também, ou pela manhã.
14:46À noite, pensando em modulação de sono.
14:48E pela manhã, pensando em energia, por conta das fontes de ômega 3 e ômega 6 que tem presente
14:53no abacate.
14:54Perfeito.
14:54Outras frutas que você destaca para a gente, a importância das frutas em geral, né?
14:58Sempre.
14:59Vegetais e frutas.
15:00A gente faz enzimas oxidativas dentro da nossa célula que combatem os radicais livres,
15:05que são provindos dessa questão do colesterol alto.
15:07Então, a gente precisa de frutas e vegetais sempre inseridas.
15:10Pelo menos 3 a 4 porções de fruta ao longo do dia, distribuída na alimentação.
15:15Aqui a gente tem a manga, por exemplo, que às vezes é uma muito vista como vilã, por
15:19conta do teor de frutose.
15:21Mas a manga, ela é muito bem-vinda quando a gente fala de manejo de colesterol, por conta
15:25de uma fibra solúva, pectina, que contém na manga.
15:28Ela ajuda a... ela se liga ao colesterol e abaixa em níveis de colesterol e de triglicerídeos.
15:33Então, a gente pode trazer ela sempre pensando também na quantidade, tá, gente?
15:36A gente também trouxe aqui, olha, chia, nós temos aqui também, mostrar aqui, ó,
15:43pra pro Davidson, ó, a gente tem chia aqui.
15:46Qual a importância também de incluir grãos na nossa alimentação, olhaginosos também?
15:53Sim, as fibras são importantíssimas pra saúde cardiovascular, pra poder diminuir
15:58questão de perfil lipídico e também olhando pra glicemia, porque a gente sempre, Roberta,
16:02associa colesterol alto apenas com gordura e não é a verdade.
16:06O excesso de carboidratos refinados, de açúcar também causa aumento de colesterol.
16:11Então, a gente precisa da fibra pra fazer essa regulagem, pra trabalhar intestino e saciedade.
16:16As fibras são sempre bem-vindas.
16:18Onde que a gente pode incluir a fibra?
16:19A gente pode colocar a fibra no pãozinho, no ovinho mexido, em cima da sua porção de fruta.
16:24A gente pode trazer as fibras pro seu shake.
16:27Vou bater um leite vegetal, um leite de vaca com frutas.
16:30Eu vou introduzir as fibras, sempre aí pensando em até 30 gramas, pelo menos, de fibra ao dia.
16:36Perfeito.
16:36Vamos voltar, então, ali pra gente finalizar a nossa entrevista de hoje, que nós recebemos
16:41aqui a doutora endocrinologista Sabrina França.
16:45Também recebemos a Carla, Carla Nutricionista.
16:48Obrigada pela participação de vocês.
16:49Acho que é um grande alerta, né, a gente tentar agendar, cumprir esse exame, acompanhar
16:55essas taxas.
16:55Agradeço também a participação do Paulo Roberto, que participou com a gente.
17:00Uma boa tarde.
17:00Que bom, Paulo Roberto, que você conseguiu também.
17:03Tá conseguindo, viu?
17:04Então, vamos lá.

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