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  • há 1 hora
Aos 30 anos, Bruna Cristina Ferreira Costa carrega as marcas de uma história de violência física e psicológica vivida durante o relacionamento com o pai da filha, de 3 anos. Por meses, enfrentou agressões, ameaças e situações que abalaram sua autoestima e sua saúde emocional. Com apoio da rede de proteção, conseguiu romper o ciclo de violência e iniciar uma nova fase. Hoje, trabalha, cuida da família, retomou os estudos no SESI Ananindeua e sonha em cursar Direito para, no futuro, ajudar outras mulheres a encontrarem caminhos para sair de relacionamentos abusivos.

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Transcrição
00:00Na época que eu fiquei grávida, eu tinha um relacionamento normal com o pai, com a minha filha, o genitor.
00:08Até então era tudo tranquilo. Fiquei menos de um ano.
00:11Só que aí veio a gravidez, ninguém estava esperando, eu estava tendo meus cuidados.
00:17Porém veio, num momento que ninguém esperava.
00:21Só que aí ele me deu d'água para o vinho.
00:23Foi comigo, me acompanhou no hospital, tudo.
00:26Fiz o teste, foi lá no Abelardo, deu positivo.
00:30Só que ele, dois dias depois, ele falou que não dava mais relacionamento.
00:35Eu, tá, perguntei, porque ele só falou que não estava bem emocionalmente para lidar com isso.
00:42Eu, tá bom.
00:43Só que fiquei, deu aquela tristeza, né, fora do normal, por conta que era uma coisa boa e uma coisa
00:50ruim ao mesmo tempo.
00:52Aí cheguei, entrei em contato com a mãe dele, eu morava debaixo do mesmo teto.
00:56Era oito pessoas debaixo do mesmo teto.
00:59E nessa época eu estava até trabalhando no Guajaraão, numa fruteira.
01:04Era o dia todo, aí eu ajudava na casa, tudo.
01:08Só que o impacto foi muito grande, a mãe dele ficou ciente.
01:11Ela foi a primeira pessoa, literalmente, a contar.
01:15Só que ela não aceitou, logo de início, porque ele é muito novo.
01:19E do jeito que estava, ela estava desempregada, ela estava grávida, tudo.
01:23E não dava, coincidir, conciliar tudo.
01:28Aí foi que eu pedi para ir embora.
01:31Ela falou, então vai, só que não deu certo.
01:35Ela ficou sabendo que ele não tinha aceitado e ela ficou saída de casa.
01:39Aí, por pena que eu tive dele, pedi para ele morar junto comigo no kitnet,
01:45para ver se pelo menos a gente conseguiria.
01:48Mesmo não estando junto, ele me deu uma filha, que era um sonho meu,
01:52já que eu tive já oito abortos no passado.
01:55Tanto de tentativa, só que eu não sabia que eu, na maioria das vezes eu não sabia nem que eu
02:01estava grávida.
02:02Só, simplesmente, só arriava, infelizmente.
02:05E, dos outros momentos, foi, infelizmente, situação de estupro que eu tive.
02:10Na época até que eu estava com o meu primeiro companheiro, antes dele, do genitor, da minha filha.
02:16Aí, com isso, a gente começou a conviver ali embaixo do mesmo teto,
02:20só que ele começou a não ir para um caminho muito legal.
02:24Começou a beber muito, começou a usar drogas, vícios, e foi piorando, piorando, piorando.
02:30Aí, eu comecei a combater.
02:32Logo no início, eu aceitava, tipo, fica aí.
02:36Eu vou, faço minhas coisas, tudinho, mas fica em casa.
02:38Vai, trabalha, estuda, tudo, mas fica aqui.
02:42Ele não aceitava.
02:44Aí, começou a ficar agressivo.
02:46Aí, foi só piorando.
02:47Cada vez que eu confrontava ele, piorava.
02:50Aí, até, uma vez, envolveu meus vizinhos.
02:53Ele agrediu minha vizinha, empurrou contra ela.
02:55Ela bateu na quina.
02:56Cheguei a chamar a polícia, na época eu não fiz ocorrência, nessa época.
03:00Estava muito abalada, emocionalmente.
03:02Aí, foi a situação da violência, que eu vi um soco na minha barriga.
03:06Tive os comércio de placenta, 50%.
03:09E foi outras histórias.
03:12Botava a gente dentro de casa, sem permissão.
03:14Ela foi muito complicada.
03:16Muito complicada mesmo.
03:17Nove meses.
03:18A gestação todinha.
03:20Minha filha tem três anos agora.
03:22Então, foi em dois mil e...
03:24Dois seis.
03:27Dois mil e vinte e três.
03:28É, às quatro.
03:30Porque, assim, na casa dos meus pais, como eu estava morando no kitnet, eu contei para
03:35minha mãe, ela não sabia do que estava se passando.
03:39Minha mãe já tem uma certa idade.
03:40É a questão.
03:41Saio de casa, meus problemas.
03:43Não vou confundir as coisas.
03:45Ela não sabia.
03:46Aí, todo dia, ia almoçar na casa da minha mãe.
03:49Eu passei fome, realmente.
03:50Eu tive de nutrição, na época que eu estava grávida.
03:53Eu pesava quarenta e seis quilos.
03:54Com oito meses de barriga.
03:59E, tipo...
04:00Foi...
04:03Realmente...
04:03Ah, tem um fato que aconteceu.
04:05Só que isso...
04:06Poucas pessoas sabem.
04:07A delegada lá da casa da minha mãe sabe.
04:08Tudo.
04:09E ele também, ele sabe.
04:10Se perguntar para ele, ele confessa.
04:12Que aí chegou a tentar me jogar da ponte.
04:15Daquilo pra jarar.
04:16Quando eu estava grávida, oito meses.
04:18Ele pediu perdão, tudinho, da situação.
04:22Mas ele tentou me jogar.
04:23Ele estava drogado.
04:24Nesse dia que eu fui buscar ele.
04:25É sempre esse tipo de vida.
04:27E eu tinha chegado a um acordo com ele.
04:29Tipo, olha, tu tem nove meses pra te...
04:31Se tu quiser te arrepender, beleza.
04:34A gente cria a criança junto e leva na vida.
04:36Agora, se não...
04:37Minha mãe estava fazendo uma obra.
04:39Em casa.
04:40No meu contigo quarto.
04:41Pra receber eu e a criança.
04:43Ela realmente me acolheu.
04:45Em tudo que aconteceu.
04:47Ela disse...
04:48Minha filha não sei o que aconteceu.
04:49Mas eu vou te aceitar.
04:51Tu e a tua bebê.
04:51Ela não vai passar necessidade nenhuma.
04:54Ah, tá bom.
04:56Criança.
04:56Eu não vou querer que a minha filha passe.
04:58Sim.
04:58Então, eu aceitei e voltei.
05:00E ele tinha esses nove meses.
05:02Só que foi nove meses pro inferno.
05:04Me arrependo.
05:05Me arrependo por um lado.
05:06Porque a minha filha acabou sendo afetada.
05:08E o meu psicológico extremamente abalado.
05:11Nessa época.
05:12Aquele negócio.
05:13Tu perdoa todo mundo.
05:15Mas em um momento eu me perdoa.
05:17Pelo que eu fiz comigo mesma.
05:18Por aceitar uma situação dessa.
05:21Então, não mudou.
05:23Fiz de tudo.
05:24Não deu certo.
05:25Não quis.
05:26Mas consegui emprego.
05:28Forçava pra ele estudar.
05:29Pra ele conseguir uma vida.
05:31Mas não deu certo.
05:33Aí, ficou comigo no dia do parto.
05:37Até foi parto seco.
05:39Foi alto risco.
05:41Levou da entrada no hospital.
05:42Era meio dia.
05:44Só fui ter a criança.
05:45Às onze e vinte e uma da noite.
05:48Diagonizando.
05:49Dentro de mim.
05:52Então, não arrependo nesse caso.
05:54Porque a criança tá aí hoje em dia.
05:56Não é a minha maior bênção psicológica.
05:58A questão que eu não ia ter uma vida normal.
06:02Que eu sempre ia ficar presa com ele.
06:04O resto da vida.
06:06Que ele ia ser meu único marido.
06:08Entre aspas.
06:09Ou companheiro.
06:10Seja o que for.
06:10Porque, no caso, como eu falei.
06:12Eu sou mais velha.
06:13Realmente, ele é muito mais novo.
06:15Só que era...
06:17Isso me ia afetar muito grande.
06:18Eu tava com a autoestima lá embaixo.
06:21Mas mesmo assim, eu me esforçava pra dar o melhor.
06:24Uma chance.
06:25É sempre aquela ilusão, né?
06:27Dar uma chance vai melhorar.
06:28Eu acredito sempre nisso, né?
06:30Da mesma maneira que me deram chance na vida.
06:32Porque eu não posso dar uma chance a uma pessoa que, vamos dizer, me deu um filho.
06:36Então, eu fiz a minha parte.
06:38Mas aí, pro restante, nada justifica.
06:40A violência e todas as demais situações.
06:45O meu atual marido.
06:47Porque o meu atual marido, ele era o meu amigo de infância.
06:51Então, eu sempre conversava com ele.
06:54Ele não tinha nada com ele na época que eu tava com ele.
06:57Tanto é que ele queria me assumir na época.
06:59Quando eu já tava grávida.
07:01Porém, eu falei, não.
07:02Eu moro debaixo da pessoa.
07:03Deixa eu resolver.
07:04Não é problema.
07:05Da partir do momento que eu resolver, se eu quiser iniciar, eu inicio.
07:08Se eu tiver bem.
07:10Se eu tiver financeiro, psicologicamente que tava horrível.
07:13Aí a gente vê.
07:14Aí eu bloqueei ele.
07:15Sumiu pra um lado, eu sumi pro outro.
07:17Aí foi, passei nove meses tentando me organizar.
07:22Em todos os sentidos.
07:23Quando a criança fez um mês, eu retornei, me encontrei com ele no meu trabalho.
07:30Que era um antigo local onde eu trabalhava.
07:33Ele foi trabalhando no mesmo local onde um dia eu trabalhei, de confletagem.
07:37Foi que a gente se encontrou.
07:38Aí, Dede, ele sempre foi de conversar comigo.
07:40Sempre foi falar, pô, eu não aceito esse tipo de coisa.
07:43Que merece coisa melhor.
07:44Sempre foi colocando aquilo que a gente já sabia.
07:49Mas falava, tipo, pô, isso não é pra mim.
07:52Isso nunca vai dar certo.
07:53Eu nunca vou ser feliz.
07:55Mas sempre aquela situação, aquela negatividade que fica.
07:59Embora eu tinha depressão, eu não sabia.
08:01Minha rotina é extremamente agitada.
08:04Tem como eu uso, eu tenho ansiedade.
08:07Então, eu uso um problema pra ser uma solução na minha vida.
08:11Pra ser o gatilho pra eu poder fazer as coisas.
08:14Já que eu tenho ansiedade, então eu vou me ocupar.
08:17Vou trabalhar, vou fazer as coisas.
08:19Arrumo, levo pra passear.
08:21Faço tudo.
08:22Tudo que tu possa imaginar, eu faço com as crianças.
08:24Claro, não deixando faltar ou ficar puxado pra elas.
08:28Volto uma rotina.
08:30Porém, nada impediu de eu fazer.
08:34Então, é agitado, mas elas têm as rotinas delas.
08:37Tipo, partiu agora de tardinha, tem hora de brincar na porta.
08:41Desenvolvimento com as outras crianças.
08:43Só não coloquei ela pequena na escola, porque por aqui não tem ainda pra idade dela.
08:47E se tiver muito longe, já vai ficar puxado pra ela e pra mim.
08:52Se já tem essa pequenininha.
08:54Aí trabalho, às vezes faz um bico de garçonete.
08:57Eu faço um bico na segurança.
08:59Tudo que estiver aparecendo, faço.
09:00Cabelo.
09:02Às vezes eu entro em questão de um concurso, alguma coisa.
09:07Questão de modelo.
09:08Faz tudo o que tu possa imaginar, eu tô ali.
09:11Pra ver se eu consigo alguma coisa.
09:14Entendeu?
09:15Agora que eu me formei lá pela casa da Manana Brasileira.
09:19Eu só precisava de um certificado.
09:21Eu realmente, através de lá, consegui.
09:24Eu tenho muito a minha própria equipe, caso apareça algum, alguém quiser contratar, uma equipe formada.
09:30Exatamente das pessoas que foram deixadas de lados por questão, é, ah, eu sou muito gordo, ou tenho pinço, ou
09:37tenho cabelo colorido.
09:39No meu caso, no meu grupo que eu fiz, é exatamente oportunidade pra aquelas pessoas que não valorizaram por ser
09:47certificado, assim, pela sua aparência.
09:49Ou porque tem filhos.
09:50Aí eu tiro como exemplo.
09:52Muita gente não me deixou de contratar porque eu tenho filhos.
09:55Não dá pra conciliar.
09:56Eu já fui, eu já trabalhei de gersonete.
09:58Eu levei elas.
10:00Fica aqui lá, tinha uma sala, coisa, tudo organizadinho.
10:03Fica aqui no celular, qualquer coisa me chama.
10:06Ela me chamava.
10:07Pedia pra alguém me chamar, vinha, cuidava, dava do peito, dava com o mingau, pronto.
10:12Não faltando delas, como sempre falo, acho que minhas amigas, todo mundo já tá acostumado.
10:15Não faltando delas, tá ótimo.
10:17O resto depois eu me resolvo.
10:18Eu conheci lá através do questão pra denunciar, que eu tive assédio, do genitor.
10:27Eu tava lá sendo doção da casa, fazendo uma consulta.
10:32Aí foi que eu tava tentando entrar em acordo com ele.
10:35Porque tipo assim, já que a gente é adulto, tem uma criança, ele no final de outubro do ano passado,
10:41ele de repente através da mãe dele começou a querer pagar 400 reais.
10:45Aquela velha história.
10:46Sumiu e de repente apareceu.
10:49Aí eu cheguei a perguntar, tudinho, cheguei a ter um confronto com a mãe dele.
10:53E ela falou que ele é o pai, que ele merece ver a filha.
10:56Eu falei, eu nunca impedi.
10:57Ele que sumiu.
10:59Quando ele frequentava na casa dos meus pais, quando eu tava lá na época morando,
11:04ele ia lá, tipo...
11:07Sabe aquela pessoa que não dá atenção pra criança?
11:09Ele só ia mais pra encher.
11:10No meu caso, ele ia preencher.
11:12Ele literalmente morava dentro daquele banheiro.
11:15Ou ia pra mim assediar.
11:16Aí que aconteciam as brigas perto dela.
11:19Só que, como eu tinha falado pra ele, nada me impede de eu ir pra cima de ti.
11:22Porque eu não tô mais com barriga.
11:23E eu não vou mais admitir uma situação dessa.
11:26Entendeu?
11:26Ainda mais com a criança ali.
11:27Ou vem, seja pai, me esquece.
11:31Aí eu já tinha assumido o relacionamento.
11:32Já estava com o meu atual marido.
11:35E ele começou sempre a ficar com aquela chantagem assim.
11:38Não, não vai ficar contigo.
11:41Eu vou fazer tua vida o inferno.
11:43Eu vou te perseguir.
11:44E sempre ficava falando isso.
11:46Aí eu comecei a ficar, tipo, pô, o que eu faço?
11:49Aí foi, foi, foi.
11:51Falei pra ele, quer ser pai, se assuma.
11:54A gente convive tranquila.
11:55Mas não vou ter mais contato contigo.
11:57Tu vem aqui, minha mãe fica contigo e tudo mais.
11:59Eu vou pro outro cômodo, mas não dá.
12:02Ele, não, não, tão, deixa.
12:04Sumiu.
12:05Deixou um pacote de fralda e uma lata de leite e sumiu.
12:09Tive mais contato.
12:10Quando ele voltou, foi depois de dois anos e meio.
12:13Foi que voltou no final do ano passado, através da mãe.
12:15Pagar 400 reais de pensão.
12:17Tá.
12:18Mas a partir do momento que uma pessoa dá dinheiro, uma hora ela vai exigir alguma coisa.
12:22E eu sei como é que ele, ele não deixou de usar drogas.
12:25Não deixou de fazer as coisas.
12:27Porque ele tinha maus hábitos ruins.
12:31Não é exemplo.
12:32Pra mim, não é exemplo.
12:34Aí, entrei em contato.
12:36Falei, não, me dá o número dele que eu vou conversar com ele.
12:38Não é o pai?
12:39Então, bora lá.
12:40Entre em contato.
12:41Cheguei num acordo.
12:42Olha, quer ter contato?
12:44Quer tudinho pela criança?
12:45Então, tá.
12:47A gente sempre conversa.
12:48Nós três.
12:49Porque quanto você não estava aqui, quem estava era o meu marido.
12:54Ele que ficou no teu lugar em tudo que é sentido.
12:57Em afeto, financeiro.
12:59Tudo que ela precisou, ele deu.
13:02Então, não é justo.
13:03Então, bora sentar nós três.
13:05Ah, porque não sei o quê.
13:07Porque ele não é pai.
13:08Eu falei.
13:09É assim.
13:10O pai que é incrível.
13:11Então, não justifica.
13:13Bora sentar e conversar.
13:14A gente divide até a quantidade de dinheiro pra gente dar o melhor pra ela.
13:17O foco é ela.
13:18Então, bora se organizar.
13:20Marcava.
13:21Meu marido chegou a falar com ele.
13:24Combinado de vir final de semana pra gente conversar.
13:26Nunca vi.
13:28E ele sabe o endereço.
13:29A mãe dele já veio aqui fazer meu cabelo.
13:31Fez o cabelo no meu marido.
13:32O irmão dele já veio aqui.
13:34Mas nada.
13:35Aí sempre até a questão familiar.
13:37Hoje em dia eu acho que eu vou ter problema com a família dele.
13:39Que antigamente não tinha.
13:41Que ela era a minha melhor amiga.
13:42A mãe dele.
13:43Questão de alienação parental.
13:46Começaram a ficar do lado dele.
13:48Acharam que até eu tô inventando as coisas.
13:51Mas não.
13:51Quem viveu o inferno fui eu.
13:53Vai ser muito bem o que eu vivi.
13:55E eu não quero isso pra ninguém.
13:56E nem pro meu pior inimigo.
13:57Um negócio desse.
13:59Porque é uma coisa realmente.
14:00Nunca mais.
14:01Pela primeira vez de engravidar.
14:03Vingar.
14:04Mas tu ter abalos emocionais.
14:07Desse de na gestação.
14:09Tu nunca mais esquece.
14:10E fica realmente ferido na alma.
14:13Amador além do normal.
14:15Aquele grito silencioso.
14:16Que a mulher dá.
14:19E é realmente horrível.
14:22Não, eu pedi pro advogado tirar.
14:24Pra tirar.
14:25Pra tirar pra entrar logo no acordo.
14:27Porque a desculpa dele é que ele não pode chegar perto.
14:30Nem da criança.
14:31E nem de mim por causa da medida protetiva.
14:34Essa é a desculpa.
14:36Aí eu falei com ele.
14:37Eu tenho um tiro.
14:38Ele não vai fazer nada.
14:40Ele não é doido.
14:41Que é tipo.
14:42Cara pra fazer alguma coisa.
14:43Porque eu tava vulnerável.
14:45Atualmente eu não tenho.
14:45Eu não tô vulnerável.
14:47Eu tenho eu.
14:48Que hoje em dia eu não vou mais admitir uma situação dessa.
14:51Eu vou revidar.
14:52Da mesma maneira que eu também tenho marido.
14:55Não tô só.
14:57Embora minha mãe, meus pais, né.
14:58Tudo tão vivos.
14:59Até hoje.
15:00Graças a Deus.
15:01Cada um com seus problemas.
15:02Não quero preocupar meus pais.
15:04Em relação a uma situação dessa.
15:06E por um filho a gente enfrenta qualquer coisa.
15:08Eu não vou evitar o resto.
15:09Só que vamos prenderra aqueleuta.
15:09Tchau.
15:09Tchau.
15:09Tchau.
15:13Tchau.

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