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  • há 4 semanas
A ARTE DE PLANTAR, CULTIVAR , PULVERIZAR , ADUBAR UMA PARREIRA DE UVAS NA SUA CASA, NA SUA CHACARA, NO SEU SITIO E ETC

Categoria

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Pessoas
Transcrição
00:09Abertura
00:31A Mora Branca é do Líbano
00:33Opa, eu quero
00:38Eu enxergo
01:03Abertura
01:04Aqui, Sérgio
01:06São todos galpões
01:08Eu vou mostrar pra vocês
01:12Coisa bem de alemão
01:16Oi
01:16Oi
01:18Vem
01:18Vem pra vocês
01:22Sérgio
01:23Esse aqui é o seu Eric
01:24Vem de alemão
01:36A polícia pode mostrar pra ele no espaço ali.
01:38É, tá aberta lá.
01:39Legal.
01:44O avô dele veio pra casa da Alemanha.
01:48Não tem isso, né?
01:50É coisa de família.
01:51O avô tá bem largado.
01:54Eu peguei uma taia, né?
01:58Isso aqui é escavado.
02:02Então tem história aqui.
02:04Aqui tem história.
02:05Que cidade é o avô?
02:07Que cidade é o avô?
02:09Que lugar da Alemanha?
02:12É, na cuesta negra.
02:13Que lugar da Alemanha.
02:15Vamos lá.
02:18Mostra aqui pra gente, senhor Érico, então.
02:20É?
02:20Mostra aqui pra gente o espaço aqui.
02:22Ah, tá.
02:22Claro.
02:23Eu não vi ainda a reportagem do drone.
02:26Vou te mandar.
02:27Já saí?
02:27É?
02:28Já vou te mandar.
02:28Ficou bonita, ficou bonita.
02:30Já ouvi.
02:31Vamos lá.
03:13Vamos lá.
03:31Olha, Virgílio, olha a estrutura do seu avô, né?
03:34Não, meu avô já faleceu.
03:38Começou com ele?
03:38Entra aí, você vê o tamanho.
03:40Começou comigo praticamente quando eu saí do colégio.
03:42As estufas, né?
03:43As estufas com o senhor.
03:45Antes meu pai tinha...
03:50Que coisa linda, que pena.
03:53É uma pena esse Brasil.
03:55Eu conheci isso funcionando.
03:58Olha que estrutura, Carlos.
03:59Olha, Virgílio.
04:01Tudo parado, descendente de filhos de alemães.
04:04Isso tudo funcionava.
04:05Isso aqui era famoso no Brasil e até lá fora.
04:09Como chamava a firma?
04:10É Flora Ron.
04:12Flora?
04:12Ron.
04:13Ron, não sobrenome.
04:14Com H ou N?
04:15R-O-H-N.
04:16R-O-H-N, Ron.
04:18H-N.
04:18N, seu sobrenome.
04:20Sobrenome, é.
04:20É, mas a gente vê isso, o que era e o que virou.
04:24Que coisa terrível.
04:25É.
04:25A gente começou as estufas em 54, né?
04:2954?
04:3054.
04:31Porque meu pai fez o seguinte, ele tinha roseral, coisa externa, de cultura, de plantas.
04:36Antes era pra fazer com isso, meu avô veio em 24 pra cá, mandado ali.
04:41Eu trouxe orquídeas, tácteos, assim, não tinha mercado pra sair.
04:46É, não conhecia?
04:47Ninguém conhecia.
04:47Porque a equipe era paralita, então não tinha mercado.
04:52Aqui, sempre nesse lugar.
04:54Sempre nesse lugar.
04:55Aí a gente começou com a agricultura.
04:57Meu pai teve a vaca leiteira, aqui, plantão movido, aqui, a chocas, tudo aqui.
05:01Quatro alqueiras e meio.
05:04Cem mil metros quadrados aqui, ó.
05:06Sim, era pra cem, é.
05:08E aí, em 30 e...
05:11Em 1838, mas meu pai começou a fazer o roseral.
05:15Começou a ter mercado pra...
05:17Mudas e rosas.
05:18Vender mudas, né?
05:20E aí, meu pai ficou nisso, tratava outras coelhinhas também, travas, tudo mais.
05:26Fiz para o roseral, né?
05:28E aí, o...
05:30Meu irmão era mais velho que eu, tem quase seis anos, e ele seguiu o eletrônico.
05:35Não tinha sabedoria.
05:36De rosas.
05:36Aí, meu pai disse, ó, vou aguardar vocês.
05:39Se você tocar trabalhar comigo, a gente vai pegar uma hipoteca e fazer estúdio.
05:44E era precisando, né?
05:46Falei, tá bom, eu toco.
05:48Sai do...
05:49Tipo, a gente foi em São Paulo de Segura, em São Paulo, né?
05:52Fiz quando terminei o colégio, eu vim trabalhar com ele.
05:55Não tinha escolas agronômicas.
05:57Só as agronômicas de Piracicaba, que era um ramo diferente do que o nosso.
06:00Pegando os antigos aí.
06:02E daí, eu...
06:04Pegamos um empréstimo sobre a chapa e fizemos três estúdulos.
06:08Isso em 54.
06:10Fiz na 54.
06:11E aí, era uma época que de repente começou.
06:15O que eu construí aqui depois?
06:17Meu pai morreu em 69, exatamente.
06:19Depois eu assinei sozinho aqui.
06:21E aí, o...
06:23A gente construiu tudo isso com dinheiro das plantas, né?
06:26Não era...
06:27Aquela hipoteca foi...
06:29Quatro anos de empréstimo, a gente pagava assim...
06:32Pagamos na maior facilidade depois, né?
06:35Ele produziu um pêro de canais.
06:37Cacim, muda de cacim?
06:38Tinha cacim, cacim, cacim, frutas, né?
06:41Mas depois também largamos, né?
06:43Os senhores faziam as mudas?
06:45Como?
06:45Faziam as mudas de pera?
06:47Corredo em dia.
06:48Não, não.
06:48Era...
06:48Foi revendida as frutas.
06:50Pera aí.
06:50Tinha um pereiral.
06:52Ah, vocês tinham pêra aqui?
06:53Tinha...
06:54E faziam as mudas aqui?
06:55Alameira de cacim, vendia frutas.
06:57Ah, frutas.
06:58As frutas, né?
06:58Mas depois parou em vista das estufas, das plantas ornamentais.
07:04Não valia mais a pena.
07:05Não valia mais a pena.
07:06E outra que a vila começou a crescer, a bolecada começou a roubar.
07:11Aí a gente largou ali.
07:13Então aí começamos a fazer estufas.
07:16Isso foi bem até mais ou menos 1980, assim, dava um lucro muito bom, né?
07:21Mas de 86 começou pra aí.
07:24Esses caminhões que se abasteciam vinha do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro, porque
07:29eu tinha a maior variedade de plantas ornamentais do Brasil.
07:34compravam aqui pra revender.
07:35É, pra revender, né?
07:39Eu também custava em todos os lugares que tinha novidades, né?
07:43Naquele tempo a mentalidade era outra também.
07:46O pessoal caía em cima...
07:47Eu tô portando em 73, eu vou pra Alemanha, né?
07:50Eu trouxe uma série de coisas novas.
07:53Produzi.
07:53Eu tive a minha viagem tranquilamente com as tempas, né?
07:58Porque o pessoal caía em cima de novidades, né?
08:02Hoje não, hoje não íam mais, né?
08:04Jardim nem uma coisa, fazia paisagismo, né?
08:07Também fazia projetos de jardim.
08:10E naquele tempo tinha gente, ô, eu quero um jardim bonito, né?
08:14Não importava tanto o preço.
08:16Hoje não, hoje pega um pessoal de Alphavídeo, do Tamboré,
08:21fazia uma mansão contuosa e fala na ordem ali.
08:24Ah, não, faz um gramadinho de palmeiras, acabou.
08:28Acabou aquele critério de querer uma coisa bonita, né?
08:32É, construtora.
08:34Mostra aqui pra eles passam.
08:35Você tava procurando um chip de viagem, vem ver um chip de viagem aqui, ó.
08:39Hoje eu me telefonava, sabe?
08:41De onde vem essa água, hein?
08:43Nascei.
08:43Nascei?
08:44Eu nascei.
08:46Gente.
08:49Aqui pra você ver aqui o chip de viagem.
08:53Olha aqui.
08:54O que você acha desses aí?
08:56Não é um posto que tem lá pra quando eu...
09:00Aí você pergunta pra eles, tem morrer.
09:02É um posto maravilhoso, é um posto teu aqui.
09:04É posto nosso.
09:05Tem três postos.
09:06Aí aqui seria um dos espaços que ele tem.
09:08O maior parque da água é da água de chuva do Criado, das esquinas.
09:11Nossa, já captava desde aquela época.
09:15Olha, Virgílio, olha o que ele falou.
09:18Que a captação de água dessas estufas, todas os anos 50, captavam já a água da chuva
09:25pra manter a água irrigada nas estufas dele já nos anos 50.
09:30Tem mais ou menos.
09:31Alemão.
09:32Alemão, a cabeça da alemão.
09:33Não sei.
09:34Tão achando, tão falando novidade no Brasil captar água agora.
09:37Isso aí é a piada, né?
09:38É isso aí.
09:39Mais que isso.
09:40Ele fala que ele quase não aduba aqui justamente porque ele usa água da chuva.
09:43A água de chuva já traz o micro.
09:45Lógico, tem o nitrato.
09:46É, exatamente.
09:47É aí.
09:48Outra que eu dei até risada quando falaram, ah, uma grande novidade, puseram peixinhos
09:56nas águas pra comer os azar.
09:58Eu falei, ó, tô careca.
09:59Todos os meus tempos têm peixe, né?
10:01Sempre tem tempo pra não formar.
10:02Não, é que eu comento, falam coisa hoje no Brasil que é novidade, mas já existiu 80
10:06cem anos atrás.
10:08O que o senhor tá falando, o senhor tem mais experiência do que eu, e eu vi muito isso
10:11de garoto, e eu repito nas gravações, que muita coisa que tá se falando hoje em dia
10:16como novidade, não é novidade.
10:17Não é novidade.
10:18Nenhuma novidade.
10:19Eu gravei com ele aqui contando como que era a adubação antigamente, falei com ozinho.
10:23Ah, ué.
10:24O que eu aprendi foi com quem?
10:25Com a geração deles, não é isso?
10:27Eu aprendi com quem?
10:28Não, isso, vamos dizer, o nosso lá na Alemanha, foi a primeira vez lá em 73, né?
10:35Fiquei perplexo, a modernidade que tinha as estufas já tudo automático, com irrigação
10:41automática.
10:4273?
10:43Em 73, né?
10:44A urbação era automática.
10:45Então não é à toa que o Brasil é apoiado a Alemanha de 71, né?
10:48É, tá.
10:49É, tá vendo?
10:50É seriedade, não é brincadeira.
10:53Ai, já.
10:53Meu avô era doutorado em botânica, né?
10:58Ah, também de família.
10:59Também de família.
11:00Quer fazer uma foto de vocês aqui?
11:02Que pena, olha.
11:03Vou dar uma foto.
11:03Olha que coisa impressionante, olha.
11:06Nossa, gente.
11:08Aí aqui, tem igual a...
11:09De vidro, viu?
11:11É, tudo de vidro.
11:12Os livros dos anos 40, 50 falavam muito as estufas de vidro da colônia alemã no sul do
11:18Brasil.
11:19Como vocês são alemães, é o mesmo hábito de vocês.
11:21Não tinha outra cobertura.
11:22Não tinha outro material, né?
11:24Outra que eu...
11:25Ainda o vidro é o melhor cobertura na planta.
11:28É, pelo clima, né?
11:30Eu...
11:30A história é muito longa, mas já contei pra ele.
11:34Mas em 90, eu tive uma...
11:36Meu avô, além de botânico, era meteorologista.
11:39E acho que ele comprou essa chapa naquela época.
11:41Por algum motivo...
11:42Aqui que não caía chuva de pedra de jeito nenhum.
11:44Ah, ele estudou.
11:45E aí, com terraplanagens de certas montanhas, aí que fizeram bloqueamento, coisa, mudou o tempo
11:51um pouco.
11:52Em 90, eu tive uma chuva de pedra que destruiu isso aqui.
11:55Eram pedras desse tamanho.
11:57Por isso, muita coisa quebrada também da época.
12:00Tem, eu tenho...
12:01Aqueles vidros quebrados ali.
12:03Eu vi lá vários vidros quebrados no campo.
12:05Quase 4 mil metros quadrados de vidro.
12:25Eu comprava plantas no Seagra pra revender na loja.
12:29Porque aqui fiz escrito, mudou.
12:30Eu tinha 11 empregados, mandei 10 embora.
12:32Deixei uma aqui pra ver se vai catando vidro, salva o que der.
12:36Mas não se salvou quase 80% das plantas que eu creio.
12:39Então o clima já começou ali, né?
12:41É, começou ali.
12:42Os anos 90 começou...
12:43Em 90, no seguinte, faleci a minha mulher.
12:45Eu tive um erro médico preparado na UTI.
12:49E dentro de um mês, ela morreu, em 91.
12:51E aí, foi uma sequência de problemas que eu nunca mais consegui.
12:57Mas começou a melhorar até em 2000, 2002.
13:00Eu comprei caminhão novo, carro novo, tudo.
13:03Estava indo bem, né?
13:04Aí entrou o PT e acabou correndo.
13:07Aí não fala nem que isso sucede, não.
13:09Olha que coisa bonita, ó.
13:10Como chama essa planta?
13:12Olha, Virgílio.
13:13É o Antúrion veitchi.
13:14É da Colômbia.
13:15Da Colômbia?
13:16Da Colômbia.
13:16Olha que antúrion, gente.
13:18É, isso aqui é lá.
13:19Olha que coisa linda, Carlos.
13:21Dá pra filmar?
13:22Dá.
13:22Não segue?
13:23Eu tinha...
13:23Olha, Virgílio.
13:24Até produção dessas coisas, né?
13:26Que a gente vendia.
13:27Você já viu, Sérgio, baunilha?
13:30Depois você vai ver a...
13:31Já, depois o senhor mostra.
13:32Mas já vi sim.
13:34Gente, coisa maravilhosa.
13:37Olha, muito bacana ver uma coisa de 70 anos atrás, que era o top de tudo.
13:43Infelizmente, infelizmente, a regressão do nosso Brasil em vários sentidos, né?
13:47Ah, sim.
13:48Não precisava.
13:49Tudo que o senhor aprendeu, todo o teu conhecimento, o senhor passou pra alguém?
13:54Não.
13:55Sempre passou.
13:56Eu sou praticamente terceira geração aqui, né?
13:59Sim, sim.
13:59Mas eu não passei porque não havia mais lucro nesse ano.
14:02O senhor falou, para comigo.
14:04Os meus filhos eu não quis nem incentivar pra isso.
14:06Mas eles não eram, não tinham muita tendência, né?
14:09E outros não quis que eles se aborreceram.
14:12Porque eles iam passar fome.
14:14É, foi igual conosco, com o papo de sapato.
14:16Parou com a gente também, a quarta geração.
14:19É, uma coisa.
14:19São João, mas o conhecimento, ele tá aberto, viu?
14:22Sim.
14:22Então, qualquer dúvida que você tenha, o senhor Lérico nunca mais me conhece.
14:26Não, ele sempre tá falando.
14:28E esse aqui?
14:28Uma espada São Jorge.
14:30Olha a espada São Jorge diferente.
14:31Isso veio de onde?
14:33Olha, essa franja.
14:34Eu acho que eu trouxe do Jardim Botânico de Frankfurt.
14:37Frankfurt?
14:38Na Alemanha?
14:39Eu trouxe a luz lá.
14:40Olha a caridade.
14:41Olha aí, cara.
14:41Olha aí.
14:42Espada São Jorge, é da Alemanha.
14:44Olha aqui.
14:46Olha aí, Virgílio.
14:47Olha as riquezas.
14:48Ela dá pouca produção.
14:49Não importa, é a baunilha.
14:51Ah, sim.
14:52Essa aí é a baunilha.
14:53É a terpadeira ali.
14:55Já viu, Virgílio?
14:57Baunilha?
14:57Essa aí.
14:58É uma orquídea.
14:58É uma orquídea, uma flor da baunilha.
15:00É a da flor bonita, tá?
15:03Só que agora não tem flor, né?
15:05E de novo, aí um dia eu passei bem perto dela, eu senti.
15:09Aí eu tirei.
15:10Esse é outro antúrio da Colômbia.
15:13Esse é da Colômbia também?
15:14Também, também.
15:15É, chama?
15:16Esse é o antúrio, não sei se é o...
15:19do Talifórnio, parece que chama.
15:21Mas é, que região da Colômbia?
15:24Sabe a diferença?
15:25Não sabe.
15:25Não, não sei.
15:26Mas não importa.
15:27Aí, ó.
15:27Outro da Colômbia.
15:29Aqui.
15:29Olha que maravilha.
15:30A Colômbia é muito rica em arácias, né?
15:33Arácias são os antúrios, os quildendrons, essas coisas, né?
15:36Maravilhoso.
15:37Nunca vi nada igual.
15:39Não dá semente de nem a pau.
15:41Não, não.
15:42A nossa prima...
15:43E a multiplicação dela?
15:44Só cortar ela, deixar o toco fazer muda, mas fazer esse corte ainda perde.
15:51É complicado, né?
15:54Como é hobby, eu não mexo, né?
15:58Tem gente que quer, ah, me faz muda, me faz muda.
16:01Que coisa...
16:02É uma...
16:04É...
16:05Incrise, incrise, incrise.
16:08Então, aqui, ó, só pra refazer...
16:11Que bairro nós estamos aqui?
16:13O bairro da Aldeia de Barueri.
16:15Aldeia de Barueri?
16:17Uma aldeia.
16:18Aldeia.
16:18Aldeia velha de Barueri.
16:19Você manda passar o telefone, endereço certo?
16:22É, fala o telefone do senhor, endereço onde o senhor tá.
16:25Fala com a Virgínia aqui, passa seus dados, por favor.
16:28Eu tô na Rua Goiás, 465, o bairro é a Aldeia de Barueri.
16:35Aldeia de Barueri.
16:36Tem algum telefone pra entrar em contato?
16:38É, eu tenho meu celular, né?
16:41Então, se quiser, meu celular é 11, né?
16:48964-517466.
16:50Tá certo.
16:58É, eu tenho meu celular, né?

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