- há 1 semana
Saiba como buscar ajuda e auxiliar mulheres que passam por violência.
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00:00E gente, nós estamos no Agosto Lilás, que é o mês de combate à violência doméstica.
00:05E a Guarda Municipal de Vila Velha conseguiu traçar o mapa desse tipo de crime na cidade.
00:11No ano de 2021, foram registradas 2.226 ocorrências relacionadas à violência de gênero só na cidade.
00:19E ao contrário do que a gente pensa, as vítimas não estão apenas nos bairros mais carentes.
00:25Pelo contrário, bairros da região 1, Praia da Costa, Itapuã, Itaparica, Centro, lideram um ranking de atendimentos com 693 casos.
00:36Hoje, a Guarda Municipal de Vila Velha lançou o projeto Elas Podem, para ajudar a informar e conscientizar as mulheres.
00:43Eu recebo, então, a inspetora da Mulher da Guarda, a gente, Laís Mondin.
00:49A gente também recebe a psicóloga Luciane Infantini e também conversa com a Jaciane, que é gerente do projeto de
00:57Mulheres em Cariacica.
00:58Boa tarde.
01:00Boa tarde.
01:00Um momento importante, né, esse hoje.
01:03Um importante projeto que chega aí para ajudar nesse combate à violência, né?
01:07Sim.
01:08A gente já estava desenvolvendo o projeto há cerca de dois, três meses.
01:12Já se preparando realmente para estar lançando agora no Agosto Lilás,
01:16que é realmente esse mês dedicado, né, à conscientização da violência contra a mulher.
01:21E a gente espera que seja um sucesso.
01:24A nossa intenção é realmente enfrentar a violência com informação, com educação, com conscientização.
01:32Você, no dia a dia, no seu trabalho, você percebe essa falta, muitas vezes, essa carência ali de uma informação,
01:40de uma certeza, de uma segurança para essa mulher, de que se ela está realmente sendo vítima de violência dentro
01:46de casa?
01:47Sim.
01:48Muitas mulheres são vítimas e não entendem aquilo como uma violência, né?
01:52A gente tem alguns tipos aí que são bem claros.
01:56Inclusive, a Lei Maria da Penha, ela cita cinco tipos de violência contra a mulher.
01:59E, às vezes, a mulher é vítima e não sabe.
02:02Ou, às vezes, é vítima, mas acha que se denunciar não vai para frente ou que não tem uma resposta
02:10muito efetiva.
02:10E a ideia do projeto é exatamente mostrar que ela não está sozinha, mostrar para ela quais são os órgãos
02:16aí de apoio e de amparo que a gente tem.
02:18E trazer também outras mulheres, não só as mulheres em situação de violência, mas aquelas que não passam por isso,
02:25para que sejam também uma rede de amparo para essas mulheres.
02:28E como é, lá em Cariacica, que acontece esse projeto?
02:33Porque vocês também têm um projeto aí de apoio, de amparo e de conscientização para as mulheres, né?
02:39Sim. Boa tarde, Ana.
02:40Boa tarde.
02:41Bom, Cariacica, quando nós assumimos na gestão do prefeito Euclério Sampaio,
02:46nós percebemos que nós não tínhamos uma campanha de divulgação de telefones para que essas mulheres pudessem denunciar.
02:52Não tínhamos contatos com a delegacia especializada de atendimento da mulher, que são as DEANs, né?
02:59Então, o primeiro passo que nós fizemos foi lançar o projeto Cariacica por Elas,
03:04que foi a divulgação do trabalho, a divulgação de telefones úteis,
03:09divulgação de uma campanha de enfrentamento à violência contra a mulher,
03:11para que a população soubesse que existem órgãos competentes,
03:16que existem locais apropriados para poder receber essa mulher vítima de violência.
03:20Para além disso, nós temos vários projetos hoje que são executados pela gerência,
03:25e um deles é o Maria Mais, que a gente procura aí nas escolas de ensino médio,
03:32a gente trabalha geralmente sexto a nono ano,
03:35que é um trabalho preventivo que leva a lei Maria da Penha,
03:40leva todos os tipos de violência que são abordados pela lei,
03:43a criminologia, a tipificação criminológica, entendeu?
03:47As penalidades que são impostas ali naquela lei.
03:50Então, a gente leva para a comunidade que aqueles crimes têm uma penalidade,
03:55e que aquilo ali está previsto numa lei, que aquilo ali vai ser garantido para a mulher.
03:58Então, é um trabalho muito legal que está sendo executado dentro das escolas.
04:02Além desse trabalho, nós temos o Papo de Divas,
04:05que é um projeto voltado para o empoderamento e a independência financeira das mulheres.
04:10O que também é extremamente importante.
04:12Porque elas, muitas vezes, se sentem vulneráveis e dependentes dos próprios companheiros,
04:17que são algozes, né?
04:18Exatamente.
04:19E, assim, esse trabalho, o Papo de Divas, a gente procura trabalhar dentro de quê?
04:24Dentro de CRAS, unidade de saúde, entendeu?
04:27Todos os equipamentos da prefeitura, ou até mesmo externos,
04:31para a gente buscar empoderar essas mulheres.
04:34Então, assim, e a gerência observou também, junto com a secretaria,
04:39nós estamos hoje dentro da pasta da Secretaria de Assistência Social,
04:44nós observamos a necessidade de oferecer alguma qualificação profissional,
04:49alguma coisa mais palpável para essa mulher,
04:52para que ela pudesse sair daquela independência financeira.
04:56A nossa meta é essa, trabalhar e empoderar, trabalhar o empreendedorismo,
05:01geralmente, essas mulheres têm filhos, não têm a possibilidade de sair,
05:05trabalhar fora de casa, né?
05:08Então, você já trabalha ali com alguma coisa que ela já executa.
05:11Então, temos o projeto que é o Encoraja Elas,
05:13que é uma parceria com o FINDES, que traz essa proposta, né?
05:18A mulher vai ter todo um atendimento psicológico
05:21antes de ingressar numa qualificação profissional.
05:23Ela vai ser preparada para o mercado de trabalho, dentro dessa proposta.
05:27Pois é, Luciane, como a inspetora falou, e ela também acabou de colocar,
05:32as mulheres, principalmente em situação de violência,
05:35elas passam por um grande tormento de vulnerabilidade.
05:40Elas se sentem perdidas, muitas vezes,
05:43não sabem como sair desse turbilhão, e algo que a gente repete,
05:46a falta de uma segurança financeira, o receio pelos filhos,
05:51isso tudo impede, muitas vezes, que elas se libertem o quanto antes desse ciclo violento.
05:56Exatamente. Boa tarde, Ana. Boa tarde a todos.
05:59Acho que, assim, o primeiro ponto, né,
06:03antes de responder a sua pergunta, é a questão de como que a informação é importante
06:07para que a mulher entenda que o que ela está vivenciando não é natural, não é normal.
06:11Porque, muitas vezes, a mulher vem de um lar de violência,
06:15pais que cometiam violência contra a mulher, a gente sabe que a sociedade ainda
06:21tem um machismo infiltrado muito grande.
06:24Então, essas práticas consideradas naturais, elas têm que ser vistas como não naturais.
06:29Então, a informação é importante para isso, né?
06:31Que é o que ambos os projetos estão trazendo, que eu acho fantástico.
06:34A conscientização de que, assim, ele não só gritou comigo, ele está me desrespeitando.
06:39Não foi só um tapa, isso é violência, né?
06:43É o não aceitar, né?
06:45Exato, é enxergar aquilo que eu paro.
06:46Isso não é normal, isso é violência, isso é agressão.
06:49E esses projetos, né, tanto de Cariacica quanto de Vila Velha,
06:52tem feito, assim, se proposto a isso que eu acho que é o primeiro passo.
06:58Conscientizar de que isso é violência, agressão, como a própria Lei Maria da Penha prevê,
07:03não é só o físico, né?
07:05Tem várias formas de violência.
07:07São cinco, né, como a inspetora falou.
07:09Vou até, eu acho que é importante a gente identificar isso, né?
07:14A agressão não é só física, ela é mental, né?
07:18É psicológica, né, simbólica, como a gente fala, né?
07:22Tem várias formas de violência.
07:24E aí, já respondendo a sua pergunta, o que acontece?
07:27Muitas vezes elas estão tão desacreditadas nelas mesmas por conta de todo esse processo de violência
07:34que é difícil romper.
07:35Então, não é só, muitas pessoas pensam assim, nossa, como que pode essa mulher apanhar e volta para o marido?
07:40Não é uma questão tão simples, porque ela está presa nesse ciclo, né?
07:45De desacreditar nela mesma, por isso a importância do empoderamento, né?
07:49Para que ela entenda que ela é capaz, que ela tenha recuperado o mínimo de autoestima
07:54para ela conseguir sair desse ciclo, tanto do ponto de vista financeiro, mas também afetivo.
08:01Porque tem uma dependência econômica, mas também psicológica.
08:04Contar com apoios, por exemplo, como projetos, né?
08:08Que a gente está trazendo aqui de conhecimento, Vila Velha e Cariacica também para essas mulheres.
08:13É fundamental?
08:14É importantíssimo.
08:15Inclusive, né, o que você está fazendo aqui no programa também é importantíssimo
08:19para que todos possam escutar, possam entender que isso não é normal, que existe apoio, né?
08:25Eu gostei muito de saber desse apoio desse projeto da escola, principalmente porque onde eles estão se formando, né?
08:33Então, tanto futuros agressores quanto futuras vítimas podem estar sendo esclarecidas ali, tomando...
08:40E eles estão em fase de formação da personalidade.
08:43Então, isso pode...
08:45É um trabalho preventivo, né?
08:45Preventivo, exatamente.
08:46E o comportamento do adolescente, ele pode mudar ali, tendo em vista o que está sendo oferecido.
08:52E eu acho que é papel da escola, assim.
08:54Parabéns, né, para os projetos aí.
08:56É um trabalho que começa cedo, ali na ponta, né?
09:00E até porque é o que a gente fala.
09:02Muitas vezes, pouco se fala dos projetos que são desenvolvidos pelos serviços públicos, né?
09:08Enfim, e com isso as pessoas não conhecem e também não buscam, né?
09:13Quando vocês falam sobre o projeto, não sei se vocês fazem visitas às comunidades,
09:18muda a procura, vocês percebem um aumento da busca por esses projetos?
09:23Na área SICA, a gente tem tido um retorno muito grande.
09:26Muito grande, assim.
09:28A comunidade, ela não tinha muito ideia de que todo esse trabalho estava sendo executado no município.
09:35não tinha ideia de que, tipo assim, tinha uma delegacia especializada para atendimento dessa mulher,
09:41de toda uma rede, né?
09:42Na realidade, a comunidade, ela sente a segurança de ter toda uma rede em prol dela.
09:47Então, com isso, as denúncias aumentaram, né?
09:50A gente tem esse perfil traçado, né?
09:53Que é um trabalho que a gente realizou dentro da nossa gerência de um diagnóstico socioeconômico,
09:57do perfil socioeconômico das mulheres e dos agressores também.
10:01Caria SICA, de antemão, vou falar para vocês, né?
10:04A gente vai lançar agora mais dois projetos.
10:07Agora, ainda esse mês, nós vamos lançar um grupo reflexivo para homens, né?
10:13São homens que já têm processos, já são homens que já têm recidivas de violência.
10:20Então, nós vamos trabalhar esses homens.
10:22E vamos também lançar agora, em setembro, um projeto que vai trabalhar a defesa pessoal
10:27juntamente com a cultura, com o pessoal do esporte, né?
10:31Com a Secretaria de Esporte, é uma parceria nossa, nas comunidades.
10:35Então, nós vamos trabalhar a defesa pessoal dessa mulher também, da comunidade.
10:39Você falou, Jaciane, que Caria SICA traçou um perfil, né?
10:42Dessas pessoas.
10:43Qual o perfil lá em Caria SICA?
10:45Nós traçamos o diagnóstico, né?
10:48A nossa equipe realizou manualmente ali na delegacia.
10:52Nós traçamos a escolaridade dessa vítima, o vínculo com o agressor, o local de agressão,
10:58o dia da semana que isso mais incide, o tipo de agressão.
11:01Idade.
11:02Idade.
11:03Tudo isso nós traçamos, tanto do agressor quanto da vítima.
11:06Nós vamos lançar agora, em outubro, nós estamos terminando o levantamento de 2021
11:11para poder fazer o lançamento desse projeto.
11:13E nós observamos uma situação, assim, muito interessante, podemos dizer assim.
11:20Geralmente, o pessoal, culturamente, acaba falando, ah, periferia, tem mais incidências,
11:26mulheres mais da periferia, sem instrução, que são mais vítimas de violência.
11:30E não foi.
11:31O perfil que nós traçamos, Campo Grande, teve o maior índice de violência contra a mulher no ano de 2020.
11:36Assim como a gente falou ali de Vila Velha, né, inspetora?
11:40É algo que chama a atenção?
11:41Com certeza, é como ela falou.
11:44Em geral, são crimes que as pessoas tendem a não perceber que acontecem com classes mais altas
11:51ou com pessoas mais instruídas.
11:53E os números apontam que acontecem sim.
11:55Em Vila Velha, a gente tem a maioria dos bairros que notificam casos de violência.
12:01Na região 1, que é a região mais nobre.
12:03E aí, em contrapartida, a gente tem, vamos dizer assim, o primeiro lugar desse triste ranking
12:08é Praia da Costa, na região 1, e Barra Mares, que é a região de Grande Terra Vermelha.
12:14E a gente consegue ver essas diferenças sociais, mas que abarcam, sim, as mulheres, infelizmente.
12:20E são mulheres de todas as idades?
12:22O que você percebe?
12:23São cada vez mais jovens, enfim, são mulheres ainda que não casaram,
12:29que ainda estão começando ali, às vezes, a tentar construir um relacionamento mais duradouro?
12:35Infelizmente, a gente percebe que abarca, sim, todas as idades.
12:38Desde a mulher que tem um relacionamento curto, até as mulheres que já estão, realmente,
12:45há algum tempo, que já têm filhos e tudo mais.
12:47E é por isso que a gente bate nessa tecla, realmente, de informação e de educação.
12:53É o que a gente sempre fala.
12:56Todas nós somos mulheres, nós somos mães.
12:58E o que nós vamos ensinar para os nossos filhos?
13:01Vamos continuar perpetuando esse ciclo?
13:03Ou vamos ensinar, realmente, que ele precisa respeitar a mulher, precisa respeitar a companheira,
13:09para que a gente possa ir devagar e solucionando esse problema?
13:13Agora, como lidar, ali na ponta, com o psicológico dessas mulheres?
13:18Porque a gente sabe, bom, abre-se portas, projetos vão surgindo,
13:23cada um voltado para um público específico, ali dentro desse cenário de violência.
13:29Mas existem aquelas mulheres que vão se escondendo cada vez mais.
13:32e não buscam ajuda.
13:34É interessante sempre a rede de apoio.
13:37Como perceber, né, às vezes.
13:39Então, essa rede de apoio, família...
13:41Claro, o governo está trazendo projetos de informação, de segurança, de apoio,
13:47mas tem que ter aquela rede ali, que é a própria família, os amigos, quem está em volta.
13:51Então, muitas vezes, se percebe que essa mulher está tendo esse comportamento,
13:56e que é muito comum, né, em geral, um dos primeiros passos aí do agressor,
14:02é fazer com que essa mulher não tenha mais vínculos de amizade, de família.
14:06Sempre reprimindo.
14:07É realmente cortar, exatamente, cortar esses vínculos.
14:09Então, assim, é importante, né, que os familiares estejam atentos,
14:13que os amigos, né, aqueles vizinhos, quem está próximo dessa mulher,
14:16esteja atento para também trazê-la nesse sentido, né,
14:20porque muitas vezes, por mais que tenha um projeto lá no lugar X específico,
14:27é difícil para ela ir sozinha.
14:29Ela não tem força, não tem coragem.
14:31Então, uma amiga ali, a mãe, a irmã, né, uma pessoa mais próxima é importante.
14:36E é claro, né, o serviço psicológico também, que a gente sempre aconselha,
14:41mas acho que o primeiro passo é essa rede, né, de relacionamentos ali que se estabelece.
14:47Está atenta, principalmente essa mulher, como você falou, que vai se isolando muito.
14:53Agora, lá em Vila Velha, para a gente poder entender,
14:55como que vai funcionar na prática esse projeto?
14:58Vocês vão fazer visitas ou vai ter uma sede?
15:01Como que as mulheres lá em Vila Velha podem buscar ajuda nesse novo projeto que vocês lançaram?
15:07Então, a ideia do projeto, elas podem, é levar palestras até as mulheres.
15:12Então, a gente está contando com as lideranças comunitárias,
15:15lideranças religiosas, empresas, também os órgãos municipais,
15:23centros de referência da juventude, os CREAS.
15:26Então, a ideia é levar as palestras até elas,
15:29e igual a nossa colega psicóloga estava falando,
15:33criar essa rede de apoio.
15:35Então, mesmo que a mulher não possa ir até a palestra,
15:38às vezes uma conhecida vai e identifica que a amiga dela está passando por essa situação.
15:45Então, a gente vai estar levando, está buscando essas parcerias para estar fazendo.
15:49Para esse mês já tem algumas agendadas, mas a gente ainda está recebendo mais.
15:53Então, quem tiver interesse é só entrar em contato com a Guarda Municipal de Vila Velha,
15:57que a gente agenda e leva.
15:58A ideia agora, no Agosto Lilás, é realmente dar um boom, fazer quanto mais palestras possíveis,
16:05mas é um projeto que vai ser permanente da Guarda de Vila Velha,
16:08vai ocorrer durante todo o ano.
16:11Toda a Guarda, ou seja, vai estar preparada,
16:14tanto as mulheres que atuam na Guarda, quanto os homens,
16:17a trabalharem essa frente também,
16:19não só atuarem ali num momento de violência,
16:23atendendo uma ocorrência, mas também com essa conscientização.
16:26Sim, sim. Os nossos guardas hoje, eles já têm instrução frequente,
16:30é algo que a gente passa anualmente, né?
16:34A gente tem uma carga horária de instrução a ser mantida.
16:37Então, a gente sempre coloca esse tema da violência contra a mulher.
16:41Então, todos os guardas, eles têm, sim, esse preparo,
16:44essa consciência de estar atendendo as mulheres em situação de violência.
16:48A gente tem participação aqui, o Edivaldo Rodrigues,
16:51ele fala o seguinte, que num país cheio de intolerâncias,
16:54onde também não há investimentos, em geral, na educação,
16:59fica difícil até mesmo você trabalhar determinados projetos, né?
17:03Quer dizer, o informar e o educar é muito importante também, né?
17:06A Maricilda Borges, ela fala o seguinte,
17:10tem que ter respeito em todos os momentos e em todos os lugares.
17:15Tudo seria mais ameno se houvesse respeito e amor pelo próximo.
17:19Essa rede de empatia que tem que existir também e que a gente sempre fala,
17:23não, em briga de marido e mulher não se mete, mulher se mete sim, né?
17:26Sim, sim.
17:27Se salva a mulher, né?
17:29Se salva a mulher, exatamente.
17:30E assim, acho que a escola muitas vezes está muito preocupada com a questão do conteúdo,
17:35do Enem, etc.
17:36E a escola é formação básica, é formação de valores, né?
17:40Então, esses projetos que possam fazer com que se perceba o respeito, o amor,
17:48desde pequeno, eles são importantíssimos, né?
17:51Dentro de casa, ações simples de respeito com o outro, com a mulher, claro,
17:56que é o que a gente está falando, mas de respeito com o próximo, né?
17:59Como eu não lembro do Normê Edivaldo.
18:02Deixa eu olhar aqui, não, foi a Maricilda que falou.
18:05Então, esse respeito ao próximo, esse amor ao próximo, essa empatia,
18:10isso tem que haver o tempo todo.
18:12E é formação ali, né?
18:14Educação mesmo.
18:15Eu vou pedir, então, para a inspetora você repetir.
18:19Foi dado o start do projeto, então as mulheres de Vila Velha podem esperar,
18:25que vocês vão divulgar quando for acontecer essas palestras, como é que vai ser?
18:30Então, a gente já deu o start hoje, né?
18:33Já tem algumas agendadas, estamos divulgando nas nossas mídias sociais aqui também,
18:38muito obrigada.
18:40Mas aquelas que quiserem, que tem alguma liderança no seu bairro,
18:44que tem algum projeto, que é líder, quiser marcar, vai ligar para o nosso telefone de emergência,
18:50que é o 321-9929.
18:53Pode repetir.
18:54321-99-9929.
18:58Vai falar que quer o projeto, elas podem, vai estar deixando contato,
19:01eu vou entrar em diálogo com essa pessoa para a gente estar agendando o projeto.
19:07Maravilhinha, Cariacica, quem quiser buscar os projetos que vocês oferecem,
19:11tem um telefone de contato, uma rede direta?
19:13Nós temos, sim.
19:14O telefone da gerência é 3354-5503, né?
19:19Pode estar entrando direto em contato conosco, para agendar a palestra,
19:23para saber sobre os projetos de qualificação profissional, tá?
19:28Sobre o projeto de defesa pessoal também, pode entrar em contato conosco.
19:32Maravilha.
19:32Então, fica dado o recado, vocês que estão em casa, busquem, sim, se sentir seguras,
19:39existem projetos, procurem se informar, que é informação, conduz tudo da melhor maneira possível.
19:44Muito obrigada pela presença de vocês três hoje aqui no programa.
19:47Boa tarde.
19:49Boa tarde.